
Todos nascemos e já encontramos tudo pronto.
Como não há efeito sem causa, e tendo a certeza de que nascemos apenas para uma passagem junto a tudo e todos que encontramos, a lógica nos fala que viemos para cuidar de não desrespeitar coisa alguma e ninguém, porque tudo e todos aqui já estavam antes de nossa chegada e têm uma individualidade e missão já determinada pela Natureza anteriormente ao nosso nascimento na Terra. Então, o que viemos aqui na Terra fazer?
Viemos exatamente para nos desenvolver internamente, a ponto de também conhecermos e desenvolvermos nossa missão, que se inicia quando a compreensão do respeito a tudo e todos nos limita a nós mesmos e nos conduz ao nosso aperfeiçoamento racional.
Mas, ao longo do nasce e morre constante, com nossas vindas e idas neste campo material, nunca anteriormente conseguimos alcançar a fórmula do se conhecer, e isso acontecendo com toda a humanidade, gerando muitos sofrimentos, que essa humanidade procurava minimizar interferindo em tudo e todos. E nesse interferir, indo contra as leis naturais, que determina que cada qual aproveite sua estadia na vida material, para aprender a se conhecer.
Isso é que fez com que a humanidade se distanciasse do natural, criando o artificial na vida, com a ilusão de colocar fim aos sofrimentos.
Houve um tempo na Terra – sim, houve, em que a humanidade se relacionava respeitando tudo e todos, seguindo as orientações que recebia da Natureza para conduzir sua vida sem se aborrecer e sem cometer ingerências na vida alheia. Foi o tempo da regência do Alfabeto Astrológico: cada qual guiado pelos astros e pelos 7 reinados da vida, caminhando equilibradamente junto com a Natureza e tendo, a cada tempo de vida, as correções de suas deformações emocionais, espirituais e mentais. Tudo isso feito morosamente, porque o conserto definitivo dessas deformações não pode ser feito da noite para o dia, requer o tempo certo para cada ser.
Não se semeia agora para se colher no dia seguinte.
Mas, muitos viventes apressados, começaram a querer ser mais que a Natureza, achando que poderiam adiantar seu desenvolvimento, e resolveram criar um meio “melhor” que o da Natureza para alcançar essa elevação.
Ora, sabemos que o apressado come cru! Fizeram o “adiantamento” e se deram mal, criando uma cultura artificial, que veio imperando até hoje, repassada de gerações a gerações e que, ao contrário do que esperavam, fez foi com que todos se distanciassem da evolução tão sonhada.
Foi assim que a humanidade viveu até 1935, completamente desconhecida de si mesma, e buscando, com experiências sem fim, a manipulação de tudo e de todos, para ver se conseguia abolir o sofrimento na Terra e encontrar a satisfação plena.
Como poderia encontrar a satisfação plena sem SE CONHECER, divorciada da Natureza?
Se não tivessem abandonado o Alfabeto Astrológico, onde todos se comunicavam com o sol, a lua, as estrelas, com a água, a terra, os animais e os vegetais, sendo orientados racionalmente sobre o que deveriam ou não fazer para a direção CERTA da vida, toda a humanidade, há muito, já estaria completamente desenvolvida racionalmente, todos SE CONHECERIAM e estariam em harmonia perfeita consigo, com tudo e com todos, sendo beneficiados em tudo pela Natureza e completamente satisfeitos.
Para ver como a desobediência à Natureza, feita por nossos primitivos ancestrais, foi o pior legado que eles poderiam ter nos deixado. Na verdade, um verdadeiro castigo.
Tudo isso nos foi revelado, de 1935 a 1988, no Livro da CULTURA RACIONAL, a cultura natural da Natureza, “Universo em Desencanto”, que é um conjunto iluminado de mensagens ditadas aqui no Brasil para toda a humanidade pelo Mundo Superior de onde tudo e todos viemos, o MUNDO RACIONAL, para finalmente nos dar a oportunidade de saber a VERDADE das Verdades da qual ficamos distantes há longos tempos perdidos.
E o desconhecimento dessa VERDADE das Verdades é que nos impediu o autoconhecimento. E sem o autoconhecimento a humanidade veio a desenvolver o contrário, que é o pensamento artificial de uns contra os outros, bloqueando o alcance da UNIÃO e da CONCÓRDIA entre todos, resultando na insatisfação universal.
Cada qual precisa SE CONHECER, para encontrar o elo comum entre todos que é uma ENERGIA SUPERIOR, a ENERGIA RACIONAL, do MUNDO RACIONAL, materializada no centro de nossas cabeças, na glândula pineal (ou epífise), como máquina do raciocínio , porque é esse o nosso SER VERDADEIRO, o SER RACIONAL, idêntico em todas as cabeças dos animais Racionais, e que tão somente cada qual poderá encontrar, conhecer e desenvolver em si mesmo, e não fora de si.
Daí o porquê nascemos para respeitar tudo e todos, cuidando cada qual de si, cuidando desse desenvolvimento do seu raciocínio – e o tempo é pouco para isso, porque já alcançamos um nível de degeneração, deformação e poluição muito grande, devido ao nosso apego ao pensamento artificial materialista.
Concluindo: provado e comprovado está que a insatisfação humana é consequência e prova do desconhecimento de si mesma, por não saber que o corpo de matéria é somente um carro que transporta o SER VERDADEIRO DE TODOS, que é o SER RACIONAL.
E como a maioria esmagadora não se conhece racionalmente, se apega no seu corpo de matéria e no seu pensamento artificial materialista como se eles fossem o seu EU VERDADEIRO. Daí, o vazio, porque a matéria nada é, não satisfazendo a ninguém.
A hora agora, minha gente, é para ser aproveitada por toda a humanidade para SE CONHECER, porque somente com o raciocínio desenvolvido haverá a UNIÃO de toda a humanidade, colocando fim nas insatisfações e nas guerras de todas as espécies.
Raciocinando vamos implantar na Terra um Verdadeiro PARAÍSO RACIONAL.
E os que não quiserem desenvolver o seu raciocínio, pois a vontade é livre, não poderão participar do júbilo dos iluminados, porque já terão sido conduzidos pela Natureza para a classe dos animais irracionais, de quatro pés e de dois pés.
Repassem, por favor, essas informações a quantos puderem, porque todos somos irmãos, por sermos todos filhos de DEUS!
Leiam os Livros “UNIVERSO EM DESENCANTO”, de CULTURA RACIONAL, a Verdadeira Origem da Humanidade.