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Amigos, SALVE!

Ninguém pode dar aquilo que não tem.

Acontece que a maioria da humanidade pensa estar de posse do amor, da paz, da fraternidade dentro de si. Infelizmente, apenas pensa e imagina, mas, não está.

Essas virtudes estão sim, dentro até do mais rude e vil animal Racional. Mas, ele não está de posse dessas virtudes, por estar ligado à sua parte animal, onde existe o falso amor, a falsa paz, a falsa fraternidade, as falsas virtudes.

É o caso de dizer: “Que vale ter um diploma comprado se você não conhece a profissão?”

E, assim, sendo tudo falso, torna-se tudo muito variante. Hoje ama, a ponto de dizer que dá a vida pelo outro. Amanhã já não ama mais, transformando-se, em muitos casos, o amor em ódio, às vezes fatal. Prova de que nunca foi amor. O amor é eterno e não se desgasta em hipótese alguma, assim como as demais virtudes.

E, por isso, o mundo é de sofrimentos até morrer, por viver de hipocrisia, por a maioria absoluta não estar de posse de suas virtudes, que se encontram na sua parte Racional. Vivem (quase que absolutamente todos) ligados somente à sua parte animal e de posse do falso amor, da falsa paz, da falsa fraternidade, enfim, de virtudes embusteiras, razão porque todos são variantes, desequilibrados, com raras e honrosas exceções.

Para estar de posse das verdadeiras virtudes, tem que estar de posse da IMUNIZAÇÃO RACIONAL, que se encontra na nossa parte Racional, a qual precisa ser CONHECIDA, RECONHECIDA, DESENVOLVIDA e EVOLUÍDA.

Levamos eternidades para desenvolver a nossa parte animal, que só sofrimentos nos traz. Por que eternidades? Por a parte animal não ser o nosso natural e, por isso, foi muito difícil o seu desenvolvimento, que é a parte do pensamento e da imaginação.

Agora chegou a fase do desenvolvimento do raciocínio, a parte Racional. E por Racional ser o nosso verdadeiro natural, não vai levar milênios para ser desenvolvida essa parte, mesmo porque a fase em vigor na Natureza é Racional, e nossa mãe Natureza concorre em tudo para que esse desenvolvimento se complete o mais rápido possível.

Mas, tem viventes apressados, devido o seu desequilíbrio, esquecendo-se de que tudo evolui naturalmente, tendo começo, meio e fim. Levaram eternidades para desenvolver a parte animal e quando conhecem Universo em Desencanto, querem, porque que querem que da noite para o dia o seu raciocínio se desenvolva e dê solução de todos os seus problemas.

São pessoas ainda muito doentes que a mente não consegue alcançar a ordem natural das coisas e, com esse desequilíbrio, acabam se prejudicando e retardando o seu desenvolvimento racional.

Outros, ainda pior, largam o tesouro de solução de sua vida, Universo em Desencanto, para voltar atrás para procurar a solução de seus problemas na cultura do pensamento filosófico/científico (que nada nunca solucionou em definitivo). Esquecem essas pessoas que há milênios elas viveram buscando no pensamento essas soluções e nunca encontraram.

São pessoas que realmente ainda não conseguiram enxergar a diferença entre o joio e o trigo, por falta de amadurecimento. E para amadurecer, o que é preciso? Muito sofrimento, pois, somente o sofrimento faz o dorminhoco acordar.

E enquanto todos não acordarem para a vida real, que é a vida Racional, continuarão tentando, em vão, dar amor, paz, fraternidade etc., por não estarem ainda de posse dessas virtudes, que somente alcançarão com o desenvolvimento do raciocínio.

Continuarão pensando que estão dando amor, paz, fraternidade e tudo de bom, mas, estarão apenas dentro de um grande magnetismo, sendo magnetizados por tudo e por todos e magnetizando os demais.

Procuremos estudar Cultura Racional para nos desenvolver e evoluir racionalmente, para assim ficarmos de posse da IMUNIZAÇÃO RACIONAL e, aí então, estarmos realmente preparados para dar o amor verdadeiro, a fraternidade verdadeira, a paz verdadeira e tudo de verdadeiramente bom e de bem.

Sim, porque ninguém, ninguém mesmo pode dar aquilo que não tem. Não são as palavras que têm poder, palavras são apenas códigos, aparências. O poder está na essência que as palavras representam.

Aprendamos a viver com o mundo das essências e, não, com o mundo das aparências, pois, esse embusteirismo, por nada ser, leva todos que nele se baseiam a nada serem também.

Portanto, primeiro se abastecer do que é real, para depois poder transmitir o que é real.

Somente o raciocínio nos abastece, nos fortifica e nos engrandece dentro do que é real.

Leiam Universo em Desencanto.

 

 

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A CIÊNCIA E O ESPIRITISMO

(RACIONAL SUPERIOR – 1º VOL. DE UNIVERSO EM DESENCANTO)

 

Aqueles que seguem a espiritualização de diversas denominações, vão sendo lapidados com muita dificuldade, até chegarem ao ASTRAL SUPERIOR. Mas, o vivente que seguir esta escrituração não precisa dar uma volta tão grande, porque nestes dados encontrou o caminho e a entrada direta para o ASTRAL SUPERIOR.

Estes pontos precisam ser bem esclarecidos, porque são o essencial à vida de todos e o seu conhecimento evitará ao vivente todos esses sofrimentos que se vêem no mundo.

As crianças já vêm sendo criadas com essa educação, seguindo uma infinidade de filosofias, super filosofias e contos. E só quando souberem o que aqui está escrito é que irão fugir dessas normas para dizerem:

“Eu agora sei com consciência o que é a natureza de todos e não posso mais alimentar as amarguras dos dias vindouros.”

Procurando esclarecer-se e esclarecer todos pelos meios claros e certos que aqui estão provados e comprovados para o bem do vivente.

Vejam bem como o espiritismo tem progredido nestes últimos tempos! É uma coisa assombrosa! O povo se afasta de outras filosofias, procurando encontrar o apoio no espiritismo, que já se tornou mais do que popular, espalhando-se por todos os lugares, cada vez aumentando mais.

São os primeiros passos para alcançar o ASTRAL SUPERIOR ou não alcançar esta graça, pois, uns a alcançam e outros não. E muitos já começam aqui a conhecer, contando com as influências do ASTRAL SUPERIOR. Todos os que conhecem a sua natureza e guiam-se pelos pontos provados e comprovados que aqui estão, seguirão sempre certos. Ao passo que aqueles que saírem dessa norma sofrerão dobrado, por seguirem a dúvida e o erro.

Está aí a causa e a origem do sofrimento de todos – a atuação que os viventes sofrem sob a influência dos habitantes do vácuo, onde todos vivem na dúvida e na experiência. Não há entendimentos. Na mesma hora em que estão se entendendo, desentendem-se. Tudo isso devido à atuação que obriga o vivente, nessas condições, a ser um perturbado, fazendo-o chegar ao seu caminho de qualquer maneira: pelo bem ou pelo mal.

Por isso, a ciência fez ciente a todos de que tinham espírito. Como quem diz: todos são espíritas, todos têm que procurar por eles. Espírito é coisa invisível, superior a vossa categoria, dominando sob todos os pontos de vista a todos os viventes deste mundo.

O vivente que tem conhecimento de sua natureza deve colaborar em benefício de si mesmo, pois, do contrário nada conseguirá e sofrerá dobrado, porque erra com consciência e, não, por inocência. É consciente do seu erro e se mantém esse erro é porque quer sofrer. Os inocentes têm o desconto, por serem inocentes. Mas, os conscientes, não. Esses não merecem o desconto e sofrem dobrado, porque trabalham contra o seu sossego, contra a sua dignidade, contra a sua felicidade, contra a paz e contra tudo que é bom, procurando somente o mal para si mesmo.

E, por isso, vejam que ninguém tem sossego em lugar nenhum, ninguém vive satisfeito. Não há compreensão, pois, vivem mais contrariados do que satisfeitos, pensando nisto, naquilo ou naquilo outro. Os viventes sentem um estado de coisas dentro de si que nem sabem explicar. Sentem-se fatigados, cansados, indispostos, sem ânimo muitas vezes de cuidar dos seus afazeres.

Enfim, perturbados de uma tal forma, que o sofrimento vem provar que todo o ser humano é um espírito que se mantém na metade do saber. E, por isso, mais nada sabe de si, aprendendo sempre, perseguidos pelos viventes do vácuo, da baixa atmosfera, que estão incumbidos, pela própria natureza, de fazerem, à força de tantos padecimentos, com que todos cheguem a seus lugares o mais depressa possível.

A natureza já está incumbida de fazer com que o vivente volte ao seu lugar de origem. E, por isso, de uma forma ou de outra, pelo bem ou pelo mal, vai fazendo com que o vivente procure o caminho da IMUNIZAÇÃO RACIONAL, para alcançar o ASTRAL SUPERIOR.

Para os que procuram o bem de si mesmo, está aqui o mapa da trajetória em vossas mãos. Conhecendo o que são, o porquê assim são – o que os teimosos não querem compreender agora, mas, amanhã, com o decorrer dos dias, vão querer e implorar.

Os espiritualizados, espíritas, em experiências, também chegarão por esse meio a conhecer a IMUNIZAÇÃO RACIONAL. Mas, os que agora estão conhecendo esta Obra, esta exposição da verdade das verdades, não precisarão dar essa volta tão comprida, por terem aqui a salvação no UNIVERSO EM DESENCANTO.

Foi dito que todos são animais racionais. Mas, com o tempo, deixariam de ser. E, por conhecerem o que estão conhecendo pela Imunização Racional, passarão de animais Racionais para Racionais puros.

Foi dito que todos eram animais Racionais, por serem muito atrasados e não conhecerem o verdadeiro natural do ser humano. Mas, com o tempo, com os esclarecimentos que aí agora estão chegando, é que chegarão todos aos seus verdadeiros lugares, o mais breve possível.

É bem desagradável viver como vivem – uma vida de infelicitados, de infelizes. E, por isso, se diz uma vida de animais Racionais, que agora, por meio destes esclarecimentos, modificar-se-á, passando a ser uma vida de felicidade.

O vivente não estará mais preocupado, nem exposto aos verdugos das encostas de anil, que são os viventes invisíveis, habitantes aí do vácuo, incumbidos da tarefa de atordoar e mutilar todos – e que fazem tudo quanto é de ruim para dar o desassossego e a intranqüilidade a todos da Terra.

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O QUE É A NATUREZA

(Colaboração de Cida, São Paulo)


São duas energias, magnética e elétrica, dona de todos os feitos , a fonte de todos os feitos de matéria, a energia magnética e elétrica
Porque a água e a terra são duas energias.
A terra, a energia magnética, e a água, a energia elétrica.
E essas duas energias é que se transformaram em todos os seres que existem no ar, no espaço e na terra.
Essas duas energias transformadas em matéria animal, vegetal e mineral.
São duas energias que é a vida de tudo que vive no ar, no espaço e na terra.
Para verem que tudo é energia transformada nesta infinidade de seres: animal, vegetal e mineral.
São essas duas energias, a vida, dona de todas as vidas elétrica e magnética.
Tudo é energia transformada em seres de matéria.
Por exemplo: o que é o sêmen?
É uma energia transformada em líquido elétrico e magnético, que se transforma em máquinas de vida animais, vegetais e minerais, e que botaram o nome nessas duas energias, que são ou que é a vida dona de todas as vidas, de natureza.
E o nome verdadeiro não é esse, o nome verdadeiro, essas duas energias em conjunto, é a vida, dona de todas as vidas, ou a fábrica de todas as vidas, desse conjunto elétrico magnético, e que botaram o nome da vida, dona de todas as vidas, de natureza.
Achando que esse natural deformado, degenerado, poluído e enfraquecido e sempre em transformações, fosse o verdadeiro natural, porque pensavam e julgavam que a vida fosse essa mesma, por viverem desconhecido de se mesmo.
Então, botaram o nome da vida, fábrica de todas as vidas, dona de todas as vidas, de natureza, por não saberem a origem verdadeira dessas duas energias, por viverem desconhecido de se mesmo.
E por viverem nesse estado de desconhecimento completo de tudo, pensavam que a vida fosse essa mesma e não sabendo o porquê dela.
E existindo todos nesse segundo mundo, sem saberem o porquê existiam aí nessas condições precárias de vida passageira e provisória.
Hoje é que estão passando a se conhecer e a saberem quem são, e de onde vieram e para onde vão.
Hoje por passarem a se conhecer, sabem que a origem dessas duas energias foi a Energia Racional que, por se transformar, com a transformação da PLANÍCIE RACIONAL, a Energia Racional ficou transformada.
E nessa transformação deu origem essas duas energias.
Mas, viviam todos sem se conhecer e achavam que a vida fosse essa mesma, por viverem sem se conhecer.
E fizeram destas transformações e degeneração, e poluição, e enfraquecimento, como se a vida fosse essa mesma, por desconhecerem a sua verdadeira origem de Racional puro, limpo e perfeito, com seu progresso de pureza, no seu verdadeiro natural, o MUNDO RACIONAL.
(RACIONAL SUPERIOR)154
º do Histórico dos Livros Universo em Desencanto, páginas 67 a 69.

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O PONTO FINAL

O mundo está em reforma e, por isso, a confusão.

Assim não ficam nossas casas, nossas empresas ou qualquer instituição quando está em reforma?

Até parece que tudo está pior. Desacomoda todo mundo, para colocar tudo e todos nos seus devidos lugares.

É mesmo uma confusão!

E nesse estado, uns entendendo a necessidade da reforma e outros nem sabendo que se trata de uma reforma, só enxergam o seu comodismo sendo incomodado.

É minha gente, nunca passamos por uma reforma assim tão grande no mundo, que se trata da recuperação da natureza e de todos os seus pertences. Recuperação, sim, porque este mundo em que vivemos é um apêndice deformado do nosso mundo real, eterno, o MUNDO RACIONAL.

E como esse apêndice está infeccionado, doente!

Tinha e tem mesmo que passar por essa grande mudança para se reintegrar ao mundo real.

As infecções são as turbulências naturais (terremotos, vulcões, furações tsunamis, tornados, frio de matar, calor de matar, secas, enchentes, doenças curáveis e incuráveis, doenças físicas, emocionais e psicológicas etc.).

E as turbulências artificiais, as artes de toda sorte criadas pelos “humanos”, tornando a vida artificial, penosa e danosa à vida humana, à vida animal, à vida vegetal, à vida mineral e à vida astrológica. Sim, porque tudo que criamos de artificial exala um fluído maléfico que prejudica toda a natureza visível e invisível.

E dentro de tudo isso, como pode existir algum ser absolutamente sadio? Não há, pois, onde há saúde perfeita, há harmonia perfeita de todos os seres.

Então, é hora de MUDAR, mudar de um mundo imperfeito, deformado, degenerado, poluído e, por isso, em transição constante, provisório, para um mundo perfeito, puro, limpo, eterno.

Nada aqui neste mundo, por ser imperfeito, tem condições de nos tirar dessa situação, por tudo e todos serem imperfeitos. Somente a perfeição pode nos fazer voltar à perfeição. Aqui tudo é somente para remediar e, não, para curar.

A perfeição, o MUNDO VERDADEIRO DE NOSSA ORIGEM, pois, não há efeito sem causa. A imperfeição, este apêndice inflamado que é este mundo material (visível e invisível) em que vivemos.

Daí, a importância de conhecer o mundo de onde viemos o MUNDO RACIONAL, ligar-nos a ELE, para que ELE nos conduza à eternidade, em vida.

Tudo isso vamos aprender com muita obediência, persistência e paciência na escrituração do mundo da nossa verdadeira origem, o MUNDO RACIONAL. Procuremos pesquisá-la com a seriedade que a ela é devida: UNIVERSO EM DESENCANTO.

Tão somente o saber verdadeiro nos dá condições de sermos reconduzidos à origem. E sem este saber tudo são apenas como gotas d’água que se desfazem no chão: gotas de amor, gotas de compreensão, gotas de fraternidade, gotas de paz, gotas de felicidade, gotas de serenidade, gotas de equilíbrio etc. Resumindo-se tudo em apenas sonhos, por não ter a base do saber verdadeiro para consolidá-las, transformá-las em essência, de leveza tal, a ponto de voar direto para o seu estado natural de RACIONAL, ou seja, puro, limpo e perfeito.

Saiamos da confusão e alcemos vôo em completa união!

É o ponto final!

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SEM O SUPORTE DO ENCANTO, O HOMEM TERIA VERGONHA DE SI MESMO

(Severino dos Reis)

Os leitores que acompanham as postagens do nosso site, certamente já perceberam o nosso empenho, em mostrar a importância da CULTURA RACIONAL para todos, independente de classe ou posição social; do mais humilde cidadão aos intelectuais, até os mais notáveis Cientistas: para os seguidores e para os mestres de todas as Religiões, seitas e doutrinas; para as autoridades civis, Militares e governamentais.

Porque a CULTURA RACIONAL é para todos os seres humanos; é o último passo na escalada da evolução cultural da humanidade, para completar o saber do homem, que redunda em desvendar os mistérios da origem do universo e da vida.

Para o homem alcançar a evolução atual, foi uma longa caminhada; o primeiro passo foi dado no final da fase de monstros, que seguindo a constante evolução, eles estavam em transmutação: de monstros para primitivos selvagens, homens das cavernas, o início da pré-história.

O segundo passo, foi no final da cultura da pré-história e o início da Cultura da Civilização.

E agora, o terceiro passo, com o fim da cultura da Civilização e o início da CULTURA RACIONAL, na fase Racional.

A Cultura da pré-história tinha como objetivo, desenvolver a matéria, o lado esquerdo do cérebro, a imaginação do homem com a energia magnética; a Cultura da Civilização tinha como objetivo, desenvolver o lado direito do cérebro, com a energia elétrica, o intelecto do homem, o pensamento.

E agora, chegou a CULTURA RACIONAL com um objetivo maior: desenvolver a parte central do cérebro, o Raciocínio, a parte Divina do Homem, com a energia Racional.

Porque o habitante do mundo Racional estava fora do seu estado natural, há vinte e uma eternidades, por fazer mal o uso do livre arbítrio que lhe era peculiar.

Perceberam que a CULTURA RACIONAL vai acender e ativar a centelha Divina, a parte mais importante que estava inativa no cérebro de todos os seres humanos?

É por isso que o homem é filho de Deus que é eterno, onipotente, e o homem na deformação, restringiu-se a uma centelha, como embrião na matéria, sem nenhuma potência.

Nessas condições humilhantes, ridículas!

Que se não fosse o encanto, a ilusão, o homem teria vergonha de si mesmo.

Imaginem um artista famoso, um Presidente e tantos homens importantes, orgulhosos de sua posição social!

Mulheres lindas, perfumadas, damas da sociedade, verdadeiras Deusas como costumam dizer! Ter que ingerir alimentos todos os dias, para não morrer de inanição; e depois ter que expelir os resíduos, para não morrer de intoxicação ou outro tipo de complicação qualquer.

Porque, somos animais Racionais, mas até hoje, só está em funcionamento o nosso lado animal.

Agora, a Natureza alcançou o tempo, trouxe a CULTURA RACIONAL para desenvolver o Raciocínio, que coloca o Racional em funcionamento e completa esta obra Divina, que são os seres humanos.

Raciocinando, liga-se ao MUNDO RACIONAL, pondo fim a esse ridículo e a todas as humilhações, porque deixa de ser animal e passa a ser só Racional: puro, limpo e perfeito, não necessitando mais de alimentação.

Essa é a razão do nosso empenho. Porque, nós já estudamos a CULTURA RACIONAL, conhecemos o teor da sua importância! Embora saibamos que sempre criamos raízes, na energia de cada Cultura. Ficamos enraizados no poder da energia magnética que era o DEUS da época e foi muito difícil desvencilhar da pré-história.

Mas com muito jeito e um pouco de lapidação, a Natureza foi nos arrancando da primeira Cultura e nos plantando na Civilização. E agora, estamos enraizados na Cultura da Civilização, iludidos, entusiasmados com tantas Ciências, com tantas crenças, deslumbrados com a Informática, também está muito difícil, nos arrancar da Civilização, para plantar-nos, na fase Racional. Porque, algumas experiências parece confirmarem as expectativas da Ciência, fazendo crescer a confiança no progresso da Cultura da Civilização, que na realidade, acabou em 1935, com a chegada da fase Racional.

Comprove tudo isso que estou dizendo, estudando mesmo! Os livros da obra, UNIVERSO EM DESENCANTO, que é a didática da CULTURA RACIONAL, que é impossível contestar. Mas é estudar mesmo! Não fazer uma leitura dinâmica e dizer que conhece.

 

 

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TINHA UM GLOBO NO MEIO DO CAMINHO

(Porfirio J. Neves)

O Livro Universo em Desencanto foi feito na forma em que os inconfundíveis se confundem com muita facilidade.

Os inconfundíveis são todos aqueles que têm certeza das coisas. Têm tanta certeza do que sabem que não percebem como é grande a confusão provocada pela emissão de seus pareceres.

Assim são os nossos formadores de opinião, quer no aspecto científico – religioso quer no aspecto político, social e econômico. Formador de opinião é um perigo!

Ao elaborar este assunto, não deixei, é claro, de perceber meu próprio contexto para não emitir certezas inconfundíveis, embora esta minha certeza possa já ser um indicador da minha própria confusão. Por esse motivo, o título – tinha um globo no meio do caminho.

Bem, vamos lá! Quem não arrisca não erra mesmo! Se errar é humano, então estou me sentindo muito humano neste momento. Mas, pelo amor de Deus, não precisamos abusar desta nossa inconfundível humanidade.

O propósito de tentar ou sutilmente ironizar certas posições é para não ferir suscetibilidades pessoais. Porém o esclarecimento se faz oportuno e necessário.

Dizia o poeta: -“tinha uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra…”. Poesia em tom filosófico, que corresponde ao fato de o ser humano encontrar sempre certos obstáculos em todas as suas realizações na vida. Sempre temos um obstáculo a ser ultrapassado. Sempre temos uma pedra no meio do caminho, mas de modo imprevisível. E o poeta assim mostrou.

Agora, quando essa pedra é do tamanho de um Globo e os inconfundíveis não o vêem, imaginem o tamanho da confusão. Se não conseguem enxergar o Globo no caminho, imaginem como é que poderiam ver uma pedra! Nunca!

Temos tanta certeza da forma que vemos o mundo que, quando ALGUÉM nos mostra a realidade não percebemos a pedra do caminho, ou melhor, o Globo no meio do caminho. Por isso é que é imprevisível.

Antes de prosseguir nesta temática é importante fazermos uma prévia análise do caminhante. Se tem uma pedra no caminho é porque alguém está caminhando.

E quem caminha? É o ser humano! E quem é o ser humano? É um ser pensante desconhecido de si mesmo. Então, está explicado! Certamente vai encontrar muitas pedras no meio do caminho por ser pensante. O pensamento adora este tipo de vida. Surpresas e mais surpresas, senão o mundo perde a graça!

Que coisa mais imbecil, é viver desta forma! Mas, como dizem, -“para quem gosta, sofrimento é regalo da vida”!

É deste ser humano que primeiramente precisamos fazer uma melhor análise para compreendermos o por que de encontrarmos tantas pedras no caminho.

A nossa tríplice personalidade criminosa e monstruosa: uma escondida no íntimo e outra por fora, para as aparências. Um jogo bom por fora, com aparência muito boa; por dentro do íntimo, completamente ao contrário. Então, duas personalidades em uma só. Uma escondida e oculta, outra visual. E ainda tem a personalidade da imaginação que corresponde ao imaginário individual, fechando assim o tripé da imbecilidade e da ignorância humana. E tem gente que acha isso natural!

Só por aí, com esta percepção, já é de causar nojo em todos nós e ainda mais porque não podemos nos escusar de sermos isso mesmo.

E muitos ainda dizem: -“eu não queria ser assim”!

Porém toda esta confusão de personalidades e seus respectivos desvios têm suas causas e suas finalidades, que são os vínculos e as ligações, o alimento e as atuações sobre este ser humano pensante, depauperado, que por ser um centro astrológico estava sujeito a receber todo tipo de influência boa ou má, positiva ou negativa, tudo isto com a finalidade de se lapidar e ser preparado para se conhecer verdadeiramente, até encontrar sua verdadeira personalidade.

O mundo é assim, cheio desses ‘desconjuráveis’ que, na mente o inconsciente é pequeno em tudo, o consciente é prepotente e o subconsciente ainda mais. Portanto, todo vivente tem três pensamentos: tem o modo consciente de pensar, o modo inconsciente e o modo subconsciente.

Olha o pensamento como é!

É por isso que ninguém podia regular com o pensamento. Quando o vivente está atacado pelo pensamento no modo inconsciente é um verdadeiro desequilibrado, quando está atacado pelo pensamento no modo consciente fica mais equilibrado e quando está atacado pelo pensamento no modo subconsciente, mais firme e mais baseado.

Pode-se ainda dividir estes três pensamentos em inconsciente bom, mau e variante; consciente bom, mau e variante; e, subconsciente bom, mau e variante.

E, por a natureza de todos ser assim é que o vivente, mesmo sabendo disso, muitas vezes passa como quem não sabe, pois neste mundo não é lugar de puros, limpos e perfeitos.

É a aquela velha coisa de dizermos que errar é humano! Até podemos compreender estes nossos pontos de variação que são devidos às influências do meio em que vivemos, mas persistir neste erro não é humano é burrice!

Ficar usando as influências da natureza como pretexto para justificar seus erros é no mínimo hipocrisia. Quando se tem um esclarecimento deste nível, Racional, o mínimo que devemos fazer é procurar meios e recursos para deixar de ser assim.

Somos assim por sermos produto desta natureza que não regula, mas, todos nós temos uma origem verdadeira dentro de nós mesmos, a nossa verdadeira pessoa para nos mostrar o caminho do bem! Estou falando do nosso maior amigo, o Raciocínio – este mesmo que nos confere a personalidade Racional, a única e a verdadeira personalidade do ser humano, que anula todas as outras.

No Caminho do Bem não tem pedras, não tem pedras no Caminho do Bem, porque neste caminho não há variações, nem altos nem baixos, é um caminho reto, certo, seguro. O caminho do bem é Racional, de volta para o verdadeiro natural. No caminho do bem o progresso é Racional.

Então, voltando ao caminho dos confusos que se julgam inconfundíveis e que muitos ainda nele estão e não percebem, mas, basta ver as pedras; tinha uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra. Ou era um Globo?

No meio do caminho tinha um Globo! E os confusos não viram o Globo.
Acharam que o Globo era a Terra como se a Terra fosse um globo.

Vejam este trecho que foi escrito durante a preparação do livro Universo em Desencanto.

“E assim gira o Sol ou gira a Terra? Gira o Sol fazendo o seu percurso em torno da Terra, meio de lado, e por o globo ser oval e ter partes altas e baixas, quando o sol está na parte baixa a alta fica no escuro e quando está na parte alta é a baixa que escurece. Então diz-se: noite e dia.”

Você viu o globo? Não! Então vamos à descrição inicial feita nas Obras Primas:

“Está aí o giro do Globo e que muitos pensam e têm certeza que o Sol é que faz o seu giro. Não, filhos, ele não sai do seu lugar, enquanto todos vós precisais dele e ele não precisa de vós – é o giro do Globo.

Esse giro, em comparação, tem por base o seguinte: vós botais um pouco d’água dentro de uma bola; em cima d’água vós colocais um pedaço de pão abrangendo toda a circunferência e rodai a bola devagarzinho, que o que está dentro da bola não sente o giro dela. É quase esta comparação diminuta que eu vos dou, sendo com o trio de diferença, também muito diminuta. Marca um pontinhozinho nesta bola e pendura uma cabeça de fósforo. Vê se não dá o sentido que eu estou dando”.

É fantástica, esta descrição do Mundo, onde todos estavam preocupados com a terra e com o sol – geocêntricos, ou preocupados com o sol e com a Terra – heliocêntricos; nem um nem outro. Nem geocêntrico, nem heliocêntrico. O Globo é que determina os movimentos relativos para produzir o dia e a noite.

Tinha um globo no meio do caminho! Mas nossa mente, conturbada por todas essas influências do pensamento e da imaginação, não podia entender a realidade e, por isso, vivíamos colocando pedras em nossos caminhos. Que pedras são essas? São exatamente esses modelos artificiais criados pela mente humana que servem apenas para lapidar – o que já é muito bom!

O modelo mais perverso que foi criado pela nossa mente é aquele em que colocamos um Deus Criador para justificar a existência de tudo e de todos. São os tais paradigmas.

O modelo do sistema solar já mudou várias vezes de concepção, mas ninguém consegue explicar tudo. Temos ainda o modelo atômico que também explica muitas coisas observadas na física e na química, mas nem todas, por isso já estamos falando dos modelos quânticos, e por aí vai! Para cada pedra que retiramos do nosso caminho deixamos outras pedras cada vez maiores.

E ainda tem gente querendo aprender o caminho das pedras! Quanta basófia! Quanta bobagem vai pelo mundo. O melhor é aprender o caminho verdadeiro – o Caminho do Bem.

A lapidação é muito boa, mas, jamais, em tempo algum, poderíamos descobrir nossa verdadeira personalidade nem muito menos a nossa verdadeira origem se ficássemos apenas baseados no conhecimento extraído de nossa mente.

Mente variante, pensamentos variantes; ou são os pensamentos variantes que tornam a nossa mente variante? As duas situações são verdadeiras e objetivas. Pensamos de forma variante por causa das influências e das ligações às quais estamos sujeitos e por causa destas influências só produzimos pensamentos variantes, bons ou maus.

E assim foi que o pensamento transmitiu na mente dos pensadores o conceito de “terra oca”, só para lapidar. Mas, ao mesmo tempo, vejam como se encaixa direitinho se olharmos para a “terra oca” como sendo um globo envolvendo a terra, como nos apresenta a primeira descrição do Racional feita nas Obras Primas.

Está aí! O Globo é a parte móvel onde o Sol está fixado, por isso não precisa sair do lugar; um globo oval e uma Terra plana, ou melhor, com seus altos e baixos, porém planos.

O Sol faz assim a sua trajetória sem sair do lugar. É como uma pessoa que vai de um lugar a outro dentro de um ônibus sem sair do lugar em que está sentado. Quem está no lugar do lado de fora do ônibus até diz que a pessoa lá dentro está passando, mas na verdade a pessoa não sai do lugar em que está sentada. Basta ver o ônibus – ou, basta ver o Globo. Cada coisa no seu lugar. E assim é que o Racional Superior nos mostrou como é o nosso mundo, este conjunto elétrico e magnético, onde a Lua funciona como uma bateria e nunca um satélite. Esse negócio de satélite é coisa do modelo artificial.

Ha! As palavras! Sempre as palavras! Quanta confusão ainda temos a desfazer por não estarmos atentos às palavras e como elas são pronunciadas e seus múltiplos significados de acordo com as circunstâncias e de acordo com a entonação. Toda a lapidação ainda é pouco para alcançarmos o verdadeiro caminho, mas todos têm o direito e a liberdade de opinar e opinar forte. O importante é não faltar com o respeito, porque a falta de respeito é a pior pedra que colocamos em nosso caminho. Fica tudo fechado e ninguém chega a lugar algum sem o devido respeito.

Estude mais, leia mais; conheça o livro Universo em Desencanto como se deve fazer, como o próprio livro recomenda, para não ficar emitindo opiniões às avessas, opiniões paralelas baseadas no que conheciam e que nunca resolveu nada de positivo na vida de ninguém, serviu apenas para lapidar os rudes e os atrasados.

Cultura Racional é a revelação que toda a Humanidade estava esperando; já chegou! Por isso afirmamos, acabou a esperança! Esperar mais o quê?

 

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PROCÓPIO FERREIRA, UMA LUZ QUE NÃO SE APAGA!

(Dênison da Silva Netto)

Nesta Carta, Presto Sincera Homenagem a um Idolatrado e Grandioso Ator, um dos Maiores Patrimônios e Baluartes que o Teatro Brasileiro já teve, que emprestou todo o seu talento à arte de representar, levando emoção, alegria e sorrisos às platéias de todo o Mundo: “Sr. Procópio Ferreira”, Nome Artístico de “Sr. João Álvaro de Jesus Quental Ferreira”, Nascido no Rio de Janeiro RJ, em 8 de julho de 1898. Procópio descobriu cedo o talento de envolver a platéia, arrastando aos seus espetáculos contingentes de público de fazer inveja aos maiores sucessos de hoje. Em 62 anos de carreira, Procópio interpretou mais de 500 personagens em 427 peças.

 

Procópio Ferreira dizia que o sucesso chegou quando ele parou de pensar com a sua própria cabeça para pensar com a cabeça do público. Sua primeira peça foi Amigo, Mulher e Marido, fazendo o papel de um criado, em 1917, no Teatro Carlos Gomes. Seu maior sucesso no teatro foi o espetáculo Deus lhe Pague, de Joracy Camargo, com o qual viajou o país inteiro e foi para o exterior. Participou de mais de quatrocentas peças e teve uma carreira de mais de 60 anos.

 

Procópio também fez televisão e participou das telenovelas A Grande Viagem, As Minas de Prata, Redenção, Dez Vidas e Divinas & Maravilhosas. É o pai de uma das mais importantes atrizes e diretoras brasileiras, Bibi Ferreira.

 

O que poucas pessoas sabem é que o Sr. Procópio Ferreira andava muito doente, não andava, estava quase paralítico, não acreditava em mais nada, Colegas e Amigos já lhe consideravam um Moribundo, estava desacreditado até de viver, já bem dizer desenganado por médicos e amigos, sendo que o farmacêutico que lhe aplicava injeção lhe divulgou a Obra “Universo em Desencanto” e disse que esta leitura o Ajudaria muito. E passados uns dias estava ele completamente recuperado, curado por completo dos seus problemas de saúde que lhe afligiam “fato este provado, verídico”. Ele passou a ser um Grande Divulgador da Cultura Racional.

 

Foi morar numa rua sem calçamento em Nova Iguaçu RJ, para Ficar mais Próximo do “Retiro Racional Universo em Desencanto” onde são fabricados os Livros” tamanha era a satisfação dele com o benefício alcançado através do estudo diário desta Obra Natural, Benfeitora, Consciente e Positiva. Fez a sua passagem desta vida vários anos depois em 18 de Junho de 1979 após cumprir dignificante missão aqui neste mundo em que vivemos.

 

E Hoje, presto esta Justíssima Homenagem a esta Pessoa Nobre que além do Talento de um Dom Natural foi um grande divulgador deste Conhecimento, relatando, orientando as pessoas a conhecerem a Cultura Racional, a entrarem em sintonia com a Natureza, com a Fase do Desenvolvimento do Raciocínio a qual ele alcançou com Brilhantismo, Humildade, Respeito, Simplicidade, Dedicação pelo estudo desta obra comumente chamada por ele de: “Livro Deus” por Beneficiar milhares de pessoas no mundo todo, só faz bem e respondeu todas as perguntas que, na Biblioteca dele, de mais de 21 mil volumes não encontrou, e por isso, ele se desfez dessa biblioteca, dando os livros para os amigos. E o livro “Universo em Desencanto” passou a viver em sua biblioteca. E assim ele cumpriu sua Missão Terrena com Brilhantismo, sendo até hoje muito lembrado, conhecido e reconhecido pela maioria das pessoas como a “luz que não se apaga”, pelo Profissionalismo Competente, Indiscutível e sua Personalidade Brilhante.

 

(Observação: acrescentamos que Procópio Ferreira tinha uma biblioteca em sua residência com mais de 12000 livros de toda espécie, de variados assuntos de relevância, biblioteca essa da qual se desfez, doando todos os livros, após conhecer o conteúdo dos livros Universo em Desencanto e dizia, que nos Livros Racionais encontrou a VERDADE que anteriormente buscou, em vão, em todos os livros, os quais somente continham fragmentos de verdades.)

 

 

 

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NÃO APRESSEMOS AS ÁGUAS DOS RIOS

Vitória Régia

https://drive.google.com/open?id=0B_Q1dy73C4FdanNCZVdOWjFtb28  (Clique no link para ouvir o áudio)

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(*)

Respeitar a vida como ela se apresenta, eis uma questão tão simples e, ao mesmo tempo, tão difícil de ser assimilada e incorporada ao nosso complicado cotidiano!

Se nós humanos fôssemos tão simples como as águas de um rio, todos nós já teríamos, há muito, alcançado todos os nossos objetivos, como um rio que, calmamente, naturalmente, sem planos nem projetos, alcança lentamente as águas do mar.

Mas, acumulamos em nosso curso de vida, tantas ilusões, tantas fantasias, tantas paixões, tantas esperanças… O rio nada espera, tem em si a certeza de desaguar no mar.

Embriagados por tudo que queremos que seja, sem que esse tudo corresponda à realidade determinada pela natureza (que nossa vida traçou), vamos amontoando sonhos de imaginações inconscientes, criando lixos monstruosos no curso de nossas vidas, que vão desvirtuando-as do rumo certo e sem sofrimentos: aquele que nossa mãe natureza traçou.

Como é triste não se conhecer! Quem não se conhece, não conhece a vida! Quem não conhece a vida, não pode mesmo, saber bem viver!

A pressa é inimiga da perfeição!

Apressados em querer encontrar a paz, o amor, a fraternidade, criamos métodos artificiais, na ilusão de se evitar os sofrimentos naturais, que não entorpecem, para trocá-los por sofrimentos insuportáveis advindos do desrespeito aquilo tudo que tem que ser, por ter sido determinado pela soberana natureza.

O apressado come cru!

E o cru é indigesto e, às vezes, fatal!

Olhemos para as nossas vidas como elas estão! O mundo se tornou uma casa de loucos, de tal forma, que num mundo como este, quem é normal é considerado um louco.

A paciência, a prudência, a diplomacia, o bem fazer, a persistência, a tolerância, a simplicidade, a obediência, a calma tornaram-se matérias-primas raras! E quem as tem, que as conserve bem protegidas – chegará o tempo de serem as ações mais altamente valorizadas na bolsa de valores da vida, quando, então, os valores materiais, sob efeito dominó, cairão por terra sem valor algum, deixando seus portadores na mais absoluta miséria perante a vida maior, que é a natureza.

O tempo mostrará o direito e a razão.

E quem o consumiu acumulando os frutos da ilusão, da fantasia e da paixão, reconhecerá, tarde demais, que viver é aceitar com gratidão as determinações da força maior, que é a natureza.

E a todos aqueles que, com abnegação e amor, persistiram, muitas vezes sob gracejos e deboches, em se limitar ao simples curso natural de suas vidas, em sintonia com as leis naturais, viverão plenos de júbilos e glórias, recolhendo as pérolas do chão que, graciosamente, distribuíram aos porcos.

O mal da vida está na própria vida que não reconhece a vida, porque prefere a morte.

E o que é a morte?

É tudo aquilo que vai contra as leis naturais da vida.

E quais são as leis naturais da vida?

São as leis que congregam o conhecimento natural da natureza, a cultura da natureza, a CULTURA RACIONAL, que mantém todo o universo em que vivemos e todos os seus pertences há 21 eternidades.

A cultura única que deixamos de cultuar, há longos tempos perdidos, por nos deixarmos levar pela paixão material, que nos fez adormecer na ilusão de que poderíamos apressar o curso de nossas vidas, esquecendo-nos de que não se deve apressar o fluxo natural das águas de um rio.

E onde encontrar essa cultura natural?

Nos Livros Universo em Desencanto.

 

(*) Texto em Inglês:

https://nalub7.wordpress.com/2015/01/25/we-should-never-haste-the-waters-of-the-river/

http://www.universoemdesencanto.com.br

 

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PARECER CIENTÍFICO SOBRE UNIVERSO EM DESENCANTO

Apreciações do Professor Gaspar S.M.Rodrigues Pereira
Professor de Mecânica Celeste da UFRJ e UFF

Achamos o Livro UNIVERSO EM DESENCANTO notável, pelas revelações que contém sobre os problemas cruciais da existência humana. A leitura, a partir das primeiras páginas, poderá não despertar o interesse do leitor desatento e dotado de alguma formação científica. Isso é explicável, porque o Livro visa à humanidade e não aos homens de ciência de um modo particular. Se, porém, a leitura for feita de forma reflexiva, tudo mudará e as verdades envolventes, que emanam de suas páginas, dominarão por fim.

O  Livro contém somente verdades e ensina a usá-las no interesse da Redenção dos homens. A linguagem é específica, violenta, por vezes assemântica, atribuindo conteúdo novo a vocábulos, criando outros, recorre a imagens e processos elementares. Afasta-se dos Cânones da ciência e da filosofia oficiais. Mas, comunica o conhecimento substancial, atingindo, assim, a meta.

O homem culto não deve perder de vista que a linguagem é uma estrutura lógico-formal, edificada para comunicar o pensamento e que uma teoria pode ser exposta, fazendo uso de diversas linguagens (linguagens e não língua, cumpre distinguir as duas categorias). A escolha de uma determinada linguagem é uma questão de comodidade apenas. O Livro fez a sua opção.
A linguagem usada no Livro UNIVERSO EM DESENCANTO é, segundo nos parece, a mais indicada, pela leveza e pelo poder de comunicação sem restrição de leitores que oferece
O Livro é uma obra de cosmogonia, no sentido amplo e metafísico do conceito, em que se introduz e se explica a concepção do Universo; a sua origem é o seu termo, a partir de uma realidade suprema, de um metauniverso a que denomina MUNDO RACIONAL. Esta realidade nos é dada como uma revelação vinda de poderes que transcendem os poderes humanos. Ela associa a intuição à razão; é intuitiva e não contrária às normas da razão; é a fusão da origem da causa e do efeito, como realidade inicial, porque não há efeito sem causa.
Ali encontramos o mistério da vida. A vida encontra-se como um tecido que vincula os seres Racionais, que somos, ao Cosmo. Cosmo este, que se apresenta como um antimundo do metauniverso, realidade inicial. O Livro nos revela que esta vida nos mantém fora do nosso verdadeiro “habitat”, que é o MUNDO RACIONAL. E diz que isso, a nossa queda daquele paraíso, aconteceu porque os seres ali vivendo, no Super Mundo Racional são livres, como exige a condição de seres perfeitamente felizes. Podiam usar o livre-arbítrio e optar pelo Grande Mundo ou antimundo. Aqueles, e somos nós, que fizeram a segunda opção, aqui se encontram e travam a batalha da vida: quem nasce deve morrer.
Mas a morte não significa o aniquilamento, esclarece-nos o Livro. A morte é apenas um ponto singular de nossa trajetória através da vida. O nosso referencial vinculatório jamais desaparecerá; ele está lá no MUNDO RACIONAL. Cabe-nos tomar consciência dessa situação de fato e o Livro no-la dá. É só lê-lo com atenção e persistência, para constatar.

O cultivo das ciências e das artes são manifestações desse sentimento, esclarece-nos o Livro. Traduzem o esforço obstinado da procura da posição de equilíbrio definitivo, da felicidade, em suma, obstinação que caracteriza o ser humano. Essa felicidade realizar-se-á com o retorno à base de partida, o metauniverso, o MUNDO RACIONAL.
Mostra-nos o livro, na forma linguística peculiar, com beleza, por vezes poética, que vivemos no século da nossa Redenção. O desenvolvimento da ciência e da filosofia científica contemporânea, a derrocada do misticismo puro, o descrédito geral que paira sobre a velha tábua de valores, a angústia irredutível da humanidade, a descrença generalizada da juventude na ordem até aqui instituída, que a faz procurar novos caminhos; tudo isto preparou e amadureceu a humanidade para o reencontro consigo mesma. Esse Livro, grande no conteúdo e simples na forma, mostra-nos que o reencontro acontecerá no conhecer o que é CULTURA RACIONAL, que é a cultura do metauniverso perfeito de onde viemos.
Como conseguirá a humanidade entrar na Via Racional, que a conduzirá ao destino último? A resposta encontra-se no Livro UNIVERSO EM DESENCANTO e é  simples como são as grandes verdades.
Lendo e relendo esse Livro, código da verdade, de modo a criar um estado consciente, denominado no Livro, estado de IMUNIZAÇÃO RACIONAL. Nesse estado o ser humano passa a ter contacto direto com os habitantes do MUNDO RACIONAL, com os quais estabelecerá diálogo e, então, o seu equilíbrio realizar-se-á e isso significará que a morte irá lhe abrir a porta da Redenção Eterna. Morrer neste estado, é perder a individualidade para ingressar na vida universal, a eternidade de que falava o grande biologista inglês, Haldane.
O Livro ainda nos ensina: no mundo em que vivemos, há progresso material, mas, a evolução criadora, bem diferente do simples progresso, é apanágio do metauniverso perfeito de nossa origem. Aqui é o reino da contradição e da injustiça, características do mundo em progresso de deformação e decomposição. Este mundo é obra dos homens e deverá desaparecer com eles. O homem é senhor do seu destino e as Entidades Supremas, interferem na vida do antimundo, o qual está sob o governo dos homens.

O estudo e o conhecimento desse mundo em que vivemos, nos permite isolar as constantes do metauniverso, cuja existência é certa, de modo a nos habilitar a compreendê-lo cada vez mais. Passamos, assim, a ter consciência clara de nossa posição face ao Cosmo e à vida.
Em vez de partir para explicar o Universo, da existência de um agente criador, o Livro nos revela a existência do objeto criado, o metauniverso, com toda a sua complexidade. Essa posição é, como não podia deixar de ser, a posição certa do homem de ciência.
Tem-se assim, um supremo mundo postulado, bem dizer, único. A partir daí, os processos inferenciais da razão, aliados à intuição, nos permitem construir uma imagem de grande realidade, que nos é revelada pelo Livro. Essa é também a posição de Russel: partir do objeto criado e, não, do criador.

O conhecimento desse Universo Superior, de onde viemos e para onde vamos retornar, é suficiente para satisfazer o desejo humano de explicação dos mistérios da vida.

Os  trabalhos da lógica moderna, em que pontificam um Kurt Godel, o maior dos lógicos vivos e um Paulo Cohen, homem que resolveu, recentemente, o célebre problema conhecido no domínio da filosofia, da matemática, como Hipótese do Contínuo, nos permitem dizer que a pergunta – quem criou esse metauniverso? – é desprovida de sentido e não pode ser corretamente formulada pela humanidade e, sim, definida de princípio a fim, pelo RACIONAL SUPERIOR, um Ser Superior, do Super Mundo Racional.
A profunda corrente do pensamento filosófico cosmológico, que vem dos racionalistas gregos, Tales e Anaximandro, este o maior pensador do seu tempo (611 a 545 A.C.), passando por Platão e terminando na cosmogonia intuicionista de Bergson, encontra-se nos seus elementos substanciais, representadas nesse Livro singular.
Isso, aliado ao fato de que o Livro nasceu no Rio de Janeiro, da pena de um homem de Cultura Cósmica, que está redigido em linguagem modesta, sem pretensões científicas, leva-nos à convicção de que esse homem é um iluminado e esse Livro, fonte da verdade, é de origem Superior.
O Livro faz questão de acentuar: o seu conteúdo não é ciência, nem filosofia, nem religião e, sim, um conhecimento natural, quer dizer, intrínseco ao uno.
A Redenção, em linguagem popular, deixa intacta a substância profunda das verdades que anuncia, as quais estão ao alcance imediato dos homens, que devem se animar, em benefício próprio, a ler este grande Livro, cuja importância para a humanidade atual é decisiva.

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É PRECISO SE CONHECER PARA PODER BEM VIVER

Parecia para muitos, que nunca poderiam conhecer a Natureza, porque achavam que a Natureza era uma coisa misteriosa.

Pensavam que a Natureza nunca poderia revelar os seus mistérios.

Essas eram as cantigas dos que não se conheciam, porque ainda não tinha chegado a fase do esclarecimento de tudo, a Fase Racional, a fase final da Dona de tudo, a Natureza.

E por não ter chegado a fase da Verdadeira Luz, da lucidez Racional, viviam todos empobrecidos, pensando, por achar que a Natureza era contra quem desvendasse os seus mistérios.

E, hoje, na Fase Racional, estando à disposição de todos a elucidação dos mistérios, dos enigmas, dos fenômenos, dos finitos e dos transfinitos.

Todos que se dão o direito de se conhecer, estão vendo que, na classe passada do animal Racional, ninguém sabia o que dizia, porque ninguém se conhecia.

E de forma que cada qual floria aparentemente com o seu presépio, como podia.

Apresentando todos o que bem lhes parecia.

Ornamentando tudo para ter preferência na primazia.

Então, cada qual procurava ornamentar o seu pomposo presépio, da melhor maneira possível.

Por quê?

Porque ninguém se conhecia.

E, assim, tinham que surgir com as melhores aparências, para encher os olhos de todos que não se conheciam.

O privilégio da vida estava nos melhores ornamentos.

Tudo, por que era assim?

Porque ninguém se conhecia. E continua sendo assim para todos que não se conhecem Racionalmente.

E tinha (e ainda tem para os que não se conhecem) forçosamente de criar as suas estratégias da melhor forma possível, porque ningúem se conhecia.

E quem não se conhece, vai admitindo tudo que não conhece.

E por admitir o que não conhece (pois, quem não se conhece, muito menos conhece as demais coisas), fica à mercê das fracas experiências do pensamento, umas dando mais ou menos certo e outras não, razão porque o sofrimento no mundo é de longos séculos e veteranas eras.

Tudo isso por não se conhecer, mantendo-se como robô do pensamento, ignorando que o pensamento é um círculo fechado e limitado, um cárcere de sofrimento, para tirar a vaidade, a prepotência, a rudez, a ilusão, os sonhos e o embrutecimento do animal Racional.

Que jugo amargo! Que aprisiona o vivente num marcapasso da vida, sem possibilidade de sair desse passo de tortura, POR NÃO SE CONHECER e, consequentemente, não conhecer a VIDA, que é o RACIOCÍNIO!

E, assim, o pensamento não tem condições de atingir a eternidade, porque é uma máquina do chão, da matéria, para dar uma chuva de pau em todos que deixaram a eternidade, por livre e espontânea vontade, dando causa a este monstruoso universo material, onde a estabilidade não existe, por ser um mundo de transformações constantes.

Somente passando a nos conhecer Racionalmente, passamos a conhecer a Natureza e a compreender nossa verdadeira individualidade perdida, RACIONAL, que essa é que nos reconduzirá ao nosso verdadeiro estado natural de RACIONAL PURO, limpo e perfeito.

A Mãe Natureza cumpriu condignamente com sua missão. Nos preparou no 1º Milênio, através da imaginação. Nos preparou no 2º Milênio, através do pensamento. E, agora, julgando suficiente as surras milenares que nos deu, para o nosso próprio bem, trouxe agora a Fase Racional.

Mas, tem gente que se julga melhor que a Natureza. Que o julgamento dEla está errado e que devam de continuar levando chuva de pau dia e noite, noite e dia. E, assim, recusam se conhecer, negam a si mesmos o desenvolvimento do raciocínio.

A Mãe Natureza, respeitando o livre arbítrio de todos, não tem outra coisa a fazer a não ser colocar esses e essas na fase de liquidação, porque não existe mais a fase do pensamento.

E aí está a liquidação monstruosa, pouco a pouco, de todos que renegam a Cultura Natural da Mãe Natureza, a CULTURA RACIONAL: liquidação moral, física e financeira.

E os pensadores querendo encontrar solução no pensamento para essas monstruosidades naturais e artificiais (que estão ocorrendo universalmente) e não encontram soluções no pensamento, porque a sua fase terminou desde 1935, não existe mais!

A Fase Natural da Mãe Natureza é a Fase Racional, onde todos passam a se conhecer. Ou passa a se conhecer Racionalmente, ou se liquida de vez, por estar vivendo contra quem tudo nos dá de graça: a Mãe Natureza.

Portanto, é preciso se conhecer para poder BEM VIVER!

Se conhecer onde? Na cultura da Mãe Natureza.

E onde encontrar essa cultura?

Nos Livros de Cultura Racional Universo em Desencanto.

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