

(JORGE ELIAS, Jornalista, autor do Livro “O Cavaleiro da Concórdia”)
O Jornalista Mauritônio Meira, diretor da Revista Nacional, costuma afirmar: “Jorge Elias foi um dos maiores repórteres de polícia.” O poeta maranhense Lago Burnett garante:” “Ele pertenceu à melhor escola de profissionais, para os quais uma vírgula pode ser informação.” O jornalista Raul Azêdo, ao convocá-lo para trabalhar em Última Hora, em 1971, não esconderia o entusiasmo, confidenciando: “Jorge Elias é um craque com escalação em qualquer seleção, chuta com as duas, apura e escreve muito bem” O escritor José Louzeiro preferiu transformá-lo em personagem de seus livros.
Na verdade, Jorge Elias acabou se tomando, através de grandes reportagens, um dos ases da crônica policial carioca. E também; sem favor nenhum, um dos melhores profissionais da reportagem especializada. Dono de um texto leve, solto, envolvente, de palavras fáceis e bem colocadas, impôs o seu estilo e pontilhou sua carreira com retumbantes sucessos.
Quem não se lembra da série de reportagens intituladas “Ipanema, Território Livre do Tóxico” e “Copacabana, a Servidão do Sexo”? Cobriram dezenas de páginas de jornais e acabaram transcritas para os anais do Legislativo. Ou ainda do “MÃO BRANCA”, saltando do noticiário policial para a glória e as primeiras páginas dos jornais de todo o mundo. “Ao transformá-la no mito policial do século, não dei apenas asas ao meu poder de criação. Fui muito mais além, provando, de forma derradeira, que todo repórter tem nas mãos o sublime e terrível poder de informar” – diria Jorge Elias, meses depois num programa de televisão.
Descoberto por Tenório Cavalcanti, quando trabalhava como contínuo numa fábrica de brinquedos, Jorge Elias foi levado para a redação da Luta Democrática, onde percorreu os primeiros caminhos da reportagem. Dali convidado por Francisco Martins Pinto, ingressou no Correio da Manhã, na época o maior jornal do País. Aliás, foi neste jornal que Jorge Elias começou a dar o braço ao sucesso e à fama. Destemido e vibrante, ostentaria a glória de ter sido o único jornalista a colocar um general na cadeia, no primeiro governo da Revolução. Do Correio da Manhã, iria para o Diário de Notícias e. de lá para a Última Hora, onde acabaria permanecendo por mais de 9 anos.
Wilton Franco, que acompanhava suas reportagens, acabou por levá-lo para a televisão. Inicialmente para o programa Aqui e Agora, na extinta TV Tupi. E posteriormente para o Povo na TV, na TVS. Diante das câmeras, Jorge Elias mostraria, mais uma vez, seu talento, criando e impondo seu próprio estilo e imagem, abraçando, como sempre, o sucesso.
Com esse livro, Jorge Elias assinalou seu ingresso na literatura. De forma modesta, despretensiosa e simples, como ele próprio. Mas não tenha dúvida: por tudo que o livro conta, pelo que se propõe, pela beleza do texto e também pela emoção que passa, o CAVALEIRO DA CONCÓRDIA nasceu predestinado.
Portanto, acredite. Você tem em mãos um livro que vai provocar reações.
Lenin Novaes – Jornalista










SALVE O “CAVALEIRO DA CONCÓRDIA”, TÍTULO QUE FAZ JUS AO RESPONSÁVEL PELA OBRA DE CULTURA RACIONAL DOS LIVROS “UNIVERSO EM DESENCANTO”, O SR. MANOEL JACINTHO COELHO!
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É verdade, Mary, louvado seja o “CAVALEIRO DA CONCÓRDIA”, por ser o único que sabe conduzir a concórdia entre todos os povos, o que é feito pelo desenvolvimento do raciocínio!
Gratíssimos pelo comentário!
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