A MORTE

(Cláudio Sampaio, estudante de Cultura Racional, Fortaleza, CE – BRASIL)

 

Por muito dinheiro que se tenha até hoje, ninguém nunca escapou dela.
Até a ciência com sua evolução: levando os cientistas todos dentro do caixão.

Por quê?

Não esquente sua cabeça para me responder, porque até hoje com o pensamento, o ser humano nunca pôde descobrir uma forma para se ver livre da morte.

Por quê?

Por todos viverem sem se conhecer.

E quem não se conhece não sabe viver. Para saber viver tem que se conhecer, para da morte saber se defender.

Quem não se conhece, não conhece a vida, não conhece a morte. Não conhece a vida que fez a sua vida e fez todas as vidas e fez tudo para manter tudo que fez.

E vivendo assim, sem se conhecer, não podia de forma alguma da morte nada entender. Quem se conhece sabe como viver, conhece a vida e a morte e sabe como dela se defender.

Por exemplo, a fome é uma doença e o remédio é a comida. Portanto, quando você está com a doença, você já sabe e conhece qual o remédio para curar a doença. E que se não tomar o remédio, que é a comida, você morre da doença, que é fome.

A MESMA COISA É COM A MORTE, POR QUÊ?

Porque você se conhecendo, sabe como escapar da morte.

Por quê?

Porque a morte é apenas uma ferramenta da vida, que fez a sua vida e todas as vidas e fez tudo para manter tudo que fez.

Então, a dona da morte que também é a dona da vida e de todas as vidas, usa a morte como ferramenta para levar esta máquina que é seu corpo para oficina que é o cemitério.

E lá os mecânicos vão desmontar esta máquina, para a formação de outra máquina nova.

Os mecânicos, no caso, são os micróbios desmontando o seu corpo, que vai se transformar em vírus e micro vírus visíveis e invisíveis, que são os engenheiros que vão fazer cada qual sua peça para montar a nova máquina, logo após desmontar a velha que a morte levou para oficina, por estar funcionando mal.

Saiba como é feita esta transformação de velhos para novos, com minúcias de detalhes, provados e comprovados, lendo e relendo os livros: “UNIVERSO EM DESENCANTO”.

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GARIMPANDO LUZ

(Juliana Barros)

As relações humanas são esculpidas como as pedras.
Sob o sol, a chuva, o vento, a dificuldade.
Lapidados nos encontros e suas conseqüências.

Meu pai era garimpeiro.
Quando criança não me orgulhava desse fato.
Hoje me replico em meu pai.
Descobri que também sou garimpeira.

Herdei o apetite de descobrir preciosidades em meio às rochas.
Resgatar as virtudes fundidas no asco de nossos defeitos.
Fazer a alquimia.

Cada aparelho desperto, cada raciocínio liberto…
é um diamante garimpado.
Eu e meus irmãos acumulando nosso tesouro.
Hoje estou rica.

Saber o caminho,
vislumbrar a luz que purifica,
transmutar a dor em paz.

Cumpro a sina de meu pai.
Garimpo a preciosidade de Deus no imundo da vida.

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QUEM SOUBE GARIMPAR JÁ ENCONTROU O BRILHANTE

cabeça nova
(Prof. Porfirio J. Neves, estudante de Cultura Racional, RJ – BRASIL))

 

Dizem as “Sagradas Escrituras” que no princípio tudo era trevas e que por isso foi feita a Luz e que foram feitos o céu e a terra e que do barro, pelo “Sopro Divino”, Deus fez o Homem e depois, vendo a solidão do bicho, pegou-lhe de uma costela e fez a Mulher, que passaram a viver no “Paraíso” até desobedecerem e caírem em desgraça. Seria cômico, se não fosse trágico.

Alguns dizem que foi o tal do “pecado original” e faturaram muito com esse tal “pecado”, como quem diz, precisamos nos purificar. Foi preciso e foi necessário.

Essa idéia de purificação continuou em todas as novas versões doutrinárias que se seguiram ao longo dos tempos, com pecado ou sem pecado, até mesmo nas doutrinas científicas.

E, por incrível que pareça, todas essas estórias, contos e lendas, sem base e sem lógica, acabam mostrando um fundamento muito interessante para quem já encontrou o brilhante da vida, que é o Raciocínio. Raciocínio é o brilhante porque a origem é Racional. Por isso era Animal Racional.

A vida é um garimpo e a pedra preciosa é saber do seu verdadeiro mundo, saber como para Ele voltar; deixar de viver como garimpeiro, à procura daquilo que não perdeu. À procura do que não é seu. E por não ser seu é que tudo se acaba e eu e você também nos acabamos.

O Raciocínio é o caminho, a verdade, a vida, por isso é o brilhante que muitos estão encontrando em suas vidas. Certamente, este brilhante precisou de muita lapidação e aperfeiçoamento.

Eis a vida do garimpo: sofrimento e morte, lapidando as formas brutas da matéria que nasceram do chão, ou do barro, como queiram, e renovando as novas gerações até atingir o aperfeiçoamento completo. Eis o brilhante que se encontra em si mesmo, a Imunização Racional.

Todos viviam procurando como se o tivessem perdido, na realidade ninguém perdeu nada. Então, a lapidação consistiu em procurar o que não conhecia, onde achava que tinha perdido, sem nunca ter perdido nada, pelo simples fato de não ser dono de nada.

Ninguém é dono de coisa nenhuma – ninguém perde o que não tem – até a vida é emprestada e provisória. Portanto, todos ficaram procurando o que não tinham perdido. Eis a essência da lapidação da vida de garimpeiros.

O brilhante sempre esteve em nós mesmos. Foi uma concessão da Natureza Divina que providenciou uma “Máquina do Raciocínio”, ou “Sopro da Vida”, para criar este brilhante interior naquelas formas rudes feitas do Chão ou do Barro.

As formas eram brutas, monstruosas, selvagens, mas foram aprimoradas pela lapidação de querer encontrar o que não perdeu, porque havia um brilhante a ser descoberto na essência humana.

Mas, por que queríamos encontrar o que não perdemos? Porque, em verdade, éramos nós que estávamos perdidos!

Nós, quem? Aqueles tantos Habitantes do Mundo Racional, que se extinguiram em cima da goma e da Resina, em cima da Água e da Terra, que ficamos perdidos dentro do “Barro”.

E como é que ficaram perdidos dentro do “Barro”? Esta é a parte da Verdadeira Origem da Humanidade que não foi contemplada nas “Escrituras Sagradas” do segundo milênio. Nas “Escrituras Sagradas” do segundo milênio, tudo começa das trevas, começa do barro, ou começa do caos, como insinuam os cientistas. Cada um com seus pontos de vista. Porém, não estava no pensamento humano a verdade. Certamente, no pensamento humano, nada podia estar certo.

Por isso foi dito: -“Conhecereis a verdade e a Verdade vos libertará!” Como quem diz, conhecereis toda a história do passado e antes dessa história, conhecereis a verdade dessas histórias. Mas somente a Verdade vos libertará! Como quem diz, somente o verdadeiro Redentor vos libertará, Aquele que, com seu “sopro da vida”, animou o barro onde estavam todos perdidos em estado de extinção e agora está aparelhando todos na Energia Racional dos Puros, Limpos e Perfeitos, através da Imunização Racional. É isso que quer dizer Fase Racional. Os aparelhos vão sendo ligados na Energia Racional dos puros limpos e perfeitos – tinha que haver uma purificação, não é mesmo? Mas não era a purificação da matéria, como muitos se atrapalharam.

As criaturas, criadas desta forma, passaram a ser dois em um, duas vidas em uma só. A vida que estava extinta na Lama, que se resume no verdadeiro Criador e a vida do Redentor que se resume no Raciocínio. A vida que ficou materializada em forma de máquina do Raciocínio, a causa, e a vida do Racional Superior, a origem, que aí então ficou o brilhante chamado Raciocínio, como sendo o verdadeiro Filho de Deus, o Salvador, se for desenvolvido de acordo com sua causa e sua origem.

A Máquina do Raciocínio foi a fôrma feita no Chão para tirar do chão a VIDA que estava em extinção na Lama e que, por isso, ficou materializada em forma de máquina do Raciocínio. Por isso, a missão do Raciocínio somente termina, pelo seu desenvolvimento, quando desmaterializar essa Energia que ficou materializada em forma de máquina do Raciocínio.

Essa é uma pequena noção que justifica e explica porque nas “Escrituras Sagradas” está lá o “Sopro Divino da Vida”, indicando que as formas criadas do Barro passam a ter uma segunda vida para poder resgatar a primeira vida que se extinguiu na Água e na Terra, e que assim formaram os dois sexos.

Na verdade, esta segunda vida que faz a junção do Corpo Humano, por ser uma partícula daquele “Sopro” da Individualidade Eterna, Pura, Limpa e Perfeita, torna-se a primeira, a verdadeira, que muitos confundiram como se Ele fosse o Criador de todas as coisas.

Esse é o Redentor, o Supremo Criador do Raciocínio, que assim manteve a Origem Racional, enquanto os verdadeiros criadores do mundo são aqueles tantos habitantes do Mundo Racional que foram à extinção na Goma e na Resina e que deram conseqüência à Natureza deformada, em transformações de vidas em classes inferiores.

A segunda virou primeira e a primeira ficou segunda. A forma do encanto e a forma do desencanto.

O Redentor foi o criador, sim, da máquina do Raciocínio, que intuitivamente, dá fundamento ao “Sopro Divino”, e que se torna a primeira vida – este é o desencanto – para resgatar a segunda vida que ficou encantada.

Podemos compreender assim por que a vida se tornou um garimpo, onde todos procuram o que não perderam. Não perderam, porque não são donos de nada! Ninguém é dono de nada. Por um lado estavam todos “mortos nas trevas”, em estado de extinção, por outro lado somos uma partícula divina.

O dono da primeira vida é o Racional Superior que criou ou formou um Corpo de Energia como representante do Pai Eterno para originar e dar base Racional à formação do pingo d’água. O pingo d’água é a semente da vida que se manifesta dois em um! O pingo d’água é dois em um!

A dona da segunda vida é a Natureza que está em transformações de classes de vida, que é conseqüência de uns tantos habitantes do Mundo Racional que se extinguiram no “Barro”.

E nós somos apenas ferramentas da Natureza, dona da vida, e ao mesmo tempo missionários do Racional Superior, dono da vida – instrumentos da Natureza. Então a vida tem um dono e tem uma dona e não somos nós, pobres figuras humanas, que vivemos garimpando na vida à procura do que não perdemos. Não perdemos, justamente porque nunca fomos donos de nada, nunca soubemos, com base e com lógica, o que agora estamos começando a aprender como estudantes da Cultura Racional.

Por isso, está no desenvolvimento do Raciocínio a grande soberania humana, surgindo assim o desencantamento da vida, do mundo e do ser, pela leitura atenta do livro Universo em Desencanto.

Esta é a fórmula final do Juízo Divino – desenvolver o Raciocínio pela leitura do livro Universo em Desencanto. Se você que já sabe deste Livro e ainda não está lendo, ou está lendo por ler, para não se sentir fora de moda, tenha certeza, está perdendo tempo.

Não se esqueça que a vida emprestada pela Natureza é uma vida de transformações em classes inferiores. Se não retirar o brilhante da Lama que é o Raciocínio, a Energia que está materializada nele, lá vai o brilhante escorregando na Lama da matéria deformada, ou mal formada em classes de vida cada vez mais inferiores. É a Lei da Termodinâmica da vida – todas as máquinas sofrem desgastes e se degeneram e enfraquecem pelas transformações sucessivas.

E não se esqueça também que a primeira vida, o Corpo de Energia Racional como um “Sopro Divino”, terminou sua missão de fabricar Animal de Origem Racional e já está de volta de sua missão. Terminou a missão deste Corpo de Energia porque os dois mundos foram unidos em um só.

É assim que nos explica o Racional Superior, dando uma noção preliminar aos pensadores de que tudo e todos já estão no Mundo Racional, mas nem todos voltaram a ser puros, limpos e perfeitos. Quem se liga à Energia Racional continua evoluindo em classes superiores de vida até alcançar a desmaterialização do brilhante que estava na Lama.

Naturalmente, quem não se ligar na Energia Racional, continua na vida de transformações em classes inferiores de vida, dentro do Mundo Racional até que tudo retorna ao estado fundamental da vida. Até que toda a Lama seja desfeita pelos próprios que a fizeram.

A escolha é sua, como sempre! Você que nos visita por este canal de comunicação procure compreender, se ainda não o fez, que tudo e todos merecem o máximo respeito em razão desta compreensão clara e simples, que se fundamenta na Verdadeira Origem da Humanidade. Tudo é de origem Racional!

Se você está no garimpo desta vida e acha que pode trapacear com Aquele que você não conhece, e somente Aquele que você conhece é merecedor de sua confiança e sua fé, não se esqueça que neste garimpo ninguém é dono de nada e, por isso, a vida é provisória.

O verdadeiro dono é um só, um Raciocínio Supremo. E a verdadeira dona é uma só, a Natureza. Está aí mais um fundamento para você saber escolher, pelo desenvolvimento do Raciocínio! Estude para saber como se ligar à Natureza e conhecer quem é Aquele que está tão perto de você. Quem soube garimpar já encontrou o brilhante da Imunização Racional.

 

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OS TRÊS MILÊNIOS DO ENCANTO (Vide também “Os três Milênios do Desencanto”)

(Prof. Porfírio J. Neves, estudante de Cultura Racional, RJ -BRASIL)

 

No calendário de origem cristã contamos até hoje 2012 anos d.C. Portanto, já se passaram dois milênios ou dois mil anos, estamos no terceiro milênio da era cristã. Entretanto, em outros calendários, como o de origem judaica, ou o chinês já se contam mais de 4.000 a 5.000 anos.

Logo, a expressão: “estamos no terceiro milênio”, quando se refere a um coletivo de 1.000 anos somente se torna verdadeira na consideração do calendário cristão. Nos calendários mais antigos teríamos que dizer que estamos no quinto ou no sexto milênio.

Quando o Racional Superior nos apresenta a expressão “Terceiro Milênio”, indicando que a Cultura Racional é a Cultura do Terceiro Milênio, Ele apenas aproveitou-se do calendário cristão para, com sutileza, nos apresentar o Terceiro Conhecimento Divino na Terra como sendo do Terceiro Milênio.

Para quem estuda e sabe e procura entender, a expressão “Milênio” é muito mais abrangente e qualifica a forma do Mundo Racional nos apresentar o contexto da Unidade Universal.

A Unidade Universal é ternária: o “Pai”, o “Filho” e o “Espírito Santo”. Assim como, geração, criação e formação são ternárias; o desenvolvimento, o amadurecimento e a compreensão são ternários. E por aí vai, até as cores para nossas impressões gráficas são ternárias. Tudo neste universo é composto em três partes e se desenvolve em três partes ou três cursos ou três ciclos. O Mundo, a vida e os seres.

Com este sentido, que nos inspira a palavra Milênio, garbosamente ostentada no peito de todos os estudantes da Cultura Racional como sendo a Cultura do Terceiro Milênio e sem maiores preâmbulos, vamos ao nosso tema de hoje, para divulgação cultural do livro Universo em Desencanto.

OS TRÊS MILÊNIOS DO ENCANTO

Encanto ou mundo encantado é uma definição que se aplica a toda forma de existir, em que os envolvidos nessa forma de vida não têm consciência daquilo que são ou que estão deformados de sua verdadeira realidade. É assim que se apresentam os contos de fadas com seus príncipes encantados em forma de sapos. O sapo é uma deformação do príncipe encantado.

Encanto quer dizer, ignorância do seu ser. Encanto quer dizer atraso de vida. Encanto quer dizer, viver sem saber por que nem para que, por não se conhecer. Encanto é aparência, só aparência.

Encantados são os nossos cientistas que afirmam conhecer apenas 5% do universo, como se soubessem o que é conhecer 100%. Encantados são os nossos religiosos que afirmam a existência de Deus sem nunca o ter conhecido, nem muito menos se ligado a Ele. Encantados são os nossos filósofos que afirmam que o ser humano desenvolveu apenas 10% de sua capacidade mental, como se soubessem o quanto é desenvolver 100%.

Encanto é sofismar; encanto é sofrer sem saber dar definição de nada, supondo coisas imaginárias, supondo conhecer a realidade, vivendo com todo este “supositório universal”, por não terem conhecimento da Base e da Lógica. Encanto é todo este conjunto de suposições de quem não tem base, nem lógica. O encanto é um “supositório universal”, todos supondo ser isso ou aquilo sem nenhum conhecimento de causa e origem, nem destino, todos com suas sub-posições.

Encanto, enfim, está no pensamento e na imaginação humanos. Todos encantados, sem se conhecer, sem conhecer o mundo, sem conhecer a verdadeira razão da vida, e todos se apresentando como se fossem sábios, falando de “sabedorias” e ao mesmo tempo sofrendo e morrendo e criando mais suposições imaginárias e sempre contraditórias. Isso é encanto.

Onde está o encanto? Está em todos os lugares deste mundo encantado. Está nas TV’s, está nas Rádios, está na Internet, está nos jornais, está nos livros, está nos hospitais, está nas escolas, está nos Shoppings. O encanto está em todos os lugares e em todas as mentes humanas de quem não se conhece sem saber o que somos e por que assim somos. Sem saber o que somos e o porquê assim somos.

Procurar resolver este enigma, mistério ou fenômeno, em que se encontram os seres, a vida e o mundo, isso seria a parte mais importante que todos deveriam já estar há muito tempo buscando de uma forma Racional, ao invés de se manterem no encanto do infinito “Amém”, no “Glória a Deus nas Alturas” e sem querer largar de suas convicções científicas, como se suas teorias fossem certas.

O que todos deveriam estar buscando compreender é justamente o Desencanto. Desencanto é encontrar a verdadeira solução do seu ser, sem suposições, sem “sub posições”.

Desencanto é assumir a posição mais alta de todas, é assumir a posição de um Superior a tudo e a todos, a posição do Racional Superior. Desencanto não é ser subalterno, com sub-posições, desencanto é ser digno e conferir dignidade, mesmo sabendo que provisoriamente está enlameado pela vida do encanto.

Desencanto é a solução dos mistérios dos religiosos, é a solução dos fenômenos dos cientistas e é a solução dos enigmas dos filósofos.

Desencanto é conhecer a Base e a Lógica. A Base é o Mundo Racional e a Lógica é a Planície Racional. A Base está em cima, é o Verdadeiro Deus. A Lógica está na Natureza em que se transformou aquela parte do Mundo Racional que não estava pronta para entrar em progresso.

Resumindo, Desencanto é saber que Deus é a Base do Mundo, da Vida e dos Seres, é saber que a Natureza é a Lógica, com suas transformações da Vida em classes de vidas inferiores. E assim, por saber onde está a Base e a Lógica, desencantar é procurar se ligar na Base e na Lógica, se ligar no Racional Superior e se ligar na Natureza.

Então, como se ligar? Eis a questão! Qual é a fórmula do Desencanto? “Por o ser humano ser um Centro Astrológico, é que, com o tempo, tinha que chegar à conclusão de encontrar em si mesmo a IMUNIZAÇÃO RACIONAL, e nela, o porta-voz da verdade das verdades, por a natureza dos viventes ser adequada à Natureza que os fez, pois são formados por esta Natureza, e por isso, dependem dela para viver, sendo então formados por sete partículas e dependerem delas”.

Aí está a NOTA do Livro que mostra a Fórmula do Desencanto. E somente um Livro podia ter este título, Universo em Desencanto.

A Imunização Racional é o “Sopro de Vida” do Racional Superior para a redenção dos habitantes do Mundo Racional que estão em estado de extinção, como viventes que têm de se adequar ás transformações da Natureza, que nos fez e, com o tempo, chegaríamos à conclusão de encontrar em si mesmo este verdadeiro ser.

Então precisamos conhecer as transformações da Natureza para compreendermos estas duas vidas que constituem assim uma terceira vida, a vida do magnetismo, a vida de suposições ou a vida da matéria, que se supõe ser verdadeira, quando é apenas uma vida supositório, que assim é referida como sendo a vida dos infantes.

A vida dos habitantes é a verdadeira causa das transformações por terem saído do seu estado natural, a vida dos viventes é a vida animada pela Imunização Racional, o Sopro Divino, que agora todos estão encontrando na Cultura do Terceiro Milênio, e a vida dos infantes é a vida do magnetismo, do ser magnético, do ser efêmero, do ser supositório, sofrendo e morrendo.

Na fórmula do Desencanto Universal encontramos a verdadeira definição do Mundo, da Vida e de todos os seres que estão com os seus corpos em transformações, por estarem todos fora do verdadeiro natural.

A extinção de uns tantos Habitantes do Mundo Racional numa parte do Mundo Racional que não estava pronta para entrar em progresso, é que foi o motivo pelo qual a Divina Providência teve de animar ou reanimar esses viventes e por isso os seres humanos ficaram com forma de animais racionais, seres animados pela origem que é o Racional Superior, o verdadeiro Deus, o Redentor. Na verdade deveriam ser tratados como Racionais em forma de animal.

Deus não criou o mundo, como as suposições humanas nos fizeram crer. Essa foi a forma do encanto. O encanto, é que criou esta aversão da realidade cósmica, como se Deus fosse o culpado do sofrimento que os próprios viventes do mundo criaram para si mesmos. Isso foi o encanto.

E por isso, o Encanto teve que ter três Milênios até desencantar. O primeiro Milênio foi o desenvolvimento da imaginação, o íntimo do “ser animado” que apenas via imagens e criava imagens; foi um desenvolvimento muito lento, milênios. O único referencial de existir se traduzia em imagens.

O segundo Milênio foi o desenvolvimento do pensamento, o íntimo dos “seres animados” começaram a se relacionar entre si, buscando desenvolver a civilidade. O segundo milênio é a fase das civilizações onde o pensamento se desenvolve com base nas suposições, com base nos contos e nas lendas, ficando todos cada vez mais desconhecidos de si mesmos e esperando que tudo se resolva. É a fase da fé, da esperança e da caridade, sem ninguém dar solução porque é encanto. Todos tinham certa suposição da existência de Deus, mas ninguém conhecia, porque ninguém se ligava diretamente a Ele, apenas pelos intermediários do Mundo Espiritual, donos do encanto.

O terceiro Milênio é a fase do desenvolvimento do Raciocínio, onde todos provam e comprovam que a Base está em cima e a Lógica está na Natureza, buscando o desenvolvimento das razões de tudo e de todos. Na fase do Terceiro Milênio é que passamos a conhecer a real posição e abandonamos as sub-posições, abandonamos esta vida de supositórios.

O desenvolvimento do Raciocínio certifica o ser humano, com base e com lógica, da existência do verdadeiro Deus, certifica como são as transformações da Vida Eterna feitas pela Natureza. E, por isso, o desenvolvimento do Raciocínio faz surgir a Racionalização Universal, pelo conhecimento do nosso verdadeiro Mundo de Origem e sabendo como voltar para Ele, que é a fase do desencanto com seus três Milênios para a verdadeira compreensão da existência humana.

Na Fase Racional, ou fase de Aparelho Racional, todos deixam de ser figuras humanas animadas pelo Sopro Divino e se aparelham ou se tornam paralelos com a Energia Racional que nos deu causa e que esta Energia Racional, com a providência divina, ficou materializada em forma de máquina do Raciocínio.

Assim, estamos encontrando o equilíbrio perfeito para habitar, viver e sermos infantes felizes neste Terceiro Mundo, ou terceiro ciclo de vida, até aprendermos como voltar, conscientemente, para o nosso estado fundamental de VIDA ETERNA, no Mundo Racional. Tudo isto se compreende muito bem pela leitura simples, atenta e assídua do livro Universo em Desencanto.

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OS TRÊS MILÊNIOS DO DESENCANTO

(Prof. Porfírio J. Neves, estudante de Cultura Racional, RJ BRASIL)

 

Na Cultura Racional a palavra Milênio não se aplica apenas como coletivo de milhares de anos e por isso se diz que estamos no terceiro milênio da era cristã; a palavra milênio também se aplica como conjunto de milhares de mecanismos de desenvolvimento cultural, como assim podemos comprovar com a fase de desenvolvimento da imaginação, o primeiro milênio, a fase de desenvolvimento do pensamento, o segundo milênio e a fase atual da Natureza, a fase de desenvolvimento do Raciocínio, o terceiro milênio.

São milhares e milhares de transformações evolutivas para fazer compreender um pensamento, para fazer entender uma imagem e agora, para nos fazer entender nosso verdadeiro Mundo de Origem, pelo desenvolvimento do Raciocínio.

São assim os três milênios para quem ainda não passou a se conhecer, para quem ainda não sabe a Verdade e, por isso, continuamos escravos das sugestões e das suposições milenares, como se fossem verdades. A humanidade materializada ainda está nesta fase do terceiro milênio.

(*H-32 p-86) “E assim é o bicho. Nunca soube o porquê que ele é assim, nunca soube o porquê todos são assim. Mas, o bicho sempre vaidoso, e por ser vaidoso, metido a sabe tudo. E o resultado está aí! No conhecer o que é Cultura Racional é que vai ver que nada sabe e que tem que aprender tudo outra vez. Porque tem que aprender o certo. O certo é a Cultura do Mundo de sua origem, a Cultura Racional”.

Os Milênios do desencanto, pelo que podemos entender, não são apenas fases de desenvolver, são fases de conhecer, fases de realização positiva. Os três Milênios do Desencanto constituem a fase da Racionalização, enquanto que os três milênios do encanto fazem parte da Lapidação. A teoria e a prática. A teoria é o desenvolvimento dentro do encanto. A prática é a realização do desencanto.

Essa é a diferença: encanto é o mundo em que ninguém sabe nada de si mesmo, está encantado e precisa se desencantar para voltar ao verdadeiro natural; aí está o objetivo de toda esta lapidação e aprimoramento feito pelo desenvolvimento da imaginação, do pensamento e do raciocínio.

Muitos pensam que o desenvolvimento do raciocínio é a meta final de tudo. É a meta final sim, da lapidação e do aprimoramento para poder chegar à Racionalização. Tem muito mais coisa a seguir, muito mais do que se pensa e imagina.

Quem raciocina plenamente desenvolvido, não se dá a perceber, não tem nada para divulgar, nem perguntar, nem esclarecer, porque já está ligado a tudo e a todos. Assim nos afirma o Racional Superior: quem está ligado a tudo e a todos está no estado de suprema consciência universal. Não precisa de mais nada.

Por que estou dizendo isto?

O Racional Superior esclarece que o desenvolvimento do raciocínio do terceiro milênio é para amolecer o organismo que estava endurecido ou adormecido após esses milhões e milhões de transformações, e que este amolecimento será facilmente alcançado pela leitura.

(*H-32 p-53) “Lendo e relendo consecutivamente para ir se desenvolvendo racionalmente. E o Raciocínio ir amolecendo e sendo preparado para se ligar ao seu verdadeiro Mundo de Origem. No princípio, o Raciocínio se encontra endurecido por ser um organismo que há muito estava parado. Mas, no ler e reler com persistência, ele começa a amolecer e deste amolecimento, ele começando a funcionar aos poucos. E de pouquinho a pouquinho ele vai se desenvolvendo. E de pouquinho a pouquinho ele vai ficando preparado, até ficar pronto de uma vez. Mas depois de pronto, a FUNÇÃO DO ORGANISMO É OUTRA, por estar ligado à Energia do seu verdadeiro estado natural”.

O organismo do raciocínio, pelo que entendemos até aqui, é a Glândula Pineal.

Quando o Racional indica que precisa amolecer o raciocínio, isto faz sentido com o fato de que a nossa glândula pineal apresenta cristais de apatita. Cristais são duros, isso pode estar confirmando por que o raciocínio precisa amolecer.

Porém, o sentido de amolecer o raciocínio pode estar simplesmente indicando que a leitura do Livro torna o ser humano mais compreensivo, menos arrogante, menos bruto, mais consciente e menos animal.

A leitura do livro Universo em Desencanto, quando corretamente usada, certamente deixa o ser humano bem mais maleável, conscientemente, que se amolda facilmente às diversas situações da vida, positivamente.

De qualquer forma é importante notar que após completar o desenvolvimento do raciocínio a FUNÇÃO DO ORGANISMO É OUTRA, como nos indica o Racional Superior.

Muda a função do organismo do raciocínio após o seu desenvolvimento. Eu, confesso, pensava que uma glândula pineal com muitos cristais de apatita significaria maior desenvolvimento do raciocínio, mas, considerando este texto do Racional, parece ser justamente o oposto. Quanto menos cristais, mais desenvolvido o raciocínio, se considerarmos a questão de ir amolecendo o raciocínio também como sendo um amolecimento físico.

Assim, podemos avaliar que uma glândula pineal com muitos cristais seria uma evidência favorável à mediunidade, ligação com o Mundo Espiritual, mas, com poucos cristais, ou sem nenhum, seria uma evidência da ligação com o Mundo Racional. Repito, este aspecto da glândula pineal está sujeito a um melhor entendimento.

É muito freqüente na leitura do livro Universo em Desencanto encontrar definições e situações aparentemente contrárias; tem horas que o Racional fala de um jeito, e em outras horas parece falar exatamente o oposto.

Muitos, até param de ler o Livro, sem perceberem que certas afirmações são feitas no sentido do encanto e outras são feitas no sentido do desencanto. Mas, estes dois sentidos estão bem explicados na própria leitura do livro.

A leitura informa tudo que precisamos saber, e como ler o próprio Livro. Tem gente que pensa que sabe ler, mas nem isso consegue direito. Grandes acadêmicos já confessaram a sua ignorância em matéria do desencanto. Então tem de esquecer a forma do encanto e aprender tudo de novo na forma do desencanto.

Uma coisa é falar de baixo para cima, encanto; outra coisa é falar de cima para baixo, desencanto. Isso não é contradição. Cabe a cada um de nós sentir na leitura o real sentido, de acordo com nosso próprio desenvolvimento Racional. O sentido é ir amolecendo as nossas idéias de bicho e firmando as idéias certas com base no Mundo Racional, nosso Mundo de Origem.

Já no início da leitura, o Racional nos adverte: vigiai vossas idéias e vejam como errôneas todas elas são. Isso é para começarmos a amolecer a brutalidade do pensamento firmado sem base e sem lógica. É o tal do pensamento cristalino. Muitos cristais na pineal, que deixam o raciocínio endurecido. Cada qual com o seu enigma!

Porém, a título de explanação e certificação do Conhecimento Racional do Mundo, faço uma ilustração deste assunto com as duas últimas páginas do 30º. volume do histórico do Racional Superior, onde ele indica que o 1º. Milênio é o Mundo Racional – o Super Cosmo; o 2º. Milênio é o Astral Superior – o Cosmo Superior; e, o 3º. Milênio é o Astral Inferior, ou Cosmo Inferior.

E aí vem o mais complicado do pensamento entender. O terceiro Milênio é o Curso Primário, o segundo Milênio é o Curso Secundário e o primeiro Milênio é o Curso Superior.

Pura e simplesmente uma inversão do que o pensamento entende por lógico. O pensador acha lógico fazer uma construção de baixo para cima: faz os alicerces, constrói e chega ao terceiro andar, de baixo para cima.

No desencanto, o Racional esclarece que a construção foi feita de cima para baixo e informa que a base está em cima. Deus é a base de todas as coisas, inclusive da Natureza – está em cima. Deus não está no chão. No chão está o suposto deus da matéria.

A matéria é o suposto deus dos materialistas porque materialista é todo aquele que tem medo da morte e ainda reza para Deus para não morrer – esse é o autêntico materialista, só dá valor à matéria. A matéria em primeiro lugar, o suposto invertido.

O materialista está no curso primário – enxerga apenas o terceiro milênio que foi construído de cima para baixo, mas ele não considera isso e teima em construir de baixo para cima, como se esse terceiro Milênio fosse a base.

Não tem que construir nada. A humanidade já progrediu demais por conta própria. Toda a construção humana é uma inversão da realidade eterna e, por isso ficou encantada, e se continuar construindo pelo encanto vai se destruir cada vez mais rápido.

O desencanto é feito pelo Conhecimento do que está em cima e não do que está embaixo – o primeiro Milênio da construção do mundo está em cima. É muito mais fácil compreender as unidades fundamentais da construção do mundo do que tentar compreender tudo que já está construído fora do natural, partindo do complexo organizado para entender o simples estrutural e fundamental.

É muito mais fácil compreender a existência do Mundo Racional como sendo constituído pelas unidades fundamentais da vida, as Virtudes e as Energias puras, limpas e perfeitas, do que querer entender como funciona este complexo organizado do Terceiro Mundo, deformado e degenerado, onde tudo já foi construído e tudo é interdependente, tudo está amarrado um no outro, e tudo se destrói por si mesmo.

Numa simples ilustração: é muito mais fácil compreendermos um ábaco, a primitiva máquina de calcular, nos seus fundamentos, do que entender um sistema computacional de Internet, onde tudo já se tornou complexo e cujo fundamento é o ábaco.

O Mundo Racional é o mais simples dos simples – é de fácil compreensão. Este nosso terceiro mundo inferior, por isso, terceiro Milênio é que é de difícil compreensão se for usado como base.

Por isso é que o Desencanto é de cima para baixo, porque o de cima não depende do de baixo. O Superior está em cima e a base está em cima. O debaixo é que depende do de cima.

Aí estão os três Milênios do Desencanto. O de cima sempre por cima, o primeiro. E os debaixo, precisando se desenvolver para retornar à supremacia do Mundo Racional, de onde todos vieram e para onde todos vão.

Leia o livro Universo em Desencanto para se preparar e participar de forma consciente desta grande odisséia universal, todos voltando para o nosso verdadeiro natural.

 

(*) H = Histórico (Livros do Histórico de Universo em Desencanto)

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VOCÊ ESTÁ DEVENDO? ENTÃO, PAGUE!

(Prof. Porfírio J. Neves, estudante de Cultura Racional, RJ – BRASIL)

 

A voz da prudência já nos anunciou, faz muito tempo: “Não faça dívidas que o pagar é certo”!

E o Mundo Espiritual, na fase do pensamento, conseguiu doutrinar uma parte razoável da humanidade no sentido de fazer compreender esta grande realidade da vida, que são as dívidas. Muitos chamam de carma.

Todos são devedores, todos devem alguma coisa a alguém. E são tantas as dívidas que uma vida inteira não daria para explicar, quanto mais pagar todas elas.

Mas, é suficiente ilustrar com uma dívida que todos adquirem, necessariamente. É uma dívida comum a todos que nascem neste mundo, dívida adquirida com o aparelho gerador desta vida aparente. O aparelho gerador desta vida aparente é a nossa progenitora, a nossa mãe, ou máquina de criação feita pela Natureza, como queiram entender.

Porém, assim como a Natureza delega a esta mãe de criação o ato sublime de nos criar, é exatamente a esta mãe de criação que temos de pagar o que devemos à verdadeira mãe, a Natureza.

Compreenderam? Se a Natureza delega a uma mulher o ato de criar, fazendo dela a mãe da gente, então também delega a ela o ato de receber o pagamento da dívida que adquirimos pelo simples fato de nascer nesta vida material.

Assim, se o fato de nascer neste mundo constitui uma dívida com a Natureza, através da nossa progenitora, então, a quem devemos pagar o ato de nascer? Devemos pagar à Natureza por intermédio daquela que nos criou.

E uma forma de pagamento é o carinho e o amor que dedicamos à nossa progenitora. Este amor, este carinho, esta compreensão que é uma forma de pagarmos à Natureza pelo ato sublime de poder nascer neste mundo.

Normalmente, a melhor forma de pagarmos à Natureza, em qualquer circunstância da vida, é com a tolerância, com respeito e com carinho e com a compreensão justa e necessária que dedicamos ao nosso semelhante e a todos os feitos, feitos pela Natureza.

Ainda sobre o ato de nascer, igual tratamento deve ser dedicado ao progenitor, o pai da gente, já que ele foi a máquina determinada pela Natureza para juntar todas as partículas necessárias para a nossa geração e reuni-las numa semente para depois esta semente ser encubada na máquina reprodutora feminina. Também, para nascer neste mundo ficamos em dívida com o nosso progenitor, o nosso pai de criação.

De forma semelhante a nós, nosso progenitor e nossa progenitora, eles também são devedores com a Natureza por intermédio de seus respectivos progenitores, que são nossos avôs e nossas avós. E estes nossos avôs e nossas avós, da mesma forma, também devem a seus pais, nossos bisavós.

Considerando por este aspecto hereditário, vejam que as novas gerações estão devendo a um maior número de antepassados do que as gerações anteriores que tinham menor número de antepassados.

Então, podemos afirmar que o carma hereditário desta vida provisória vai se adensando conforme as gerações se sucedem e, assim, cada um de nós, deve pagar à Natureza por intermédio de muito mais antecedentes para poder viver neste mundo. Mas, veremos adiante, que existe outra forma.

Nós devemos a nossos pais, nossos avôs e nossas avós. E nossos filhos passam a dever a nós e também a quem nós devemos. Claro, todos devem a vida à Natureza, sempre à Natureza, evidentemente, por intermédio de seus antecessores, esse é o carma hereditário.

Então o carma se adensa para as novas gerações, se considerarmos toda esta linha sucessória de nossos antepassados.

Mas, não se esqueçam, a dívida é sempre com a Natureza; nossos antepassados somente são credores intermediários se adotarmos a linha de herança, a linha de hereditariedade. Este é o principal fator a ser considerado.

Essa é a grande sacada da vida, quando chegamos ao Terceiro Milênio, quando chegamos à Fase Racional da Natureza. Alcançamos todos os esclarecimentos e devidas explicações sobre a nossa existência.

Vejam que todos chegam à Fase Racional carregados de dívidas, só em considerarmos o ato de nascer, que para nascermos neste mundo ficamos em débito de gratidão com todos os nossos antepassados. Se formos considerar outras dívidas como dívidas de ódios, vinganças, etc, adquiridas por nós e por nossos antepassados durante a existência, aí o baú fica cheio e transborda.

A grande maioria, talvez a totalidade da humanidade, não tem mais como pagar estas dívidas. Uma vida provisória apenas já não dá mais tempo para pagar tudo que se deve, até por que as dívidas vão sendo contraídas pelo simples fato de viver.

Se nascer, constitui uma dívida, viver então, muito mais dívidas. Por exemplo, como é que você paga o ar que se respira, a água que se bebe e o alimento que se come? Pagar à Natureza, evidentemente! Pagar à Natureza! Como é que nós pagamos?

Lamentavelmente não pagamos! Nossa dívida cada vez aumenta mais, porque somos parasitas, as maiores parasitas que existem sobre a face da Terra. Nós tiramos tudo da Natureza e nada damos para Ela como forma de pagamento. Ao contrário, devolvemos para ela um ar contaminado, uma água choca e um alimento estragado, se é que estão me entendendo.

Então, como é que poderíamos pagar todas as dívidas adquiridas pelos nossos antepassados, se as dívidas adquiridas nesta vida provisória não têm como pagar?

Logo, a cada nova geração, além de aumentar a dívida que vem de berço ainda contraímos mais dívidas com a Natureza para poder sobreviver.

Então a forma de pagar torna-se cada vez mais pesada, mais onerosa. É por isso que o sofrimento está de tamanha grandeza no mundo que ninguém suporta mais. Não se pode mais nem dar um “pum nesse trem”, sem que isso perturbe a vida de tanta gente. E tome dívida!

Assim, a humanidade chega à fase do Terceiro Milênio com toda uma carga de dívidas que ninguém mais consegue pagar. E tome sofrimento, tome depressão, tome desilusão. A Natureza está cobrando de todos o que devemos a Ela, em cada vida provisória, em cada ciclo de vida provisória. E todos se tornaram inadimplentes naturais. Parasitas inadimplentes com a Natureza.

Façamos, agora, uma comparação com o nosso sistema financeiro. Quando a dívida de um inadimplente alcança um valor superior ao que pode ser pago, o credor chama o inadimplente, ou o inadimplente procura o credor, para ser feita uma renegociação. Ou vai correr processo judicial de cobrança. O credor acaba até se apropriando dos bens do inadimplente, se necessário. Assim é que a Natureza está fazendo com todos e já tem muitos procurando se ligar à Natureza para ser feita essa “renegociação da vida”. Outros estão perdendo a vida, por vias judiciais da Natureza, quando os credores invocam a lei do retorno, porque já não tem mais como pagar.

Um bom exemplo de uma renegociação é obedecer à Natureza do Terceiro Milênio buscando entender e participar do Conhecimento natural da Natureza, estudando e sendo tratado pela Cultura Racional do terceiro milênio.

Chama-se a isso reconhecer a dívida e se propor a pagar. Muitos já estão fazendo este grande negócio da vida com a própria Natureza. Diretamente com a Natureza.

Por que diretamente com a Natureza? Porque se fôssemos pagar a todos os nossos antepassados pelo direito de nascer nesta vida provisória, como já sabemos, não teríamos como pagar.

Na Cultura Racional passamos a saber exatamente quando foi que a humanidade passou a contrair dívidas pelos seus antepassados, as dívidas hereditárias. Foi justamente quando a humanidade abandonou o Alfabeto Astrológico em que cada um recebia o seu dom e os dotes naturais diretamente pela sua própria formação natural.

A dívida, nessa fase primitiva, era bem pequena e era sempre negociada pelos serviços prestados diretamente com a Natureza. Não havia sofrimento, porque cada um fazia o que nasceu para fazer. Harmonia geral com a Natureza.

Ao abandonarmos esse primitivo alfabeto para adotarmos um alfabeto artificial de maior evolução, em que cada um passou a dar a seus descendentes os seus dotes hereditários, aí a coisa se tornou extremamente complicada como já foi demonstrado: a cada nova geração as dívidas com a Natureza aumentaram pelo simples fato de cada vez termos mais intermediários antecessores da nossa vida material.

Então, parece lógico que, para se renegociar esta dívida adquirida pelos fatores hereditários, cada indivíduo se reconheça como um Aparelho da Natureza, a quem ele pertence de fato e de direito e abandone as falsas vantagens das heranças.

Isto não implica em abandonarmos os que nos são caros, que são nossos antepassados nem nossas famílias, não! Muito pelo contrário! Devemos sim passar a encarar nossos antepassados como parte das nossas vidas, porém, devemos reconhecer neles aquilo que também queremos ser: Aparelhos da Natureza. E assim, com todos os demais.

Cada um passa a ser encarado como aparelho da Natureza e, sem deixarmos nossos deveres de gratidão, cada qual passa a ser orientado diretamente pela Natureza, pois é assim que ela fará com cada um a devida renegociação, até que todos deixem de ser inadimplentes com a Natureza.

O que estou querendo dizer para quem ainda não se conhece como Habitante do Mundo Racional, independente dos fatores hereditários, é que antes de sermos assim como somos, famílias cheias de carmas ou dívidas para pagar, e uns pagando pelos outros, os justos pagando pelos pecadores, até não poder mais pagar, antes de assim sermos, a Natureza nos fez para vivermos em harmonia com ela, sem sofrimento.

Foi a primitiva fase do Alfabeto Astrológico que todos ainda trazem gravado nas palmas de suas mãos e que alguns desobedeceram, todos que estão nesta vida material. Leia o livro Universo em Desencanto e terá muitos detalhes sobre essa fase.

E, assim, buscando a harmonia com a Natureza, novamente, ela está agora nos ensinando com a Cultura do Terceiro Milênio, a Cultura Racional.

Agora, estamos na Fase Racional da Natureza e a Natureza está com todos os créditos. Quem conhece a Cultura Racional sabe qual é o seu dever – é o dever de fazer propaganda deste Conhecimento – Essa é a grande renegociação que a Natureza está concedendo a todos aqueles que se julgavam inadimplentes na vida. Você está devendo, então pague, lendo e relendo o livro Universo em Desencanto.

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SER VOLUNTÁRIO

Este blog representa a união consolidada de pessoas que se preocupam, dia e noite e noite e dia com a recuperação do equilíbrio da humanidade.

E é por isso que se dispõem a deixar aqui sua contribuição, absolutamente desprendida, calcada nos ensinamentos da cultura da natureza, a Cultura Racional, que tem transformado suas vidas para melhor, tornando-os seres cada dia mais equilibrados pelo desenvolvimento do raciocínio.

Seres equilibrados: cada dia mais simples, menos consumistas, mais fraternos, de coração sempre mais generoso, dispostos a abandonar tudo que divide e causa a destruição.

São os voluntários da paz!

E transcrevemos aqui uma bela contribuição de Juliana Barros, integrante dessa família universal, que define muito bem o que é esse trabalho DOS VOLUNTÁRIOS DA PAZ, estudantes de Cultura Racional.

(Juliana Barros)

Ser voluntário é trocar tempo por experiência.
É dar atenção e receber gratidão.
É encarar dificuldades e não desistir da luta.
É ser diferente e com isso, fazer um mundo diferente.
É acreditar e realizar.
É acumular riquezas, ficar milionário, e não precisar de cofres.
Porque alegria não se tranca, compartilha.
Amor não se oculta, se distribui.
Solidariedade não é luxo, é necessidade.
E experiência de vida ninguém rouba nem seqüestra.
É um patrimônio que tem seguro absoluto.
Está guardado por Deus.

Convidamos você, Amigo, a participar desta bela família!

 

http://www.universoemdesencanto.com.br

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O CAMPONÊS E A LANTERNA

(Severino dos Reis, estudante de Cultura Racional, Belo Horizonte, MG- BRASIL))

 

Aqui neste site não falamos com base nas lendas, nas histórias, nem calcados em teorias científicas. Apenas informamos e divulgamos o que aprendemos na CULTURA RACIONAL nos livros, UNIVERSO EM DESENCANTO. Livros
ditados pelo RACIONAL SUPERIOR, ao Senhor Manoel Jacintho Coelho (1903-1991), o seu único representante aqui na Terra, que já nasceu com o raciocínio desenvolvido, para receber esses ensinamentos, transformá-los em livros e passar para a humanidade.

Voltamos a dizer, que o nosso site é apenas uma das formas de propagar a Cultura Racional, que é uma outra cultura, a cultura do Terceiro Milênio.
Queremos enfatizar também que não estamos aqui ensinando a CULTURA RACIONAL.

Para aprendê-la é preciso estudar anos a didática da CULTURA RACIONAL, que são os livros UNIVERSO EM DESENCANTO.

Os que vêm acompanhando, desde março de 2006, todos as nossas postagens, certamente já entenderam, que a CULTURA RACIONAL ensina tudo que a humanidade sempre procurou saber.

E devem já ter entendido também, que ela é indispensável para todos, porque ela apresenta a saída, para o beco sem saída, que visivelmente se aproxima e se instala na vida da humanidade.

Então, por um instante eu me lembro de uma tragédia que ocorreu no sul do Brasil, em meados dos anos 60. Quando uma tempestade transbordou um rio, e levou a ponte, de uma rodovia muito movimentada. E ninguém percebeu, porque já era noite.

As águas saíam do leito do rio e se estendiam pelas margens, tirando a visão da ponte, que, naquele instante, já não existia mais. Tinha sido levada pelas águas.

Então, um camponês que morava perto do rio, ao ver a ponte ser levada pelas águas, num gesto de amor ao semelhante, saiu embaixo daquele temporal.

E, assim, foi para a beira da estrada, com uma lanterna na mão, para dar sinal aos motoristas, que a ponte tinha sido levada pelas águas.

E ele gritava:

“Parem, não prossigam a ponte caiu!”

E ninguém lhe dava atenção, nem diminuíam a velocidade; e com certeza, muitos ainda fazendo chacota dele, dizendo:

“O que esse bobo está fazendo aí na chuva?”

E iam todos caindo dentro do rio, sendo levados pelas águas.

E o camponês, aflito, piscava sua lanterna e acenava em desespero, tentando impedir que os carros prosseguissem, pois sabia que iriam morrer todos dentro do rio!… E ninguém lhe dava atenção!

Eu costumo dizer que o RACIONAL SUPERIOR, na CULTURA RACIONAL, está fazendo como aquele camponês, gritando para a humanidade:

“Parem com esse progresso, da cultura da civilização, da cultura artificial, que já terminou o seu tempo! Daqui pra frente não é mais progresso, é regresso, é só destruição!

Parem, para não destruir toda camada de ozônio!

Parem, para não terminar de poluir os rios!

Parem, para que os petroleiros não poluam todos os mares, matando a fauna marinha!

Parem, para que o desmatamento não venha inibir a produção do nosso oxigênio e coibir o equilíbrio ecológico do planeta! Parem, para que a AIDS, não contamine toda a humanidade!

Parem, para que a seca não provoque incêndios incontroláveis e o aquecimento global não derreta as geleiras dos pólos e não aconteça outro dilúvio na terra!”

E ninguém está lhe dando a atenção! Estão fazendo com o RACIONAL SUPERIOR, como os motoristas fizeram com aquele camponês: chacota!

Estão desprezando o aviso: a solução para os problemas do mundo trazido à Terra por Deus, rejeitando sem analisar!

E as conseqüências serão graves!

Vejam o caos no Brasil e no mundo decorrentes das enchentes, dos tsunamis, das secas, das drogas, da violência, da corrupção e outros eventos mais como as doenças incuráveis e as epidemias e os desastres de toda sorte!

Quantos desabrigados, quanto mortos, quanto desespero de quem perde, nas tragédias naturais e artificiais, tudo que tem, conseguido com tanta luta e sacrifício!

“Então, parem para que as enchentes não continuem aumentando a cada ano e chegue ao insuportável!

Parem enquanto é tempo, para que não aja a terceira guerra mundial e destrua tudo, passando todos para a vigésima segunda eternidade, em classes inferiores!”

Comparamos aqui CULTURA RACIONAL, como sendo a lanterna do RACIONAL SUPERIOR alertando toda a humanidade, que a natureza mudou de fase e só vai alimentar o progresso Racional, com a energia Racional, que só existe na leitura do livro UNIVERSO EM DESENCANTO.

A natureza não orienta e nem equilibra mais ninguém na cultura do pensamento. Dizendo que, agora, todas as orientações e proteções, só através do Raciocínio, de quem esteja pelo menos começando a leitura, dos livros UNIVERSO EM DESENCANTO.

Então, estudem a CULTURA RACIONAL!

Tomem conhecimento da Fase Racional, para não caírem todos, nas águas de rios de outras classes. O livro UNIVERSO EM DESENCANTO é encontrado no site oficial da Cultura Racional e nas Livrarias Racionais, cujos endereços se encontram também no site oficial da Cultura Racional. 

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O PENSAMENTO E A VIOLÊNCIA

https://drive.google.com/open?id=0B_Q1dy73C4FdOEx4VFVIMk84MG8  (Clique no link para ouvir o áudio)

BAIXAR AUDIO

(Severino dos Reis, estudante de Cultura Racional, Belo Horizonte, MG – BRASIL)

 

A violência dos nossos dias, a única saída é o desenvolvimento do Raciocínio.
Os assaltos, seqüestros, o terrorismo, enfim, todo o tipo de violência e de desequilíbrio do homem soa como um apelo veemente da natureza dizendo: “Procurem conhecer, estudem CULTURA RACIONAL, eu não quero mais ver vocês sofrerem.”

Vejamos por que.

Na pré-história, éramos como crianças que não sabíamos nada. Mas a mãe natureza com a sua sabedoria e muita paciência nos ensinou a andar, a falar e a definir tudo que víamos, ligando a energia magnética na glândula da vida material do nosso primitivo cérebro. E como uma flor, a imaginação se desabrochou com a cultura da pré-história, também chamada de fase do desenvolvimento da imaginação.

E quando a natureza viu a cultura da pré-história pronta, ela mudou para a cultura da civilização, também chamada de fase de desenvolvimento do pensamento. E o pensamento veio auxiliar a imaginação que era muito lenta.
Naquele tempo eles ficavam imaginando a mesma coisa a vida inteira e não saiam daquilo.

Já com o pensamento, eles imaginavam, por exemplo, um novo modelo de carro e o pensamento desenhava e os homens construíam o carro. Assim, com o progresso da cultura da civilização, a natureza foi desenvolvendo o pensamento. E o pensamento desenvolveu as ciências, a tecnologia, as filosofias, as religiões, o amor e o sentimento que torna o homem humano. Tudo isso foi desenvolvido na fase do pensamento, que terminou em quatro de outubro de 1.935.

E nessa mesma data nasceu a CULTURA RACIONAL, dando início à fase Racional, a fase do desenvolvimento do Raciocínio que é desenvolvido com a energia Racional.

A fonte da energia Racional está na leitura dos livros UNIVERSO EM DESENCANTO, que é a didática da CULTURA RACIONAL.

Vejamos então: a imaginação foi a primeira atividade do cérebro produzida pela energia magnética ligada na vida material do homem.

O pensamento é a ação da energia elétrica ligada na vida líquida do cérebro.

E o Raciocínio, é a glândula Racional que está localizada no centro da cabeça, na base do mesencéfalo, conhecida pela ciência como Glândula pineal.

A Glândula Pineal ficou paralisada aguardando o seu tempo, a sua energia, a energia Racional, que viria na fase Racional. Com a chegada da fase Racional, a natureza se ligou na energia Racional e passou a comandar todos através do Raciocínio.

Mas, para isso é preciso estar em contato com a energia Racional através da leitura dos livros da CULTURA RACIONAL. E tem urgência a humanidade estudar a CULTURA RACIONA, porque com a chegada da fase Racional, a natureza parou de alimentar o pensamento com as energias elétrica e magnética.

E sem alimento o pensamento começa a secar. Secando o pensamento, seca o sentimento e sem sentimento, as pessoas não sentem mais o que fazem. Essa é a causa das chacinas. O indivíduo mata a família inteira, mata o pai, mata a mãe e conta friamente.

Em assaltos, mata-se por milhões ou por um par de tênis.

Nos sequestros vão matando o refém aos poucos, cortam uma orelha e mandam para a família, se não pagarem o resgate, mesmo que seja de uma criança, eles matam sem piedade. Esses já estão com o pensamento seco, não tem mais sentimento.

E toda humanidade está caminhando nesse sentido. Se não começarem o desenvolvimento do Raciocínio logo, acabarão também todos os entendimentos humanos.

Os casais já não se entendem mais: um, dois anos de casados se separam, por falta de tolerância, porque o pensamento está enfraquecendo. Essa é a causa da violência: o pensamento seco. E é no mundo inteiro, porque o pensamento está secando: de todos os seres humanos.

Se não fosse a CULTURA RACIONAL ter chegado à Terra para desenvolver o Raciocínio, o homem atearia fogo no mundo por loucura. E a loucura é o pensamento seco.

Portanto, a solução para a violência, só com o desenvolvimento do Raciocínio, porque a fase do pensamento acabou e não tem volta.

É salve-se quem puder e se puder.

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OBSERVAÇÕES SOBRE CULTURA RACIONAL – SINTONIA COM A NATUREZA

(Severino dos Reis, estudante de Cultura Racional, Belo Horizonte, MG – BRASIL)

 

Hoje, vamos fazer algumas observações a respeito de Cultura Racional, no sentido de melhorar a compreensão dos que nos visitam.

Pode acontecer de alguns acompanharem nossas postagens e dizerem: “Eu não estou entendendo. E às vezes, a pessoa até já leu um dos livros UNIVERSO EM DESENCANTO e continua dizendo: já li e não entendi.

Tudo bem: é compreensível. Porém, é preciso saber que a CULTURA RACIONAL, é uma outra cultura que está nascendo agora e que não se aprende em um só livro. 

A cultura da civilização que é milenar, uma criança vai à escola e começa pela cartilha da infância; e apesar dos sofisticados métodos pedagógicos empregados pelos professores, a criança termina a cartilha da infância e ainda não sabe nada.

Estuda 4 anos do curso primário e sai apenas alfabetizada. Depois, estuda 4 anos no primeiro grau, mais 4 anos do segundo grau e no mínimo 3 anos na Universidade, somado à formação artística, religiosa etc. para poder dizer que tem um pequeno grau cultural.

Portanto, para as pessoas que leram um dos livros e não entenderam, é preciso saber que para entender, deva de começar pelo primeiro volume da obra básica que é a cartilha da infância da CULTURA RACIONAL. A obra básica contém 21 volumes e é equivalente ao curso primário.

Mais adiante em outras postagens, daremos a ordem sequencial do estudo completo da CULTURA RACIONAL depois da obra básica, que é muito grande. Portanto, não é em alguns comentários, ou em um livro, que a pessoa vai aprender ou entender tudo.

É necessário ler ao menos os primeiros 21 volumes para se alfabetizar na CULTURA RACIONAL. Para vocês terem uma idéia, estão inseridos na CULTURA RACIONAL, 41 cursos Universitários conhecidos, criados pela mente humana e mais 28 cursos desconhecidos da nossa atual cultura, que vamos aprender lendo os livros UNIVERSO EM DESENCANTO.

Então nós usamos aqui muitas vezes, termos, que para quem ainda não tem conhecimento do seu conteúdo, lhes parece errado. Por exemplo: nós acostumamos a dizer que a natureza não está mais alimentando o progresso da cultura da civilização, que a natureza está indo para um lado e nós estamos indo para outro; e muitos termos que podem lhes parecer estranhos, mas que serão entendidos no desenrolar dessas postagens.

Contudo, queremos dizer que o comando da natureza já está ajustado na Energia Racional da nova cultura e nós, ainda não estamos. Então, ela continua fazendo chover, oxigenando o ar, produzindo os alimentos e tudo que é preciso fazer no planeta, mas em proporções desequilibradas, porque nós insistimos, ainda, no progresso de uma cultura que já terminou o seu tempo, que já construiu a sua própria autodestruição, a cultura do 2º milênio.

Só poderia acontecer o que estamos vendo; sofrimento em todas as camadas sociais no mundo todo, por falta de nossa sintonia com a natureza.

E, assim, o adjetivo “maior” está em todos os noticiários. É o maior terremoto de todos os tempos, o maior furacão, a maior enchente, a maior seca, o maior calor, sem contar os buracos na camada de ozônio, a proliferação da AIDS, vai faltar água potável etc.

Parece que a vida na terra está agonizando. Quanto mais a ciência e a tecnologia avançam, mais pioram as condições de vida em todos os sentidos.

Porém, quando todos estiverem sintonizados com a natureza, com a mesma cultura, tudo isso que parece um caos será neutralizado. Porque a Energia Racional neutraliza os efeitos causados pelas energias elétrica e magnética, que movimentam a cultura da civilização que está vencida e que está causando todos os desequilíbrios do nosso planeta e da humanidade. 

Amigos: convido a todos para pesquisarem, o quanto antes, os livros de Cultura Racional. Aí, começarão a ter contato direto com a Energia Racional e terão provas, em si mesmos, dos grandes benefícios que essa energia superior traz para todos que a ela se ligam.

Muita paz e saúde para todos!

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