POR QUÊ MUITAS PROFECIAS ESTÃO FALHANDO?

1ª Profecia Maia - Tempo

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(*)

O mundo na expectativa de 21.12.2012, esperando algum acontecimento inusitado, e o 21.12.2012 entrou e saiu tranqüilo indiferente às especulações humanas.

Há muito que as profecias falham.

Por quê?

Porque as profecias, em sua maioria, foram irradiadas pelo pensamento, força eletromagnética, que não foi feito para acertar e, sim para lapidar os pensadores.

Quando a regência da Natureza estava a cargo das energias elétrica e magnética, as profecias valiam, porque quem comandava a Natureza eram essas duas energias, as mesmas que irradiavam as profecias, através do pensamento (elétrico) e da imaginação (magnético) nos seres humanos.

Mas, com a entrada da Fase Racional na Natureza em 1935, passou a comandar a natureza a ENERGIA RACIONAL, para o desenvolvimento do raciocínio (glândula Pineal), deixando de vigorar e valer tudo que o pensamento e a imaginação programaram, e que estava deixando os pensadores aterrorizados.

Hecatombes irão acontecer naturalmente, porém, somente para alertar a humanidade sobre a mudança de fase da natureza, da fase do pensamento para a fase do desenvolvimento do raciocínio.

Este mundo tem Dono e o Dono não é, como muitos pensavam, as energias elétrica e magnética. O verdadeiro Dono deste mundo é o RACIONAL SUPERIOR, o RACIOCÍNIO SUPERIOR A TODOS OS RACIOCÍNIOS e a ENERGIA SUPERIOR A TODAS AS ENERGIAS – DEUS. E DEUS não vai permitir que ninguém destrua o seu mundo, porque DEUS é PAZ, AMOR, FRATERNIDADE, CONCÓRDIA e SUPREMA BENEVOLÊNCIA RACIONAL.

E enquanto a ENERGIA RACIONAL, de DEUS VERDADEIRO, não tiver marcado todos que fizeram por onde retornar, em vida, à Origem, o mundo continuará caminhando em sua evolução, para os que fizeram por onde merecê-la e, ao mesmo tempo, em liquidação para os que fizeram por onde serem liquidados.

Por isso, insistimos para que todos passem a desenvolver o raciocínio, para estarem em harmonia com a fase em vigor na Natureza, a Fase Racional, porque a fase do pensamento terminou, está em liquidação e levando à liquidação todos que continuarem ligados a ela. E, por isso, com o pensamento ninguém resolve mais nada, por ser massa falida.

Todos agora, para resolver os casos da vida, têm que desenvolver o raciocínio, porque no raciocínio é que está a solução de tudo e de todos e, não, no pensamento e na imaginação.

O raciocínio é o nosso maior Amigo, por ser o Dono da vida, por ser o Habitante do MUNDO RACIONAL que se materializou na glândula Pineal, estando nele, portanto, o caminho de volta à eternidade, o MUNDO RACIONAL.

E o pensamento e a imaginação, são duas energias do chão, da matéria, fruto da transformação duma pequena parte do MUNDO RACIONAL que não estava pronta para entrar em progresso e que se transformou em energia elétrica e magnética, pensamento e imaginação, macho e fêmea, positivo e negativo, com a entrada de uns tantos Habitantes do MUNDO RACIONAL, que somos nós, que hoje sofremos a consequência de naquela pequena parte termos entrado, fazendo uso da vontade, por a vontade ser livre.

E por serem, o pensamento e imaginação, essências da matéria, que é mal puro, não têm força e poder para nos tirar da matéria. O pensamento e a imaginação são funções para nos manter ligados ao chão, à matéria – visível e invisível, para nossa lapidação e, não, para nossa transcendência.

Por serem forças do chão, essas duas energias, elétrica e magnética, pensamento e imaginação, não conhecem o caminho de retorno à origem, não podendo nos revelar a Verdadeira Origem, que nunca conheceram, por serem oriundos de uma degeneração e transformação. Razão porque a humanidade nunca soube de onde veio, como veio e para onde vai.

Portanto, despreocupemo-nos das profecias e preocupemo-nos com o desenvolvimento do nosso raciocínio, porque para o raciocínio desenvolvido profecia alguma tem valia, valendo apenas para quem está em liquidação, por teimar em continuar pensando e imaginando na Fase Racional.

E o que é pensamento, imaginação e raciocínio?

Todos saberão estudando os Livros Universo em Desencanto, de Cultura Racional.

Que todos se liguem à Fase Racional, para o bem de si mesmo e de toda a humanidade!

 

(*) Texto em Inglês:

https://nalub7.wordpress.com/2015/01/25/why-have-so-many-prophecies-failed/

http://www.universoemdesencanto.com.br

 

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UMA VIAGEM AO DESCONHECIDO E UM CHARUTO NO NARIZ

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(Severino dos Reis)

 

Depois que os Racionais perderam todas as suas virtudes Racionais, os seus corpos sem as virtudes, ficaram sem ação, como uma bateria descarregada: uma vida morta para a sua origem que é a eternidade o MUNDO RACIONAL.

Mas Deus, o RACIONAL SUPERIOR, não deixaria os seus filhos, perdidos na imensidão do Universo eternamente. E tratou logo de providenciar uma outra forma de vida, para evoluir naturalmente, sem que Ele precisasse interferir no livre arbítrio daqueles que, por vontade própria, saíram para essa aventura, porque Ele fez todos com absoluta liberdade. Por isso, não proibiu a saída e nem vai obrigar a volta de ninguém. Saíram porque tiveram vontade e voltam se tiverem vontade; portanto, lê os livros da CULTURA RACIONAL se quiser: não é obrigado. Mas, quem seria louco – depois de conhecer a CULTURA RACIONAL, que é a única forma de nos levar de volta à eternidade – e não agarrar com unhas e dentes? Nem um, em sã consciência.

No entanto, é natural as pessoas não aceitarem de pronto, a CULTURA RACIONAL, como a única chance de salvação! Pois as Religiões, seitas e doutrinas até agora, vem nos ensinando tão diferente há milênios, em todo o período da Cultura da Civilização.

Naturalmente ninguém sabia que a primeira vida dos Racionais aqui na terra nasceu do chão, e de compleição monstruosa! E que foi evoluindo, melhorando a aparência, com o passar das eternidades. Eles nasceram do chão como vegetal e evoluíram para monstrinhos; de monstrinhos evoluíram para monstros; os monstros melhoraram um pouco mais, passaram a homens das cavernas; e melhorando um pouco mais passaram a primitivos selvagens.

Foi daí, é que começaram criar palavras; e os mais adiantados a inventar conceitos para dominar os mais atrasados. Começaram então, a surgir as seitas, as doutrinas e as Religiões, para dominá-los pelo temor.

Mas, tudo isso foi feito aqui mesmo pelos homens! Embora tenha sido inspirado pela Natureza.

E com a evolução cultural, ficamos preparados para entender; então veio agora do MUNDO RACIONAL, que é o nosso Mundo de Origem, a CULTURA RACIONAL, contando a realidade, o que aconteceu e como podemos corrigir esse erro e voltarmos à nossa Origem, a Eternidade. Quando comecei a ler os primeiros livros da CULTURA RACIONAL, eu não acreditava em nada que estava lendo: ao contrário, achava tudo um absurdo.

Mas, tudo mudou quando eu fui ao Retiro Racional, onde são confeccionados os livros Universo em Desencanto e conheci lá, o Sr. MANOEL JACINTHO COELHO, o escritor, expoente da CULTURA RACIONAL. Para vocês entenderem o porquê, eu vou contar uma história que se passou comigo e me intrigava a circunstância.

Em 1963, morava na Cidade de São Paulo, estava desempregado, sem dinheiro, muito doente. Mas, o burburinho popular, espalhava a existência de um curandeiro, que acabei indo procurá-lo; e foi por informação de um senhor que me ensinou o caminho.

Eu cheguei ao local, tinha uma fila imensa, que daria numa mesinha, onde uma garota morena, aparentando 16, 17 anos, cobrava “CR$ 5.00”. Ela dava um papelzinho amarelo, com um número da sala da consulta e a gente passava para outra fila para aguardar o atendimento.

Depois de muito esperar, eu ouvi chamar o meu nome e o número da sala que estava no papel para eu ser atendido. A voz vinha de um prédio, parecido com um Colégio, que ficava lá embaixo dentro de um buraco, que para chegar lá tinha de descer uma rampa bem íngreme.

Naquele instante eu fiquei sem entender! Como poderia alguém saber o meu nome naquele prédio, se a moça estava sozinha, não tinha ninguém para levar nada para dentro do prédio, mesmo porque ela não perguntou o meu nome, eu não preenchi ficha nenhuma, como alguém saberia o meu nome lá embaixo, se naquele tempo não existia computador para se comunicar à distância? Até porque, a mesinha dela media no máximo sessenta centímetros quadrados e ela só tinha uma caneta na mão e um pacotinho de papel amarelo, de mais ou menos cinco centímetros quadrados em cima da mesa.

Mas, ansioso para ser atendido, esqueci as minhas interrogações e desci. Quando eu cheguei lá embaixo, o prédio tinha um corredor muito comprido, que o dividia em duas alas e com muitos consultórios de um lado e de outro, de modo que eram muitos atendentes.

A minha sala era uma das primeiras do corredor e um homem moreno, alto, com um pano branco amarrado na testa, com um charuto na boca, veio ao meu encontro e me perguntou: você é o José Severino? Antes que eu respondesse, ali mesmo do lado de fora do consultório, ele me pegou pelo queixo com uma mão e com a outra me enfiou o charuto no meu nariz com toda força, nas duas narinas, que eu senti até o cheiro de queimado dos pelos do meu nariz.

Não fez mais nada, não me perguntou o que eu sentia só me falou: passa lá na mesa, a moça que te atendeu vai dar a receita das ervas para você fazer os chás, vai ficar bom. Falou isso e ficou me olhando e eu olhando para ele por certo tempo, que eu nunca esqueci nem um detalhe da fisionomia daquele homem.

E novamente eu me vi de volta às minhas indagações!

Como aquela moça lá em cima, poderia saber o que eu tinha, para me dar a receita, uma vez que ela estava tão longe e ele não tinha como se comunicar com ela?

Eu despedi dele meio desconfiado e fui à mesa da moça. Eu cheguei lá. Sem parar de atender a fila e sem que eu falasse nada, ela já estendeu a mão, pegou um papel encima da mesa e me deu: ali estava o meu nome, o nome das ervas e como fazer o chá.

Eu fui embora tão encabulado com aquilo tudo, que eu não comprei erva nenhuma e nem tomei chá nenhum; na semana seguinte eu arrumei um emprego e esqueci as doenças.

Mas, aquele quadro nunca mais saiu da minha mente com todos os detalhes: aquela fila, aquela moça, aquele papel com o número da sala, aquela receita, aquele prédio, aquele homem. O prédio estava num lugar, como se fizesse uma escavação muito profunda, com rampas em volta e o construísse lá dentro.

O tempo passava e sempre aquela imagem na minha lembrança; um dia me deu vontade de ir ver aquele local outra vez. Mas onde? Para que lado? Em que bairro ou fazenda, onde? Não sei! Nunca mais lembrei aonde e como eu cheguei naquele local; porque certamente não deve ter sido aqui na terra.

Mas, os anos se passaram e em 26 de Fevereiro de 1978, eu comecei a estudar a CULTURA RACIONAL; no mês seguinte eu fui ao Retiro Racional buscar livros e conhecer o senhor MANOEL o autor material daquela obra tão importante!

Quando eu fui apresentado a ele, senti uma sensação: mas é esse que escreve esses livros de tamanha importância? Esse eu já conheço! Mas, de onde? E eu percebia que ele me olhava e eu olhava para ele, eu tentando lembrar onde eu o conhecia e ele falando que eu tinha de vender o livro na minha loja.

Assim, conversamos com ele por algum tempo, depois descemos para o alojamento. Descansamos um pouco da viagem e mais tarde fomos almoçar.

Ao passar em frente à butique onde se vende os livros, eu vi na vitrine, uma foto de senhor MANOEL, com um pano amarrado na testa, o que hoje nós chamamos carinhosamente de Senhor Rei de Angola. Foi então que me lembrei de onde eu conhecia o senhor MANOEL JACINTHO COELHO. O senhor Manoel, era aquele homem que há 16 anos atrás, havia me enfiado o charuto no nariz, naquele prédio estranho. E o mais interessante, que na época que conheci o Retiro Racional, não existiam o Centro Científico e nem o Hotel (que hoje lá existem); só alguns anos mais tarde, é que foi construído o Centro Científico e depois o Hotel. E só depois que o Hotel ficou pronto, é que acabava de desvendar o enigma: o Hotel era o prédio, onde aquele homem de pano branco na cabeça, o Senhor MANOEL, havia enfiado o charuto no meu nariz. A única diferença, é que o Hotel é na superfície, não tem rampa para descer. Logicamente, demorou algum tempo para eu perceber, o porquê teria acontecido tudo isso, muitos anos antes de eu conhecer a CULTURA RACIONAL. Mas, diante de tanta facilidade de forjar, comprar relatos, nos movimentos filosóficos e sociais da Cultura artificial, a CULTURA RACIONAL, tinha que trazer provas diferentes e inquestionáveis! Para os que, como eu, venha colocar em dúvidas, a sua credibilidade. Porque ela é para todos os seres humanos! De todos os segmentos sociais: sejam eles Científicos, filosóficos, ou religiosos, ela amplia o leque do saber; é a seqüência Cultural da humanidade.

Também porque, o RACIONAL SUPERIOR conhece qual a prova, que cada um precisa para confiar e dar prosseguimento na leitura. Não é privilégio meu e nem de ninguém; todos que iniciarem a leitura do livro UNIVERSO EM DESENCANTO e precisarem têm provas.

Se você duvida, compre o primeiro volume da obra e leia com persistência e respeito, que o impossível se torna possível.

Comprove por si mesmo, lendo a obra UNIVERSO EM DESENCANTO. 

 

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FAÇAMOS DO ANO NOVO UMA NOVA VIDA

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2012 já dá seus últimos suspiros.

Mas, nós, não!

Somos eternos, estando em uma contingência material, por nós mesmos causada.

Só quem ainda não se deu conta disso, por viver artificialmente, é que se vê diminuído e envelhecido com os anos aparentes que se passam. Tudo invenção dos seres humanos.

A esses, iludidos com as aparências, faz muita diferença essa mudança alegórica de um ano para outro. O tempo é algo que, na verdade, não existe. O que existe de fato é a deformação do estado natural de pureza, limpeza e perfeição, que nos faz sentir diferentes e enxergar tudo diferente da verdadeira natureza dos seres.

Daí é que nascem as flutuações do humor: ora elevado, ora baixo, ora mais ou menos, que não deixam o vivente sossegado, procurando sempre se equilibrar, mas, volta e meia, desequilibrado.

Será que não deu ainda para entender que o que nos falta é o saber verdadeiro? Será que não deu para sentir que nossa estrutura cultural é incompleta?

Todo fim de ano é sempre a mesma estória: esperanças e mais esperanças, que não passam de esperanças.

Coloquemos um fim nesse grande teatro. Comecemos o Ano Novo com VIDA NOVA, através de uma visão real de tudo e de todos. Sim, porque a visão míope da vida é que nos torna incompreensíveis da realidade e, conseqüentemente, em desarmonia com tudo, com todos e conosco mesmo.

Tomemos a atitude de conhecer tudo sobre a Natureza que nos gera, cria, mantém e governa.

Entremos 2013 com o pé direito e as duas mãos segurando, com firmeza,  a cultura da Natureza, a Cultura Racional. Aí deixaremos de nos comportar como simples pensadores e mortais e assumiremos nossa identidade eterna de RACIONAIS, que é o que o SER SUPREMO A TUDO E A TODOS e a Mãe Natureza esperam de nós.

Façamos do ANO NOVO uma NOVA VIDA, pelo desenvolvimento do raciocínio, adquirido com os conhecimentos de Cultura Racional.

 

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2013, DEPENDE DE TODOS NÓS!

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A humanidade encontra-se já bem amadurecida e sofrida, para estar acreditando que uma simples passagem de ano traga mudanças significativas para nossas vidas.

A Natureza é, sim, de transformações constantes, de acordo com o que plantamos, de acordo com o nosso entendimento da vida. E esse entendimento nos é dado por ELA, à medida em que fazemos por onde merecê-lo.

Então, é preciso que cada qual queira tornar-se uma pessoa melhor, para que um melhor entendimento da vida seja dado a cada qual.

Ser uma pessoa melhor é fazer por onde ser fator de paz, amor, fraternidade e concórdia. Ser fator de união.

Isso se consegue quando se quer realmente. Aí a pessoa dá primazia à união que se sobrepõe às ideologias, costumes, tradições, doutrinas e tudo mais que divide, porque SER passa a ser mais importante que PERTENCER ou TER, onde o HOJE é a base que traz a soma de tudo que já se passou, perdendo o PASSADO todo o seu valor.

Assim, encarando nossa vida sob o prisma da UNIÃO, torna-se fácil integrar-se e harmonizar-se com a Natureza de quem dependemos em tudo para viver e ELA nos dará, em retribuição, todo o entendimento que precisamos e necessitamos para sermos finalmente felizes.

Não duvidemos, pois, a Natureza é RACIONAL. Responde racionalmente aos racionais e irracionalmente a todos que não raciocinam, porque ELA é justa, dá mel a quem pede mel e fel a quem pede fel.

Portanto, raciocinemos!

2013 depende de todos nós!

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RELATO – A PROVA INCONTESTÁVEL: MOTORISTA QUE MORREU!

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(Severino dos Reis)

(Este texto foi publicado neste blog em ABRIL/2012, sendo publicado novamente por se tratar de um dos mais belos relatos comprovantes da identidade Superior do Senhor Manoel Jacintho Coelho)

Pelo histórico cultural da humanidade, é muito difícil o homem entender que é preciso desenvolver o Raciocínio.

Pois, desde os nossos primeiros aprendizados, já nos ensinam que nós Raciocinamos.

 Porque misturamos imaginação e pensamento, com Raciocínio.

 Porque não sabíamos, que imaginamos quando a energia magnética está ativa funcionando a sua glândula, correspondente à parte sólida do corpo, no lado esquerdo do cérebro.

Estamos pensando, quando a energia elétrica está ativa funcionando a sua glândula, correspondente à parte líquida do corpo, localizada no lado direito do cérebro.

E para Raciocinar, é preciso estar ativa a energia Racional na sua glândula, localizada na parte central do cérebro, na base do mesencéfalo, que é a glândula Pineal.

São funcionamentos, específicos: cada um com a sua energia, não se misturam.

E é aí que entra a importância, a necessidade inadiável, de todos os seres humanos, estudarem a CULTURA RACIONAL, que é a única fonte, é a usina geradora da energia Racional.

Porque, os movimentos da terra produzem com abundância a energia magnética.

Os movimentos dos mares e dos rios são fontes, inesgotável, da energia elétrica.

Mas não existe em nosso planeta, nenhuma fonte para gerar a energia Racional.

Mas a Natureza é sábia. Ela nos ensinou a materializar energia elétrica e magnética em letras, quando estamos escrevendo; e a desmaterializar e absorver as energias elétrica e magnética, quando estamos lendo.

Todos sabem disso!

Pois quando lemos uma carta de um ente querido, dizendo palavras carinhosas, de saudades, ao lê-la, nós sentimos a mesma saudade, a mesma alegria com a qual ele escreveu. E se ao contrario, forem palavras ríspidas, ofensivas, ao ler, nós sentimos o mesmo repúdio com o qual ele escreveu.

Não é assim?

É exatamente porque, ao ler, nós desmaterializamos e absorvemos as energias do pensamento de quem a escreveu.

Porque a Natureza sabia, que na fase Racional, nós teríamos que retirar energia Racional, da leitura dos livros UNIVERSO EM DESENCANTO da CULTURA RACIONAL, para desenvolver o Raciocínio.

Os primeiros ensinamentos que recebemos de nossos pais, indubitavelmente, é sobre a salvação; todos querem se salvar.

Por enquanto, por falta de saber, estamos buscando a salvação, nas religiões, nas seitas, nas doutrinas e até nas ciências!

Mesmo porque, são as únicas fontes conhecidas que temos.

Mas dentro em breve, todos vão descobrir que a salvação é o retorno à nossa origem, o MUNDO RACIONAL, porque chegou a hora de saber.

Lá, é a única eternidade que existe; é o Céu como conhecemos.

E só voltaremos para lá, com o Raciocínio desenvolvido.

Para isso, nós que já estamos em contato com a energia Racional, que já temos consciência desta realidade, divulgamos incansavelmente, dia e noite; enfrentando muitas vezes o repúdio de alguns, muitas vezes por convicção, ou até mesmo por conveniência.

Mas, sucumbem todos os enganos e mentiras, quando a pujança da verdade, do incontestável vem à tona.

O que descreveremos a seguir, que a princípio parece bizarro, é na verdade, uma das lindas provas da veracidade, da verdade, que é CULTURA RACIONAL. Em 11 de Maio de 1.999, numa excursão para o Retiro Racional, nós viajamos com vários ônibus; e eu fui divulgando para o motorista, que mesmo ele sendo Evangélico, demonstrava estar muito interessado nas minhas explicações.

Passamos o final de semana no Retiro, e no início da viagem de volta, ele me pediu que não deixasse ninguém na cabine do ônibus, para não lhe tirar a atenção.

Fiz o que ele pediu, assentei no meu lugar e prosseguimos a viagem. Às 21 horas, nós paramos num restaurante para lanchar; quando retomamos a viagem chovia muito e ao entrar novamente na pista, ele parou o ônibus bem no meio da pista.

Então, eu levantei da minha poltrona e fui ver o que estava acontecendo; como não tinha ninguém na cabine, eu liguei o alerta do ônibus, fui ao ônibus da frente que também estava parado e da mesma forma, estava sem motorista.

Então, eu coloquei uma pessoa na porta de todos os ônibus, para não deixar ninguém descer, porque estava muito perigoso e fui procurar os motoristas.

Eu olhei para uma firma que tinha ao lado da estrada e vi o motorista do meu ônibus com um estudante, os dois em pé, perto da portaria da firma.

Então eu fui lá ver o que estava acontecendo. Ao chegar perto deles, o motorista me falou: “Eu não posso continuar a dirigir o ônibus, porque eu morri, estou morto; só estou esperando chegar o outro motorista, para entregar o ônibus a ele.”

E disse: “O meu colega está lá dentro da portaria, telefonando para empresa, mandar outro motorista para me substituir.”

Eu olhei bem para ele, realmente ele estava branco feito cera e parecia mesmo estar morto.

Então, eu falei para o estudante que estava com ele:

“Vai ao ônibus e traga dois livros 1º volumes da obra.” Quando chegou com os livros, eu pequei um dos dois livros e falei para ele abrir o livro na pagina 51, na lição dos fluidos; e disse: “Eu vou ler em voz alta e você lê em voz baixa; se eu parar, você passa a ler em voz alta e eu continuo em voz baixa, assim revezaremos até o final da lição sem interromper a leitura.”

Mas ao terminar a 3ª página, o morto me disse: “Severino pode parar a leitura, eu já estou bem, estou vivo de novo, em perfeitas condições de levar o ônibus.”

Aí falei: “Você está bem mesmo? Então, agora presta atenção firme na leitura, porque temos que ir até o fim da lição.”

Meia hora depois quando terminamos a leitura, o outro motorista veio com o vigia lá de dentro da portaria dizendo: “Como vamos fazer agora! Não consegui falar com a empresa, o telefone sumiu.”

Então ele disse: “Não! Eu estou bem não tenho mais nada, posso levar o ônibus sem problema.” E, o vigia preocupado, dizendo que teria que pagar o telefone para a Empresa, aí eu entrei na portaria para dar uma olhada, o telefone estava em cima da mesa; e eles disseram: “Como pode? Reviramos essa portaria e não encontramos! E agora ele está aí! Como pode? “

Mas, tudo resolvido, agradecemos o vigia da firma, entramos no ônibus e seguimos a viagem tranquilos.

Foi então que ele me falou: “Olha Severino, agora eu vou te contar o que aconteceu; lá no Retiro, nós reunimos os motoristas, subimos na casa dos três poderes, para visitar o túmulo do seu Manuel. Quando estávamos voltando, eu era o último que vinha atrás dos meus colegas. Ao chegar perto daquele portal, apareceu um homem vestido de roupa marrom, parecendo um Padre Capuchinho, com um livro na mão, entrou na minha frente e começou a ler o livro. Os meus colegas me chamavam: vem precisamos almoçar para viajarmos! Eu dizia: o homem não me deixa passar! E eles diziam: você está louco, não tem homem nenhum aí! E para todos os lados que eu tentava sair, ele me cercava e não parava de ler o livro. Na verdade, depois de alguns minutos, eu passei a gostar da leitura! Ele leu mais ou menos uns 25 minutos e quando terminou a lição, ele desapareceu na minha frente, então eu fui para o hotel almoçar. Terminei de almoçar, entrei naquela lojinha que tem perto da escada do hotel e vi a foto do homem dentro da vitrine; perguntei à balconista quem era o homem da foto, ela disse: é do Sr. Manuel Jacintho Coelho o autor da CULTURA RACIONAL. A partir daquele momento, toda aquela multidão de gente de branco que estava no Retiro, tinha o rosto do homem dentro da cabeça! Como se as cabeças fossem transparentes e quando eu firmava bem a vista nas pessoas, todos tinham o rosto do seu Manuel. Então eu comecei a ficar nervoso, contei aos meus colegas, eles começaram a me criticar, dizendo que eu estava ficando louco, que eu estava vendo a alma do Sr. Manuel. Aí, muito aborrecido, vim para o ônibus para não ver mais ninguém. Mas quando vocês começaram a entrar no ônibus, todos tinham o rosto do Sr. Manuel dentro da cabeça; e se eu firmava a vista, não conhecia ninguém, todos era o rosto dele. Então, lembrei de você me falar da igualdade do Raciocino, eu pensei: É porque todos são estudantes do livro; mas, para me concentrar no trabalho, foi que eu pedi para não ficar ninguém na cabine. Enquanto eu estava dirigindo sozinho na cabine, ia tudo muito bem; mas quando eu entrei no restaurante e vi todas as pessoas, os garçons, todos que não são estudantes do livro, também com o homem dentro da cabeça, aí eu me apavorei! Nem fui ao banheiro. Voltei e fiquei aqui no ônibus esperando vocês. E ao colocar o ônibus em movimento, veio no meu pensamento: Não! Eu morri e estou em outro mundo! E aqui todas as pessoas têm esse homem dentro da cabeça! É isso! Daí, eu passei a me sentir morto mesmo. Porém, quando você começou a ler  o seu livro, percebi que era a mesma lição que o homem tinha lido para mim lá no Retiro, então eu voltei à vida; e voltei a ver você e todas as pessoas de forma normal. Então, senti que estava bem demais, em perfeitas condições de conduzir o ônibus; e estou me sentindo ótimo, sem problema nenhum. Mas você pode me explica por que de tudo isso?”

Então eu expliquei a ele: “Não são sós os leitores, todos os seres humanos da Terra têm Raciocínio. Mais o Raciocínio  sempre teve inativo dentro do cérebro das pessoas. Agora chegou o tempo do seu desenvolvimento, por isso veio do MUNDO RACIONAL nascer aqui na terra, MANOEL JACINTHO COELHO; que é um Raciocínio Superior a todos os Raciocínios, para escrever a CULTURA RACIONAL, para desenvolver o Raciocínio da humanidade; é por isso que ele está dentro da cabeça de todos; mesmo dos que ainda não estão lendo! Mas dentro em breve toda a humanidade estará estudando a CULTURA RACIONAL.”

Então ele me disse: “Com tudo que você havia me explicado, eu ainda tinha dúvidas. Mas,agora, eu quero ler esse livro e não me separo mais dele por nada.”

Na mesma hora, arrumei um 1º volume da Obra e doei a ele. E ele disse: “Não! Eu faço questão de pagar e vou comprar todos os livros.”

Às 22 horas, chegamos a Belo Horizonte, ele deixou os estudantes no centro, no lugar combinado de desembarque e me disse: “Eu vou te levar na sua casa, você me salvou. No outro dia, os colegas contaram na Firma o ocorrido – a empresa o despediu.

Ele mudou para sua Cidade no interior de Minas, montou uma firma e começou a trabalhar por conta própria.

E passou a divulgar o Livro, para toda a família que também eram evangélicos e todos começaram a ler.

E para minha surpresa, três meses depois, ele me ligou esbanjando felicidade, contando que tinha começado uma Caravana lá e já estavam divulgando com 15 pessoas.

Depois, ele passou o telefone para a esposa que também era evangélica, que muito feliz, me contara a transformação da vida deles e de todos os seus familiares, com a leitura do livro UNIVERSO EM DESENCANTO.

Esta prova foi presenciada, por centenas de pessoas da nossa caravana, que estava naquela viagem.

Que bom, para os analistas da evolução do homem dos novos tempos; que grande perspectiva, para os que acham que a raça humana não tem mais recuperação.

Que alívio para os pesquisadores, que já se desiludiram da salvação, por ela ser apregoada pelas Religiões, Seitas e doutrinas, frutos, do romantismo inconsciente, de pré-históricos ainda da era Paleolítica; e que hoje, são fontes de altas rendas e poder para muitos.

Alívio, porque agora a CULTURA RACIONAL que é ditada por Deus, completa com realidade o saber humano, retirando de nós o véu do encanto.

E, então, descobrimos que alguns tempos depois que abandonamos a Cultura Astrológica, ao refletir que perdemos a única chance de retorno à nossa origem, começamos a inventar novas formas artificiais, para o retorno à origem, surgindo assim Religiões, seitas e doutrinas.

Por isso, com o remorso criaram o inferno e denominaram de Céu a origem, a eternidade, e o tempo se encarregou de transformar tudo isso na verdade que temos hoje.

Tudo foi muito bom, preciso e necessário para a lapidação do homem.

Mas hoje, já está na terra a CULTURA RACIONAL para desfazer todo o encanto, para desenvolver o Raciocínio, lendo o livro UNIVERSO EM DESENCANTO.

Portanto meu querido leitor: seja curioso, não dê ouvidos a outros, examine, não subestime a sua própria inteligência, comprove por si mesmo esta realidade.         

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O MESTRE RACIONAL PROVANDO SEU PODER PARA QUEM COLABORA COM O MUNDO RACIONAL

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(Ubirajara Pisão)

Incontáveis são os relatos de leitores e estudantes de Cultura Racional (e até de não leitores), sobre fatos inéditos da passagem do Senhor Manoel Jacintho Coelho pela  Terra, provando e comprovando seus poderes inusitados e sempre para o bem e em benefício de tudo e de todos.

Relatos às vezes um tanto quanto fortes, como é o caso deste que passo a narrar, onde Mestre Manoel prova seu poder para beneficiar quem colabora com o MUNDO RACIONAL, de todas as formas, jeitos e maneiras para que toda a humanidade tome conhecimento da entrada da Fase Racional.

E, assim, foi que ocorreu certo dia; Mestre Manoel diz a um desses grandes colaboradores:

“Eu tenho poder de salvar quem eu quiser.”

Era o que aquele colaborador acabava de ouvir depois de alguns anos de dedicada colaboração no Retiro Racional.

Ouviu com respeito, com interrogação. Seus olhos demonstravam admiração e submissão, mas seus pensamentos não alcançavam o que estava ouvindo do Mestre Racional.

E, assim, diante daquele homem que não aparentava ser um simples mortal, mesmo com um corpo temporário, o colaborador ouviu mais uma vez a voz firme e doce do Mestre Manoel, que continuou:

“Vá tal dia visitar sua avó, ela está doente, está partindo. E diga pra ela que eu tenho poder de salvá-la! Eu tenho poder para isso! Só que ela tem que escolher: pergunta pra ela três vezes, não se esqueça de perguntar três vezes, se ela quer subir ou descer. Se ela quiser subir, eu a salvarei.”

Assim o colaborador fez. Viajou até a cidade da avó. Quando lá chegou encontrou vários membros da família, abraçou todos e lhe disseram o que ele já sabia (dito pelo Mestre Manoel):

“Sua avó está no quarto. Está muito doente!” Fala um de seus familiares.

E agora? Como falar com a avó sobre o que o Mestre havia dito? Tinha que falar com jeitinho e tentando persuadi-la a fazer uma escolha positiva! Divulgou a Cultura Racional para ela, falou sobre os poderes do Mestre e no final da conversa perguntou, mostrando o retrato do Mestre:

“Vó, a senhora quer subir ou quer descer? Olha, responda com calma e reflita sobre tudo o que conversamos.”

Ele, depois de tudo que havia dito, achou que ela iria fazer a opção correta. Mas, ela respondeu:

“Eu quero descer.”

O colaborador não desperdiçou as outras duas chances que ela tinha. Esperou algumas horas para que ela pudesse refletir melhor na resposta e degustar mais e melhor tudo que foi conversado sobre o Mundo de baixo, Mundo de cima e os poderes do Mestre.

Já com horas de visita e com o coração tenso, mais uma vez achou que a escolha por uma vida melhor seria a opção certa e pergunta:

“Olha vó, pensa direitinho! A Senhora quer descer ou subir?”

“Quero descer.” Responde mais uma vez a avó.

A reposta não o agradou, pois gostaria que sua avó subisse para o Mundo Racional. Por isso, não desperdiçou a última pergunta, guardou-a para o outro dia, dia em que iria voltar para o Retiro Racional. Achou que ela, quando dormisse, iria refletir muito sobre as respostas que havia dado e poderia mudar de idéia para ser salva.

Chega a noite. Pensava uma maneira como fazer para sua avó escolher querer subir. Resolve falar mais algumas coisas de Cultura Racional e sobre o Mestre para ver se ela usa o seu livre-arbítrio para a escolha ideal.

O dia amanhece. Toma um café quente, conversa com os familiares e resolve ir embora. E antes vai até o quarto da avó, fala mais de Cultura Racional, tentando, mais uma vez, de maneira muito sutil persuadi-la:

“Vó, a Senhora quer descer ou subir? Responda com cuidado por que só tem esta pergunta, é sua última chance de escolher!”

E para sua surpresa a resposta foi:

“Eu quero descer!” Pela terceira vez, responde a avó.

Aí, ele arrumou suas coisas e voltou para o Rio de Janeiro decepcionado, não sabendo como falar a respeito com o Mestre quando chegasse no Retiro.

Estava triste com a escolha de sua avó, mas tinha que falar para o Mestre.

Chega no Retiro Racional, sobe o calçadão, vai até o Varandão da residência do Mestre, onde o Mestre já o esperava. E antes dele falar qualquer coisa, ouve:

“Ela já desceu e virou exu, fez a escolha dela, já desceu!” Fala o Mestre.

Ele, um pouco triste e decepcionado, agradece ao Mestre pela chance que deu para um membro de sua família. E logo depois recebe um aviso dos seus entes queridos, dizendo que a sua avó havia falecido no mesmo horário em que ele estava voltando de viagem para o Retiro Racional.

Para ver como cada qual é quem escolhe seu próprio destino.

E, por isso, ninguém é culpado do sofrimento de ninguém. Todos, indistintamente, por pior que sejam, sempre têm oportunidade de se salvar, basta que queiram verdadeiramente essa salvação.

Provado está que DEUS não condena ninguém, a própria pessoa é que se condena.

Salve todos.

Ubirajara Pisão

 

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RELATO SOBRE O MESTRE RACIONAL: CAVALEIRO CORAJOSO!

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(Ubirajara Pisão)

 

Quando iniciamos a divulgação da Cultura Racional, nem sonhávamos com computador ou computação gráfica.

Fazíamos tudo de forma bem artesanal e com a boa vontade dos estudantes dos livros Universo em Desencanto.

Eu e mais alguns estudantes, dedicados divulgadores, divulgávamos muito no Rio de Janeiro através de letreiros feitos à mão em paredes, muros, viadutos, paredes de lojas, de residências etc.

E em todas essas divulgações sempre acontecia algo de especial, algo de Racional.

Para abreviar detalhes, em uma delas, pintávamos um grande muro pertencente a uma borracharia em São João de Meriti, RJ.

Pintávamos a capa do Livro Universo em Desencanto e alguns dizeres. Quase não conseguíamos fazer a pintura, pois, o dono do local, apesar de não ser leitor do Livro, conhecia o Mestre Manoel Jacintho Coelho (coincidência) do tempo das cavalgadas em Jacarepaguá (RJ), pois, o dono da borracharia gostava de cavalos e era amigo do Mestre Manoel. E disse pra gente:

“Este livro é do Sr. Manoel! E se vocês são amigos dele, então, vocês são meus amigos! Vamos conversar, eu tenho muita coisa pra falar sobre ele.”   

Deixou-nos fartos de tantos lanches! Toda hora nos trazia sanduíches e refrigerantes, não sabia como nos agradar e nos contou duas histórias marcantes e que uma delas narro agora aqui de forma abreviada.

E dizia o Amigo do Mestre Manoel:

“O Sr. Manoel, tinha uma coragem que nós cavaleiros nunca tínhamos visto antes! Nós achávamos que ele não era deste mundo. Ele era diferente: protegia-nos, arrumava nossas vidas (financeiramente) e fazia coisas inacreditáveis!

Quando vínhamos montados de Jacarepaguá até Belford Roxo, tínhamos que passar por vários morros e precipícios (naquela época não tinha tantas favelas no Rio de Janeiro).

E existia um caminho de um morro que só dava passagem para um cavalo de cada vez. Nós passávamos por ali para cortar caminho, ficava em Jacarepaguá, só que todos os cavaleiros passavam desmontados puxando o cavalo, pois, um pequeno erro, seria fatal! A passagem era muito estreita e se o cavalo tropeçasse por um centímetro, a morte era certa, cairiam no precipício cavalo e cavaleiro. E lá estávamos próximos à morte, com os corações batendo forte, os cavalos tentando recuar com medo, sem querer ir adiante. E o Sr. Manoel montado no seu belo animal, conduzindo o animal na beirada do precipício, sorrindo, dizendo para irmos em frente que nada nos iria acontecer.

Todos passavam com muito cuidado, com medo e desmontados. E o Sr. Manoel brincava, sempre sorrindo e nos levando adiante.

Este fato era comentado por todos os cavaleiros do Rio de Janeiro, desde Jacarepaguá, Serrinha, Belford Roxo etc. Ele era o único cavaleiro no Rio de Janeiro que tinha a coragem de passar montado naquele precipício! Vocês tinham que ver para saber como era perigoso o lugar!”

E, assim, fomos pintando o letreiro, comendo sanduíches, tomando refrigerantes e ouvindo histórias maravilhosas dos cavaleiros amigos do Mestre Manoel.

Histórias comprovando sua identidade superior transcendental, pois, só mesmo uma personalidade assim tão especial, para poder ter domínio absoluto sobre todas as leis naturais universais e a correspondente cobertura de todas as forças da natureza!

Salve todos.

Ubirajara Pisão

 

 

 

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LIÇÕES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – ATÉ CAVALO TEM DIPLOMA

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(Ubirajara Pisão)

 

Em sua passagem pela Terra, o Mestre Racional, Senhor Manoel Jacintho Coelho, com sua simples presença e atitudes absolutamente equilibradas, trabalhava dia e noite e noite e dia para a recuperação do equilíbrio da humanidade, sem se fazer notar.

Recebia visitas o ano inteiro na grande varanda de sua residência no Retiro Racional.

Varanda que reluzia como cristal, com seus janelões de vidro, deixando passar a luz do amarelo majestoso do sol, acompanhado da melodia dos curiós em sintonia com os sabiás, que orquestravam com o verde da montanha soberana, portadora de um vulcão extinto, que um dia ardera incandescente, mas, que teve que ceder o lugar para a mais pura das energias, que trabalhava agora para a consolidação da paz na Terra: a ENERGIA RACIONAL.

Às manhãs, às tardes e às noites, lá estavam sempre pessoas procurando pelo Mestre MJC, à procura da solução dos seus problemas: físicos, financeiros, familiares – diversos deles. E o Mestre MJC sempre com sua paciência e infinita bondade, sabedoria superior, atendia a todos e resolvia tudo.

Lá no Retiro Racional, um lugar sem qualificações materiais, com seu Marco do Terceiro Milênio, o prédio dos Três Poderes, erguido aos olhares de uma natureza mãe que sofre em ver seus filhos desobedientes.

Além de pessoas que ali iam para pedir pessoalmente ao Mestre que as ajudassem a resolver seus problemas, também lá visitavam: cientistas, religiosos, políticos, pesquisadores de outros países, pessoas de todas as idades e de todos os tipos e também os céticos e curiosos, aqueles que não acreditavam em uma palavra do que ouviam do Homem do Outro Mundo.

Em sua varanda, lá estava o Mestre, admirando a paisagem, distribuindo ordens para os residentes-colaboradores, orientando todos. Ao lado da varanda, um grande estacionamento.

Certo dia lá chegou um carro.  Desceram do carro alguns estudantes de Cultura Racional acompanhando um homem muito letrado, orgulhoso e vaidoso de seus inúmeros diplomas de nível superior.

O Mestre Manoel recebeu todos com muita educação, mandou servir cafezinho para todo mundo e começou a prosa.

Todos falavam, conversavam.  E o único a ouvir e não falar quase nada era o homem que tinha muitos diplomas. Ele não falava com a boca, mas pensava, falava o tempo todo com o pensamento e seus pensamentos diziam que não acreditava em uma só palavra do que estava ouvindo do Mestre Manoel.

Ele dizia pensando: “Eu que estudei tanto, fiz tantas pesquisas e não cheguei a nenhuma conclusão sobre a origem da humanidade: de onde viemos e para onde vamos! Como é que este homem que não estudou nada pode saber de tudo isso? As palavras dele só teriam valor para mim se ele me apresentasse pelo menos um diploma e ele não tem nada.”

Mal sabia ele que o Mestre ouvia literalmente os pensamentos de todos. Logo após aqueles pensamentos do pesquisador, o Mestre se levantou, chamou-o para entrar em sua residência, onde, nas paredes, mostrou muitos diplomas dos cavalos Manga Larga que o mestre criava e que eram ganhadores de diversos prêmios brasileiros. Lá na parede estavam todos os valorosos diplomas assinados por organizações respeitáveis de criadores brasileiros.

O Mestre andava para um lado e para o outro mostrando os mesmos diplomas para o homem e isso demorou um bom tempo.

O homem sem entender muito de cavalos, olhava já cansado para os mesmos diplomas e o Mestre falando as mesmas coisas dos cavalos: “Este diploma aqui é do cavalo tal, este outro aqui é do cavalo tal.”

E assim foi, até que o cidadão olhou para o Mestre Manoel e disse em pensamento:

“Eu estou tão orgulhoso de meus diplomas e estes cavalos todos, também têm diplomas! Até cavalo tem diploma e eu aqui cheio de vaidades e desrespeitando este homem com meus pensamentos.”

Quando estes pensamentos acabaram de ecoar, o Mestre o chamou para voltar para a varanda, mandou servir mais cafezinho para todos e a prosa desta vez continuou sem a interrupção dos pensamentos céticos do diplomado que narrou tudo depois para os amigos.

Aí é que aprendeu a grande e primeira lição dada pelo Mestre Manoel: a sabedoria verdadeira é RACIONAL, não tem diplomas, porque ela não está nas universidades terrenas, por ser um pertence transcendental, que se comprova por si mesma, através do comportamento de quem a tem. O diploma do verdadeiro sábio é o seu comportamento. E fora disso tudo é ilusão e aparência.

 Salve Todos.

 Ubirajara Pisão

 

 

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GRANDE LIÇÃO DO MESTRE RACIONAL: O PREÇO DO LIVRO!

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(Ubirajara Pisão)

 

Muito pouca gente no mundo sabe dar o valor certo às coisas certas. E a causa dessa inconsciência é o desconhecimento da vida.

Nada conhecem da Natureza, de sua origem superior, de suas transformações que causaram a existência de suas mecânicas, cada uma delas com função específica, porém, todas voltadas para uma meta única: o retorno de tudo e de todos ao estado natural – o antes de ser de todas as transformações.

E, assim, por falta de conhecimento de tudo isso, baseiam-se somente nas aparências, nivelando por baixo funções elevadíssimas, como se não houvesse hierarquias no universo a serem observadas, reconhecidas e obedecidas – que tristeza: valorizam as coisas pelo prisma material, que é a instância do mais baixo escalão!

E aqui vai um exemplo desse primarismo, fato ocorrido na residência do Mestre Manoel Jacintho Coelho em Belford Roxo, RJ, antes da construção do Retiro Racional (onde são feitos os Livros Universo em Desencanto).

Um grande amigo meu e também grande colaborador da Fase Racional, preocupado com o preço do Livro Universo em Desencanto, olhou para o Mestre e disse que achava o Livro muito caro e que o povo sentiria dificuldade de passar para a Fase Racional devido ao preço de Universo em Desencanto.

O Mestre, com toda a sua benevolência e paciência, olhou para o questionador e perguntou:

“Fulano, quanto vale a sua vida?”

 E Fulano respondeu:

 “Olha Mestre, com todo respeito, a minha vida não tem preço.”

  Então, o Mestre finalizou:

 “Este é o preço do Livro. O Livro não tem preço”.

Tive o privilégio de estar presente neste dia, ouvindo o Mestre falar, para hoje estar repassando o fato para todos.

Alguns poucos anos depois, o Livro estava ainda mais caro para o custo de vida da época e foi o livro mais vendido no Brasil, foi o “Best-seller” Brasileiro nos anos de 1979 e início dos anos 80.

Os Livros eram vendidos em todas as livrarias daqui do Rio de Janeiro e só ficavam nas prateleiras alguns poucos dias! O telefone do Retiro Racional (nessa época já concluída sua construção) não parava de tocar, com as livrarias pedindo sempre mais Livros sem se importarem com o custo material.

E as pessoas que estavam verdadeiramente preparadas para ler, entender e iniciar o desenvolvimento do seu raciocínio e não tinham condições de comprar os Livros, eram presenteadas pelos próprios Donos dos Livros, os Habitantes do MUNDO RACIONAL, que se materializavam e doavam os Livros, como até hoje ainda acontece no mundo inteiro.

E é por isso que por maior controle que se faça dos Livros editados, sempre constatamos na Gráfica Racional a falta de muitos volumes, que são retirados pelos Donos dos Livros, os Habitantes do MUNDO RACIONAL, para doação no mundo inteiro para aqueles já preparados e sem condições financeiras para aquisição dos volumes.

Essa também a razão de ter sido feita a Gráfica Racional, passando os Livros a serem distribuídos somente através das Livrarias Racionais, já que as livrarias comuns não entendiam o porquê, por mais que controlassem, sempre desapareciam volumes de seus estoques.

E, assim, o Mestre Manoel nunca gostava de ouvir alguém dizer que o Livro Universo em Desencanto era caro. Aos que assim falavam ele sempre respondia de forma enérgica, dando aos inconscientes uma grande lição da diferença entre o valor material e o valor Racional. Tive a felicidade de presenciar inúmeras dessas lições!

Há ainda muitos relatos sobre a doação de Livros feita pelos Habitantes do MUNDO RACIONAL, comprovando que não há por que reduzir o preço dos Livros, pois, aqueles que estão preparados para entrar para a Fase Racional e não têm realmente condições de adquirir a Obra Racional, são socorridos e presenteados pelos Donos dos Livros, os Habitantes do MUNDO RACIONAL.

Salve todos.

Ubirajara Pisão

 

 

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RELATO SOBRE MATERIALIZAÇÃO DOS HABITANTES DO MUNDO RACIONAL

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(Ubirajara Pisão)

 (*)

A Cultura Racional, sendo uma cultura natural da Natureza, não pertence ao contencioso terreno.

Ela nos foi revelada pelo RACIONAL SUPERIOR, através de seu porta-voz aqui na Terra, Manoel Jacintho Coelho (1903-1991).

É um contencioso supremo que, por assim ser, não se enquadra em nenhum segmento cultural criado pelos viventes da Terra.

Essa grandiosa cultura é, pois, um direito de todos, por ser o natural da natureza, devendo toda a humanidade tomar conhecimento dela, para que cada qual, individualmente a desenvolva e evolua em si mesmo, em seu próprio lar, sendo ela, pois, absolutamente independente dos conhecimentos já criados e desenvolvidos aqui na Terra.

Portanto, sendo natural, não admite instituição de espécie alguma, por ser de um plano superior, carecendo de ser divulgada voluntariamente pelos que passam a conhecê-la.

E, assim, de boca em boca, muito naturalmente, todos vão tomando ciência dela.

Foi por causa disso que os primeiros a conhecê-la, orientados pelo Mestre Manoel Jacintho Coelho, formaram Caravanas, para levar o Conhecimento Racional de porta em porta.

Hoje existem Caravanas Racionais em todas as unidades da Federação.

Lá no início da formação da Caravana Racional em Belford Roxo, RJ, saíamos aos domingos de manhã, entre 7h e 07h30min.

A divulgação era feita durante o dia inteiro e só parávamos para almoçar. Continuávamos divulgando após o almoço e, de tardinha, íamos para o Retiro Racional (onde são feitos os Livros Racionais) para assistir um bonito jornal (TV circuito interno) chamado Jornal Racional, com mensagens do Racional Superior e relatos Racionais. Tudo sempre supervisionado pelo Mestre MJC.

Mas, naquele domingo tudo parecia estar diferente.  O sol reluzia em nossos uniformes brancos, refletindo sua força. Os caravaneiros com sorrisos no rosto, os dentes com uma luminosidade ímpar de suplantar o brilho de qualquer jóia material.

Eu olhava todos e achava que tinha alguma coisa diferente! Um quê de sublime, de inusitado. Cada um na Caravana falando assuntos mais bonitos do que o outro. Eu confesso que fiquei um pouco espantado, mas, logo passou o espanto e estávamos indo em dois ônibus pertencentes ao Retiro Racional e pintados nas cores verde, amarela e, se não me falha a memória, também na cor branca.

Íamos felizes divulgar a Cultura Racional num Bairro aqui do Rio de Janeiro chamado Pilares.

Chegamos ao local. Todos começaram a descer dos Ônibus. Desci e fiquei ao lado de um Conferencista de nome João Cruz, muito conhecido no meio Racional e grande amigo do Mestre Manoel.

Olhando aquela manhã especial, bonita e ao mesmo tempo inesquecível, fiquei ali parado ao lado do Conferencista João Cruz, esperando que todos os caravaneiros descessem do ônibus para darmos início à propaganda de porta em porta.

Mal se via o asfalto escuro da rua, tal era a luz que irradiava dos uniformes brancos Racionais, somada ao brilho verde do mapa do Brasil com o portal amarelo pintado na frente das camisetas. O amarelo do portal representando o Reinado do Astral Superior e o branco dos uniformes representando a paz. Tudo isso dominava o lugar, somado à mais pura alegria das “Garças Brancas” (os estudantes de Cultura Racional), como uma canção de muita harmonia e ternura.

Continuei fixo no meu lugar, observando e esperando o ônibus esvaziar. Os caravaneiros iam se espalhando pelo bairro e as ruas continuando a ser pintadas com o branco dos uniformes Racionais.

Eu queria ir junto também divulgar, só que estava esperando os ônibus se esvaziarem e pensei: “Como cabe gente nestes ônibus! Como pode ser isso? Não pára de sair caravaneiros e as ruas estão lotadas! Deve ter vindo todo mundo espremido como numa lata de sardinha e eu nem notei.” Olhei para o Conferencista João Cruz e disse:

“O Senhor está vendo como cabe gente neste ônibus?”

Ele me respondeu:

“Você não vê que é impossível caber tanta gente assim ali dentro?”

Eu:

“Claro que cabe, saiu de dentro do ônibus e continua saindo! Como? Eu não sei, mas, está saindo ainda mais gente de branco.”

Olhei para o Sr. João Cruz e vi lágrimas nos seus olhos. Perguntei por que estava chorando. Ele me respondeu que era de emoção de ver que aquela Caravana era feita por nossos Irmãos do Mundo Racional que estavam ali, juntinho de nós. Eu refleti sobre suas palavras, mas, confesso, que a “ficha ainda não tinha caído”.

Naquela manhã ensolarada de domingo, o povo saía de dentro de suas casas com lágrimas nos olhos, perguntando o que era aquilo, quem eram aquelas pessoas que transmitiam tanta paz! Na primeira casa onde fiz propaganda, eu confesso que fiquei até um pouco envergonhado, pois, a dona da casa pegou o prospecto que lhe entreguei e começou a chorar de emoção, dizendo que estava precisando daquilo e que não tinha visto nada igual em sua vida!

Eu não sabia se divulgava ou se olhava para os irmãos caravaneiros. Optei por olhar para os irmãos e ouvi-los. Nunca tinha visto nada igual em toda a minha vida, ainda não sabia ao certo o que estava acontecendo, até conversar de novo com o Conferencista João Cruz, que não parava de se emocionar e dizia:

“Você ainda não se convenceu? Olha quanta gente de branco, é impossível que caiba dentro do ônibus tanta gente! São nossos Irmãos do Mundo Racional, é uma Apoteose Racional!”

Divulgamos o dia inteiro, voltamos à tarde para o Retiro Racional, com menos caravaneiros materializados. Todas as dúvidas foram clareadas e o fato consumado – uma Apoteose Racional: a materialização dos Habitantes do MUNDO RACIONAL como Caravaneiros, mostrando a todos nós como se faz uma divulgação da Cultura Suprema na Terra.

Salve todos.

Ubirajara Pisão

 

(*) Texto em Inglês:

https://nalub7.wordpress.com/2015/01/25/reports-about-the-rational-world-inhabitants/

http://www.universoemdesencanto.com.br

 

 

 

 

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