RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – RENASCENDO PARA CONTINUAR O DESENVOLVIMENTO

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(Ubirajara Pisão)

Estamos em pleno Terceiro Milênio, que nada tem a ver com contagem de anos e, sim, trata-se de uma terceira grande etapa do desenvolvimento do animal Racional na Terra.

Na verdade, a última etapa de desenvolvimento.

A primeira fase foi a do Primeiro Milênio, para desenvolvimento da imaginação do animal Racional pela energia magnética (da terra).

A segunda fase, a do Segundo Milênio (que terminou em 1935), para desenvolvimento do pensamento do animal Racional pela energia elétrica (da água).

E, desde 1935, entramos na fase conclusiva do nosso desenvolvimento, para desenvolvimento do raciocínio dos seres humanos pela ENERGIA RACIONAL (energia transcendental, espacial, do mundo de origem do animal Racional, o MUNDO RACIONAL).

Nesta fase derradeira, com o desenvolvimento do raciocínio, o pensamento e a imaginação passam a ser racionais, não tendo mais influências das energias do chão, elétrica e magnética.

Mas, o que acontece com as pessoas que estudam a Cultura Racional e que morrem (transformam-se) sem completar o desenvolvimento do seu raciocínio?

O relato de hoje nos explica isso, deixando claro o poder do RACIONAL SUPERIOR DA TERRA, que está conduzindo, protegendo e acompanhando a vida de todos que estudam a Cultura Racional e que cumprem com o dever Racional de colaborar para que toda a humanidade tome conhecimento da Cultura Racional, o que dá aos estudantes/colaboradores Racionais a tranqüilidade de viver sem se preocupar com nada, porque sabem que têm com quem contar: têm o RACIONAL SUPERIOR cuidando de suas vidas em todos os sentidos.

E aqui vai um dentre os milhares de fatos semelhantes ocorridos no meio Racional.

Uma jovem muito bonita, colaboradora da Fase Racional, falece em um procedimento médico.

O irmão mais novo dela (e seu dependente) fica um pouco perturbado com o ocorrido. E os pensamentos em sua mente começam a lhe lapidar:

“Tão cheia de saúde, tão cheia de vida, ainda com um caminho tão grande para percorrer, tão dedicada à colaboração com a Cultura Racional, como pode ter ido assim de forma tão prematura?”

Esses e outros pensamentos jorravam em sua cabeça como corrente de cachoeira batendo nas pedras arrancando lascas do seu cérebro. 

Ele, não agüentando a dor! Seu coração acelerado parecia que ia explodir, suas lágrimas não paravam de escorrer pelo rosto e os pensamentos continuando a lhe maltratar como uma verdadeira “chuva de pau”, causando uma dor quase que insuportável!

Resolveu ir ao Retiro Racional (onde são feitos os Livros Universo em Desencanto) e pedir explicações ao Mestre Manoel Jacintho Coelho. Afinal, queria entender tudo aquilo, pois, já tinha visto tantos casos bem mais complexos do que o de sua irmã, onde os leitores do Universo em Desencanto tinham tido toda a proteção Racional!…  Na verdade infinidade de casos! E por que logo sua irmã tão dedicada, tão nova, foi falecer em um procedimento médico simples, aonde o próprio médico chegou a declarar que não tinha entendido o que havia acontecido?!…

Entrou no Retiro Racional com os pensamentos perturbadores que não o deixavam sossegado! Os raios do sol batiam em suas vistas ofuscando um pouco a visão do Varandão da residência do Mestre Manoel.

A calçada parecia que se estendia e os segundos e minutos eram eternidades!

Seus pés estavam pesados, sua respiração ofegante e finalmente conseguiu alcançar o Varandão.

E eis que na sua frente, sem ele esperar, lá estava o grande Mestre. E antes que relatasse o ocorrido com sua irmã, Mestre Manoel foi logo lhe dizendo:

“Ela já está voltando e vai nascer em uma família Racional para continuar o desenvolvimento, não se preocupe que ela está bem, daqui a pouco vai estar por aqui.”

O Mestre mandou que dessem ao estudante uma colher de um calmante natural. O estudante tomou o calmante e voltou pra casa com o coração calmo e mais conformado.

Pouco tempo depois, aproximadamente o tempo de uma gestação humana, nasce uma menina bonita, saudável em uma família Racional. E quando estava com mais ou menos uns quatro anos de idade, um outro estudante da Cultura Racional ao fazer uma visita à família da menina, ao invés de ver a menina, viu foi a jovem bonita e sorridente, a que havia falecido há 4 anos e nove meses, juntamente com o chefe da casa e alguns outros membros da família.       

E o visitante, muito naturalmente, sem se dar conta do que fazia, cumprimentou-a utilizando o nome que correspondia ao da jovem falecida quatro anos atrás:

“Como vai Fulana? Como você tá Fulana?”

Observou que todos ficaram um pouco espantados na residência e os olhares de interrogação o engoliam.

Foi aí que, ao voltar os olhos para a jovem, percebeu que a jovem não era mais a jovem que tinha visto e cumprimentado e, sim, era uma criança bem pequena, de uns quatro anos. Aí é que se lembrou de que a jovem, que tinha pensado ter visto antes, já tinha falecido! Seus pensamentos ficaram bem confusos, desconversou e não tocou no assunto.

Ao ficar sabendo, com mais detalhes, da história da jovem falecida pelo irmão da mesma, refletiu que não se tratava de uma visão imaginária (não confundir com vidência) e, sim, de uma comprovação para mostrar para o irmão que sua irmã estava bem. E ele sendo muito emotivo, o Mestre evitou que a comprovação lhe fosse dada diretamente. Por isso, mostrou para seu amigo onde havia nascido a irmã falecida, de forma a ficar sabendo de forma indireta, evitando maiores emoções e embaraços.

E assim, o amigo contou o que tinha visto sem mencionar nomes, para evitar algum possível constrangimento para a criança e para família.

O irmão da falecida jovem ouviu em silêncio, permaneceu em silêncio e sua memória viajou para o passado na presença do Mestre quando ele ouviu:

“Ela já está voltando e vai nascer em uma família Racional para continuar o desenvolvimento, não se preocupe que ela está bem, daqui a pouco vai estar por aqui.”

A proteção Racional para os que fazem por onde nunca falha. E sempre prova e comprova os fatos no seu devido tempo.

E além dessa bela comprovação, que lindo exemplo, dado pelo Mestre, de diplomacia, discrição e carinho no atender a todos sem constrangimentos para qualquer que seja! RACIONAL é tudo de bom!

Salve todos.

Ubirajara Pisão.

 

 

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RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – LEÃO FICOU BRAVO

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(Ubirajara Pisão)

 

A Cultura Racional, por ser o conjunto de conhecimentos do mundo que deu origem ao mundo em que vivemos, tem a força e o poder de comunicação com todos os seres existentes neste segundo mundo e fora dele.

O Senhor Manoel Jacintho Coelho, era um Habitante do Primeiro Mundo aqui materializado para nos trazer essa grandiosa cultura.

Cultura essa que ficou inativa em nosso ser RACIONAL, desligado da ORIGEM por livre arbítrio. E, assim, o Senhor Manoel era incansável em nos dar provas do poder que tínhamos e que perdemos, por termos nos extraviado do nosso natural, através da cultura artificial que criamos pelo pensamento e imaginação negativos, ou seja, contra as leis naturais universais.

Seu amor incondicional por todos os animais, Racionais e irracionais, era prova inequívoca de ser possuidor de uma cultura realmente transcendental.

No início dos anos 80, Mestre Manoel tinha muitos animais: pássaros, cavalos, bois, vacas, patos, galinhas, gansos, porcos, cachorros, carneiros, coelhos, jibóia, tartarugas, capivara, búfalos.

Além desses (espero ter listado todos), tinha também, chimpanzé, tigre, onças pintadas, onça parda, onça negra, alguns leões.

Um dia o Mestre nos manda chamar próximo à sua residência, no pátio do estacionamento aonde ficavam alguns desses animais.  Alguns já adultos e presos em uma grande corrente individual, onça parda, onça negra e um leão. Outros em jaula grande. E lá estava o Mestre Manoel nos aguardando, com seu olhar sereno e penetrante, em silêncio.

Proferiu poucas palavras, nos mandando pegar aqueles animais, os que estavam presos nas correntes, e colocá-los em uma jaula pequena para transportá-los de caminhão para um sítio anexo à fazenda no alto da serra.

Eu e mais, aproximadamente, oito homens (todos jovens), não tivemos dificuldades para colocar a maioria dos animais dentro das pequenas jaulas e subi-los na carroceria do caminhão, exceção feita a um leão jovem e adulto, que se recusava a entrar dentro da jaula.

Aquele animal dócil estava acostumado a brincar conosco e com os visitantes. Passeava no Retiro Racional com o seu tratador, sendo observado de forma curiosa por aqueles que não estavam acostumados com animais de grande porte.

Mas, para espanto nosso, aquele leão manso ficou bravo, virou uma fera! Começou a rosnar alto, a se debater e querer se soltar da corrente grande que o prendia para ir em direção à rua! E começou a arrastar literalmente os oito homens saudáveis e fortes.

A corrente de ferro parecia que rasgava nossas mãos! As mãos estavam quentes e nossos calçados eram rasgados! O leão nos puxava com extrema facilidade e nós íamos sendo arrastados!

Alguns começaram a cair no chão, outros soltaram a corrente.

E, assim, foi um a um! Eu fui o último a soltar a corrente, pois, achei que as minhas mãos estavam sendo arrancadas.

Mas, para minha surpresa, o Mestre estava ao meu lado! A corrente começou a deslizar na frente de seus pés e o leão, com ar de vitória, assustado com toda aquela cena, ia em direção da frente do Retiro Racional.

O Mestre com um gesto inesperado e até a um certo ponto assustador, devido à sua idade material, ele simplesmente colou um dos pés em cima da corrente. Eu achei que o Mestre ia cair com a força do leão, me preparei para segurá-lo, fiquei de braços abertos esperando o leão jogá-lo no chão. A corrente estava embaixo de seu sapato, me abaixei para ver mais de perto, pois, não acreditava no que via! Abaixei-me mais ainda até ao chão, para olhar bem! Olhei para cima: e lá estava o olhar sereno do Mestre, fisionomia abstrata, olhando fixo para o leão que ficou parado, sabendo que não podia derrubar aquele homem, pois , quem segurava agora a corrente, não eram simples humanos e, sim, alguém transcendental que conversava com ele (leão). De maneira silenciosa, sem voz, o Mestre dizia que poderia entrar na jaula que ia ficar tudo bem. O ar de silêncio tomou conta do lugar!

O leão parado estava, parado ficou!

Todos viam e ao mesmo tempo, ficavam espantados! Admirados! No interior de cada um e naquela atmosfera de paz, o Mestre tirou o pé de cima da corrente e numa voz suave, cheia de ternura, parecia que vinha do espaço, determinou:

“Fulano, você sozinho pode levar ele que agora ele vai sem problemas para a jaula.”

Assim foi: o animal ficou calmo e entrou na jaula, manso como um cordeiro.

E foi mais uma grande prova da lição que aprendemos na escrituração Racional, dos Livros Universo em Desencanto: quem vive em harmonia com a Natureza tem o respeito de todos os seres dela.

E, assim, o RACIONAL SUPERIOR DA TERRA, Mestre Manoel Jacintho Coelho, além de nos ensinar nos Livros Racionais, não deixava escapar oportunidade de nos ensinar na prática. 

 

Salve todos.

Ubirajara Pisão

 

 

 

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RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – MATERIALIZAÇÃO DE HABITANTE DO ASTRAL SUPERIOR – DOMINGO PLANTANDO GRAMA

 

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(Ubirajara Pisão)

Para que a Cultura Racional, a cultura que tínhamos quando éramos seres puros, limpos e perfeitos, ENERGIA RACIONAL, chegasse novamente ao conhecimento da humanidade, para recuperação do equilíbrio perdido há milhões de milênios, muitas providências do MUNDO RACIONAL foram necessárias junto à espiritualidade no espaço e aos viventes aqui na Terra.

Foi necessária a construção do Retiro Racional, como marco simbólico da Origem (o MUNDO RACIONAL) aqui na Terra, construção essa que deveria ser feita através da colaboração espontânea dos Habitantes da Terra, sendo todos os trabalhos conduzidos pelo MUNDO RACIONAL, através de seu representante na Terra, Senhor Manoel Jacintho Coelho.

Nessa grandiosa empreitada inicial de verdadeira LUZ, quanta grandiosidade aconteceu, para provar e comprovar aos colaboradores que estavam pisando finalmente em terreno fértil, seguindo uma caminhada definitiva em estrada absolutamente certa.

Hoje relato o acontecido em um inesquecível domingo buscando e plantando grama.

Naquela época, no início da construção do Retiro Racional, os domingos pela manhã eram os dias de grama: apanhar grama na mata próxima ao Retiro Racional e plantá-la no mesmo dia no Retiro.

Num desses domingos, era manhã de verão, o sol já estava muito quente, e o Mestre tinha pressa de ver o Retiro todo verdinho. Dois caminhões velhos, tipo caçamba, nos esperavam nas proximidades da piscina do Retiro Racional. Dentro das caçambas, muitos enxadões para arrancar os pedaços quadrados de grama.

Foram divididos dois grupos, cada grupo ia para um lado do local escolhido na mata, onde a grama era bem verde, adulta e com solo macio.

Subimos no caminhão, o motor roncava em sintonia com a nossa falação a respeito de assuntos diversos, que se misturava com o canto dos pássaros, anunciando a nossa presença em direção à mata.

Um dos caminhões parou em frente a uma “birosca” (casebre parecendo um barzinho), nas proximidades da mata – os colaboradores queriam fazer um lanche.

Fizeram uma “vaquinha”, cada um colaborou com uns trocados para comprar pão, mortadela e refrigerante. O encarregado do lanche era meu amigo. Tinha ele graves problemas de coração, inclusive já havia infartado.

Quando o meu amigo contava os trocados, apareceu um Senhor Alto, negro e muito simples, que lhe ofereceu uma pequena quantia para ajudar na compra do lanche e disse para o amigo:

“Você tem problemas de coração, tome esta fruta (pedaços de carambola), faça uso dela que vai melhorar.”

O meu amigo, prontamente pegou os pedaços da referida fruta, comeu, agradeceu e o homem, literalmente, sumiu nas vistas de todos e ninguém sabia para onde o mesmo havia ido, como apareceu no local e nem como desapareceu.

Foram cortar a grama e o assunto, o tempo todo, foi o Senhor que apareceu na birosca; alguns até criticaram o amigo, por o mesmo ter aceitado dinheiro de um homem com aparência tão humilde!

Eu estava no outro caminhão, fiquei sabendo do fato logo que chegamos ao Retiro Racional, contado pelo próprio que foi agraciado com o dinheiro e os pedaços de carambola. E me contava tudo com muita admiração, pois, não entendia como aquele homem, que ele nunca havia visto, sabia que ele tinha graves problemas de coração.

Mal iniciamos a conversa, veio um recado dos que colaboravam na Varanda do Retiro Racional, dizendo que o Mestre MJC pedia a presença do colaborador que tinha recebido a carambola.

Quando ele chegou, o Mestre lhe deu os parabéns, ele sem entender nada, ouviu com interrogação:

“Parabéns, você foi agraciado com a presença de um habitante do Astral Superior que veio lhe dar o tratamento para ajudar na sua recuperação física, você fez por onde merecer”.

E ensinou a ele a maneira como deveria fazer uso da carambola.

Esse amigo, apesar dos graves problemas físicos e infartos que teve, ainda esteve presente neste mundo de maneira produtiva, por mais uns trinta e dois anos aproximadamente, depois de ocorrido o fato da grama.

Há uns poucos meses atrás, em um domingo, ele esteve na Caravana Racional que costumava freqüentar. Despediu-se de todos com lágrimas nos olhos. Dias depois partiu de volta para a sua origem, o Mundo Racional, que é a origem de toda a humanidade.

Salve todos.

Ubirajara Pisão

 

 

 

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RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – O MESTRE DANDO PROVAS PARA UM CÉTICO

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(Ubirajara Pisão)

 

Era muito comum caravaneiros, estudantes, colaboradores e simpatizantes da Cultura Racional, levarem amigos e parentes ao Retiro Racional – e muitas vezes à presença do Mestre Manoel, na tentativa de ajudar essas pessoas.

Um grande conferencista de Cultura Racional e amigo do Mestre levou um amigo empresário ao Retiro certa noite.

Era uma noite de alegria, todos no varandão, juntamente com os plantonistas e mais alguns visitantes, ouviam o Mestre contando os casos antigos de quando começou a Cultura Racional, sobre seus amigos de adolescência, parte de sua infância, etc.

Contava o Mestre sobre o que já fazia quando jovem e no tempo de músico, que causava espanto e admiração em todos, pois, desde criança falava com muita desenvoltura sobre o passado, sobre os movimentos sociais do presente e suas previsões do futuro, que sempre ocorriam.

Desmiuçava os fatos.

A noite silenciara, o cintilar das estrelas era apenas um brilho a mirar na direção do Varandão do Retiro, com os olhares arregalados das aves noturnas na porta de suas tocas, que ignoravam os gafanhotos suculentos próximos de seus pés, prontos para serem servidos como jantar.

Todos escutavam atentamente, até os pássaros que ficavam na varanda e cantavam à noite, se calaram.

Naquela madrugada só uma musicalidade que não precisava de acompanhamento: apenas a voz do Mestre, que transmitia toda harmonia, bem afinada, dispensando qualquer instrumento – a natureza emudecera literalmente. Nem as respirações e as batidas de nossos corações pareciam existir, só uma nota, apenas o som perfeito e majestoso roubava todo o cenário.

E de repente:

“Não acredito em nada do que o Senhor está dizendo, tudo isso é mentira!”  Fala o amigo do conferencista, destruindo aquela atmosfera de paz, de harmonia inigualável.

Os curiós das gaiolas se batem, os sabiás assobiam, até as corujas dispensam o jantar e voam espantadas com a interrupção da voz Universal.

Já se podia ouvir as respirações e batidas dos corações. Tudo parecia desabar, como trovoada. Os pensamentos voltam a nos lapidar dentro desta natureza elétrica e magnética.

E o Mestre diz:

“Fulano eu vou te dar uma prova de tudo isso que eu falei!” Fala apenas isso e se cala.

O conferencista se despede e vai embora com o amigo (se eu não estou enganado morava em um apartamento em outro Estado).

Quando a pessoa que desmentiu o Mestre chega a seu apartamento, encontra o Mestre Manoel lá dentro, em pé e olhando fixamente para ele. O homem cético se espanta, sem saber direito o que falar, sem saber como o Mestre havia entrado, diz:

“Porque o Senhor não avisou que viria? Eu teria preparado uma recepção.”

E o Mestre diz:

“Fulano, eu vim para te dar uma prova, eu falei que iria te provar.”

E, então, diante do descrente, o Mestre o cumprimenta com um SALVE e vai sumindo lentamente, começando pelos pés e sobrando apenas a mão direita espalmada. E da palma da mão sai uma luz forte, lindíssima, brilhante e que depois de alguns segundos some também.

O homem fica literalmente apavorado, em pânico e começa a gritar sem parar. Não conseguia parar de gritar. Os vizinhos pensando que o mesmo tinha enlouquecido, levam o homem para o médico. Ao ser examinado, o médico diz para os vizinhos que ele não tinha nada, estava apenas com uma forte emoção, receitou um calmante leve e o liberou.

O homem voltou pouco tempo depois ao Retiro Racional, pediu desculpas ao Mestre e o fato foi narrado no Jornal Racional, TV circuito interno, que tinha no Retiro todos os domingos para o deleite de todos os presentes.

Salve todos.

Ubirajara Pisão.

 

 

 

 

 

 

  

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RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – FILIAL DO MUNDO RACIONAL

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(Ubirajara Pisão)

 

Os Conhecimentos Racionais são de uma elevação tão inusitada para a humanidade e de uma dimensão de verdadeira supremacia da pureza, limpeza e perfeição, que a mente primária humana sente dificuldades para alcançá-la, apesar de a essa dimensão pertencermos.

Dificuldade essa causada pela deformação que nós mesmos provocamos há milhões de milênios (21 eternidades), a uma parte do mundo eterno de onde somos originários: o MUNDO RACIONAL. Ficamos envolvidos pela deformação, ficando, pois, fora do nosso estado natural. E essa deformação nos impede o contato com o mundo da razão da vida, por tornar também deformada nossa visão da vida.

E, assim, aos primeiros contatos com a cultura verdadeira nossa, que já tivemos na origem e ora se acha completamente esquecida, devido à deformação, estranhamos, achando muitas vezes confuso o que lemos, difícil e até impossível de se alcançar tudo que nos é dito de grandioso, solucionador e fantástico.

Calculem então a estranheza dos primitivos leitores de Universo em Desencanto, sem referência alguma de outros leitores (que não existiam) e tendo que colaborar voluntariamente para construção das obras que constituiriam o que hoje é o Retiro Racional.

E para que esses primitivos leitores não desistissem de sua missão junto ao Mestre Manoel Jacintho Coelho, Pai Manoel, como carinhosamente o chamamos, utilizava de seus poderes para dar a todos as provas precisas e necessárias para que continuassem firmes em sua missão.

E aqui vai um belíssimo relato do nosso Irmão Racional Ubirajara Pisão, relativamente às obras do Centro Científico de Cultura Racional, o Monumento Racional (foto acima), provando que o Retiro Racional é o símbolo do MUNDO RACIONAL na Terra.

 

Na construção do Centro Cientifico de Cultura Racional (Monumento Racional) que está ao lado da piscina do Retiro Racional, aconteceram coisas fantásticas, de uma grandeza desconhecida pela humanidade. Como muitos estudantes de Cultura Racional já sabem, naquela obra existia hora de pegar no serviço e não havia hora de terminar. E isso, eu confesso, me incomodava um pouco, pois, o corpo físico tem suas limitações.

No início das obras do Monumento eu morava fora e trabalhava de segunda a sábado em uma rede de supermercados (sábado até as 12h), tirava plantão no Retiro Racional à noite, às sextas-feiras. Voltava no sábado à tarde e ficava até domingo nas obras do Monumento Racional. E na segunda-feira já saía de lá pela manhã direto para o trabalho no supermercado.

Num desses dias de colaboração, era de madrugada, o céu estava radiante, as estrelas pareciam se mover com o semblante do Mestre Manoel sentado à frente da piscina, orientando o serviço.

Fazia um pouco de frio e as pás e enxadas nos aqueciam com o movimento do concreto fresco que parecia não ter fim. As máquinas eram literalmente as humanas com as ferramentas manuais que não paravam.

Ao longe, para quem avistava, devido o grande número de colaboradores, poderia facilmente confundir com um formigueiro.

Eu estava posicionado juntamente com muitos na frente do Monumento, já bem adiantado em suas obras. Eu estava colaborando na construção da calçada que dá para a entrada principal do Monumento.

Existia um mingau de fubá bem temperado com canela, erva doce, cravo, etc. com um café forte que o Mestre nos servia, pessoalmente, pela madrugada: aquela era a nossa hora de recreio e um pouco de descanso. Às vezes voltávamos para as obras e outras vezes éramos liberados pelo Mestre Manoel.

O mingau, nós o apelidamos carinhosamente de “magau”, devido ao sotaque do encarregado da obra.

Houve uma breve pausa no concreto (coisa rara), encostei a enxada no peito, sentei nos sacos de cimento, olhei para a fisionomia dos irmãos colaboradores, as pás e enxadas se calaram, um breve silêncio naquele local que se contrastava com o interior do Monumento, que parecia uma orquestra infinitamente bela, aonde seus acordes se harmonizavam com toda a madrugada. 

Eu estava muito cansado fisicamente, assim como os outros colaboradores. Eu só pensava em duas coisas: no “magau” e em parar um pouco com a Cultura Racional, estava literalmente abatido e o meu corpo físico se movimentava com um esforço quase que sobrenatural, achava que não ia agüentar, pensava em voltar para a Cultura Racional quando ficasse mais velho, assim teria mais amadurecimento para entender tudo aquilo.

Os outros ali a mim parecia que pensavam a mesma coisa: de como suportar tamanha missão para a nossa salvação.

O cheiro de erva doce com canela pairava no ar, estava chegando a hora do “néctar dos deuses”. O perfume doce do “magau” aliviava a minha dor e a dos demais colaboradores de pensar que não conseguiríamos chegar até ao final de nossa missão.

Nossos corpos ainda muito cansados, as enxadas paradas, olhávamos uns para os outros. De repente olhamos todos juntos para o céu, acima do Monumento Racional, quando, literalmente, o céu se rasgou (não confunda com vidência), foi como se alguém o cortasse com uma espada!

Ficamos espantados, sem dizer uma palavra! Lá de dentro do enorme rasgo, um outro mundo, de uma beleza que não se tem nenhum adjetivo ou qualquer palavra que se possa mencionar!

Pode-se dizer que era muito grande, com muitos brilhos, incomparavelmente mais bonitos do que os das estrelas que conhecemos!

E de lá saiu um corpo grande e brilhante prateado que desceu até próximo ao telhado do Monumento e depois voltou para o mesmo lugar!

Quando aquele belo corpo de energia voltou, aquele rasgo enorme no céu se fechou, as estrelas voltaram à sua posição normal no céu e nossos ânimos se fortificaram nos dando firmeza para continuar com as colaborações e estudos racionais.

Olhamos uns para os outros, dezenas de nós: ninguém deu uma palavra, nenhum comentário! Nossos semblantes de cansados e abatidos que estavam, agora eram só sorrisos, só satisfação!

As pás e enxadas agora não mais faziam barulhos, elas cantavam e dançavam juntamente com nossos corpos fortificados pela comprovação de ter a honra de participar de uma construção do Mundo Racional na Terra e, principalmente, a honra de continuar obedecendo ao grande Mestre sem pestanejar.

Uma saudação Racional a todos!

 

 

 

  

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RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – CONVIDADO PARA ALMOÇAR

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(Ubirajara Pisão)

 

O Senhor Manoel Jacintho Coelho, responsável pela entrada da Cultura Racional na Terra, contida nos Livros Universo em Desencanto, deixou para a humanidade, durante sua permanência entre nós, um dos maiores legados de paz, amor e fraternidade.

Bondade extrema, humilde dos humildes, poderoso dos poderosos, não deixava escapar oportunidade para nos deixar exemplos do que seja RACIOCINAR.

E assim é que, usando do seu poder de materialização (que se tornava efeito em qualquer parte do mundo onde se fizesse necessário, às vezes ao mesmo tempo em vários lugares) apresentava-se, para quem carecia de uma compreensão fidedigna dos conhecimentos Racionais, com a aparência precisa e necessária para mais uma lição exemplificada do conteúdo de sua grandiosa obra de Cultura Racional, dos Livros Universo em Desencanto.

Nosso Amigo e Irmão Racional Ubirajara Pisão nos relata uma dessas grandiosas lições, onde o Senhor Manoel Jacintho Coelho, o RACIONAL SUPERIOR DA TERRA, nos dá mais uma lição de que somente na humildade, fraternidade, amor e solidariedade, ou seja, no RACIONAL, encontramos a realidade, que é a verdade.

E a seguir nos conta Ubirajara.

 

Um amigo do Mestre MJC e meu conhecido convidou o Mestre para almoçar.

Disse: “Sr. Manoel o senhor é meu convidado para almoçar no domingo em minha casa”.

E o homem muito respeitado, com uma boa situação financeira, sabendo em partes dos poderes do Mestre, ficou feliz quando ouviu a resposta positiva do Mestre: “Domingo estarei lá com muito prazer.”

A conversa se estendeu com os pensamentos do amigo em uma boa recepção com uma mesa farta, afinal, quem ia almoçar com ele e sua esposa não era um homem comum e, sim, um homem de outro mundo.

Os pensamentos agitados, pensando que ia relatar o acontecimento inédito para os amigos e familiares, pois, estava orgulhoso com a resposta positiva do Mestre.

Tratou de ir ao mercado, comprou o melhor: ótimas iguarias, o melhor bacalhau, o melhor vinho, etc.

Já cedo, o fogão ardia com todas as bocas acesas, com as panelas transbordando diversos alimentos e o forno quente preparado para um assado.

A geladeira mal se fechava pesada de sobremesas e bebidas.

Estava nervoso com a chegada do Mestre. Abria uma garrafa de cerveja, tomava uma taça de vinho para se acalmar… e os nervos pareciam não parar.

Sua esposa arrumou a mesa com uma bela toalha rendada, colocou belos jarros com flores naturais, iguarias e bebidas dignas da recepção de um rei. Estava tudo pronto, agora é aguardar a chegada do Mestre.

Estava orgulhoso, pensativo: “Será que ele vai gostar?” Pois, tinha feito o melhor.

Batem palmas em sua porta (maneira antiga de chamar o dono).

Ele olha um pouco curioso e chateado ao ver que tinha um mendigo em sua porta.

E diz com desdém:

“O que você quer?.”

O mendigo responde:

“Eu quero almoçar,  estou com fome e sei que tem um banquete em sua casa.”

“Tem sim, só que não é para você, é para um grande amigo e vá embora.”

O mendigo ainda tentou insistir e não adiantou nada, teve que ir embora.

As horas se passam e o almoço se transforma em tristeza, pois, o Mestre não almoçou.

O Homem achou que o Mestre havia faltado com a palavra e no outro dia foi até à sua residência enfurecido, reclamou que havia feito um banquete e que ficou decepcionado com a falta da palavra e a ausência.

O Mestre disse que havia ido:

“Eu fui!”

 O homem:

 “Como foi? Eu esperei o dia inteiro e o Senhor não apareceu.”

 O Mestre:

“Eu apareci, disse que estava com fome e que você havia preparado um banquete e você não deixou eu entrar e me mandou embora, tentei insistir e não adiantou, me mandou embora várias vezes.”

Naquele momento as lágrimas corriam de arrependimento no homem e os pedidos de desculpas não paravam de ecoar.

 

Belo relato! As aparências sempre confundindo a humanidade, por a humanidade ainda não SE CONHECER.

Uma saudação Racional a todos!

Saúde e sossego!

 

 

  

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RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – O PRÍNCIPE

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(Ubirajara Pisão)

Quem teve o privilégio de conhecer pessoalmente o Mestre Manoel Jacintho Coelho, muito tem a contar das infinidades de provas e comprovações dos seus poderes e de sua identidade SUPERIOR.

Vamos relatar hoje a estória do Príncipe. Príncipe era um cachorro que vivia no Retiro Racional, onde são feitos os Livros Universo em Desencanto, na época em que o Senhor Manoel passou pela Terra.

Os latidos do Príncipe pela madrugada pareciam roncos de trovoada, a cor negra se perdia na escuridão, o brilho nos olhos reluzia como fogo na penumbra da luz fraca do poste próximo à calçada que levava para o Prédio dos Três Poderes.

Amanhecia o dia. O Mestre sai para orientar a construção das obras do Retiro. O Príncipe ao vê-lo abana o rabo como forma de carinho.

O Mestre diz:

“Este é o Príncipe”.

O Príncipe o mira nos olhos e com olhar de tristeza se deita.  Os colaboradores próximos, alguns caravaneiros presenciam a cena.

”Viu – diz o Mestre Manoel para o Príncipe – você desvirtuou o alfabeto astrológico, agora é um cão e vai ter que correr a hierarquia de animal irracional, fez por onde estar nesta condição, quem mandou?”

A esposa de um grande amigo meu, que era responsável de uma caravana Racional aqui no Rio de Janeiro, escuta e assiste tudo com os olhos céticos, não acredita em nada do que ouve e se indaga:

”Como pode um cachorro ter sido um príncipe?”

Os meses se passam e o Príncipe com seu grande porte, latido de trovão, quando corria poderia ao longe ser facilmente confundido à noite  com outro animal.

Na gráfica do Retiro existia o plantão noturno das mulheres caravaneiras, que vinham de todo lugar do Rio de Janeiro no ônibus do Retiro para colaborar na confecção dos livros Universo em Desencanto.

Passavam a noite costurando livros, dobrando papel, conversando e, pela manhã, iam para suas casas com ar de satisfeitas, por terem cumprido com mais um dever de solidariedade humana junto do Racional que na sua varanda, com os plantonistas e visitantes, ia conversando assuntos Racionais.

Em uma dessas colaborações, a senhora citada acima, que não acreditou no fato contado pelo Mestre sobre o Príncipe, saía da Gráfica.

O sol começava a mostrar seus primeiros raios com a musicalidade do canto dos pássaros.

Foi nesse momento que um homem alto, com roupa de nobre do tempo da monarquia, belo e com o peito parecendo estar cheio de medalhas e de indumentária brilhante, toca-lhe o peito, olha bem dentro dos seus olhos. Ela se assusta e não sabe como aquele homem entrou no Retiro e quem era ele.

Depois de alguns longos segundos a imagem do homem belo, bem vestido, forte, começa a se transformar em um cão negro alto e com as patas dianteiras coladas no seu peito.

A mulher sai correndo rumo à varanda aonde estava o Mestre Manoel. Ela conta este fato e o Mestre Manoel diz:

”Agora você acredita no que eu falei sobre o Príncipe?”

Ela responde que sim.

O Mestre mandou que a mulher fizesse esse relato no Jornal Racional, o jornal de TV interna que tinha todo domingo à noite no Retiro Racional.

E tal fato foi do conhecimento de centenas de pessoas que ouviram a história do cachorro-Príncipe, que já tinha sido um príncipe no tempo em que imperava o alfabeto de astrologia.

Está aí uma prova da identidade superior do Mestre Manoel, que conhecia o passado de todas as pessoas:desde que cada qual nasceu do chão, passando pela fase de monstros, depois pela fase de selvagem, entrando na fase de civilizado, que terminou em 1935, até os dias de hoje. E por conhecer o passado de todos e de tudo, conhece o futuro também, porque não há efeito sem causa. Já que o que se planta é o que se colhe. E porque dizemos conhece? Porque não existe morte, apenas uma transformação de uma vida para outra. Mestre Manoel continua vivo entre nós, o que é comprovado por muitos que já têm alguma evolução da vidência Racional.

Houve a ligação do MUNDO RACIONAL PURO LIMPO E PERFEITO ao MUNDO RACIONAL DEFORMADO, que é este segundo mundo em que vivemos.

Mestre Manoel retornou ao MUNDO RACIONAL, mas, tendo havido a ligação dos dois mundos em um só, os que se ligam à ENERGIA RACIONAL conseguem vê-lo em todas as partes do mundo, trabalhando para a recuperação da humanidade, que é feita através do desenvolvimento do raciocínio (glândula Pineal).

 

 

 

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NÃO VACILE!

 

(Leony Moreira Pereira de Castilho)

O certo dos certos está na Terra, que é o verdadeiro conhecimento de si mesmo, que é todos passando a se conhecer, para saberem quem são, o porquê que assim são, de onde vieram e para onde vão, como vieram e como vão.

Saber o porquê do mundo que habitamos.

Saber o porquê do sofrimento, a causa do por que do sofrimento.

Ninguém quer sofrer, ninguém quer morrer, todos querem viver.

E a morte pega todos num repente – ninguém espera que o pior aconteça.

E é nesse desligamento (de que nada de ruim vai acontecer), que todos vão ao encontro da própria liquidação, pois, energia ninguém vê; e ela comanda tudo e todos.

Amigo (a), procure o canal certo, ELE existe e está à sua espera nos Livros UNIVERSO EM DESENCANTO de CULTURA RACIONAL.

Não vacile, a Natureza mudou de fase, trazendo a Energia da Solução, para quem quiser ter com quem contar e onde se agarrar na hora que precisar.

Essa Energia é a ENERGIA RACIONAL que está nos Livros de Cultura Racional.

Informe-se na Livraria Racional de sua cidade, cujo endereço e telefone se encontram no site:

http://www.culturaracional.com.br

 

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O DESCONHECIMENTO DO SIGNIFICADO DA VIDA

 

(Leony Moreira Pereira de Castilho)

 

Pelo desconhecimento de sua origem, o ser humano sofre, pena e padece, por não saber como deve viver.

Pelo desconhecimento do significado da vida, de quem ele é, de onde veio, como veio e por que veio.

E por não SE CONHECER, não sabe o porquê de tudo o que vem acontecendo no mundo.

Todos querendo paz, pedindo paz, mas, o que se vê é tudo ao contrário.

Quanto mais pedem paz, pedindo paz, mas, alimentam as guerras, a violência e a mortandade.

E todos vivendo assustados, desgostosos, sem sossego, por verem a vida e o mundo se encaminhando para dias esquisitos, como a sua própria destruição e o excesso de loucuras se multiplicando sempre, onde uns agüentam e outros não.

E a pergunta é uma só:

“O porquê que o mundo está passando por esse grande desarranjo?”

Ninguém sabe a causa. E por desconhecer as causas, não pode eliminar os males.

Mas, há muito no mundo está a solução, que é a Fase Racional, a fase do desenvolvimento do raciocínio.

O raciocínio une e o pensamento divide. E é nessa divisão que estão os erros, os desacertos, os conflitos, as guerras de uns quererem a maior parte, por se achar dono do pedaço maior, gerando, assim, os conflitos e a insegurança de uma vida tranqüila, sem atropelos e sem discórdia.

Procure saber como, conhecendo CULTURA RACIONAL, dos Livros UNIVERSO EM DESENCANTO!

Informe-se e obtenha o seu Livro pelo site:

http://www.culturaracional.com.br

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UMA DAS CONTRADIÇÕES DAS HISTÓRIAS DA EVOLUÇÃO DO HOMEM

 

(Severino dos Reis, estudante de Cultura Racional, Belo Horizonte, MG – BRASIL)

 (*)

A vida no Planeta Terra, não existe por acaso; e não é vontade e nem criação de Deus, como aprendemos nas histórias que nos contaram; que bem analisadas, bem interpretadas, são uma acusação a Deus: de ser bom e eterno e nos fazer ruins e mortais.

Nesta matéria, nós pretendemos fazer objeções e explicar, dentre muitas, uma das contradições das histórias da Criação, a qual, diz que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança. Presumimos que faltou querência e bom senso de observação, para os criadores dessas histórias. Pois, onde está a semelhança, se Deus é eterno e de Luz Divina! E nós somos mortais e de matéria?

Diz que o homem foi feito para amar e servir a Deus! Se Deus é eterno, onipotente, onisciente, criador de todas as coisas e nós, somos frágeis e mortais e em tudo dependemos dele e da natureza para sobreviver, em que poderíamos servi-lo?

Mesmo porque, se Deus criasse um universo e o povoasse com vidas, não faria vidas de matéria, para sofrer morrer e nem faria um universo de fogo, para queimar os seus habitantes. Pois está provado, que em todo universo tem fogo.

E não seria justo, que ele fizesse o universo de pureza? E nos fizesse de Luz Divina como ELE é?

Se nós, que somos imperfeitos e cheios de defeitos, fazemos filhos iguais a nós e, se pudéssemos, faríamos melhor do que nós e não os deixaríamos morrer!

Onde está a onipotência de Deus, para impedir que seus filhos sofram e morram?

Dirão os que ainda acreditam nessas histórias: sofremos e morremos, porque pecamos e desobedecemos. Mas ele não nos fez à sua imagem e semelhança? Se ele não pecou, nós também não deveríamos pecar!

Se ele é onisciente, sabia que iríamos pecar; então deveria ter nos feito de uma outra forma, que não nos deixasse margem a erros!

Isto prova, que o que nos contaram, era história de crianças, para entreter crianças. De fato, quando essas histórias foram inventadas, a humanidade era tão inconsciente como criança. E antes disso, andavam com as mãos no chão, de gatinhas como crianças, porque não sabiam andar de pé. Mas, seguindo o curso normal da evolução da Natureza, começaram a andar curvados e com muitos esforços, depois de muito tempo, conseguiram a andar de pé. E com o trabalho incessante de evolução da Natureza, ao sair das cavernas eles começaram a soltar a voz e a desenvolver as palavras na pré-história. E no decurso da pré-história, até o início da civilização, eram mesmo como crianças ainda na infância, quando a Natureza, sendo mãe, passou a nos contar essas histórias, para nos guiar pelo temor, porque éramos muito rudes, muito brotos.

Então foram inventando: o Céu, o inferno, purgatório, os Anjos, o demônio, o pecado, a alma e diziam: “Não façam isso que é pecado, a sua alma vai para o inferno!”

E obedeciam pelo temor, pelo atraso daqueles trogloditas. E assim viemos nos lapidando, amansando e nos tornamos feras domésticas; mas: feras! Porque, basta pisar em nossos calos, para voltarmos a ser feras.

Mas, o tempo não pára! A humanidade cresceu e atingiu a maior idade e as histórias ficaram superadas, com o fim da Cultura da Civilização e o início da CULTURA RACIONAL. Agora, não é mais história, nem um personagem; a CULTURA RACIONAL é escrita aqui na Terra, proveniente de mensagens, que foram ditadas pelo RACIONAL SUPERIOR para o seu representante: MANOEL JACINTHO COELHO. O qual nasceu em nosso planeta, para essa única e exclusiva finalidade.

O RACIONAL SUPERIOR viu e nos advertiu: que estávamos em perigo, quando entramos na planície Racional e provocamos o início de sua degeneração, que redundou na origem deste universo de matéria e da vida.

E ELE conta, sem contradições, porque os humanos já estão maduros, preparados para entender. Contudo, ainda existe uma grande parcela da humanidade na adolescência, acreditando nessas histórias, mas, em breve, todos chegarão à maior idade. E, Deus e o Céu, também fazem parte das histórias, porque o seu nome verdadeiro não é Deus, é RACIONAL SUPERIOR: Racional criador dos Racionais, que se transformaram para animais Racionais, que são os seres humanos.

E ELE não criou o Céu e nem este nosso mundo! Mas, criou o MUNDO RACIONAL, um mundo eterno, puro, limpo, perfeito e seus habitantes de corpos de Luz Divina Racional como ELE. Lá não tem ontem e nem amanhã, não tem calor e nem frio, reina a pureza e a felicidade eterna. Assim, o descreve ELE mesmo, na CULTURA RACIONAL e diz que só agora nós ficamos preparados para contatarmos com a personalidade verdadeira, a Energia Racional e entender o que realmente aconteceu. Portanto, o Universo das luzes de fogo que nós conhecemos, povoado de vidas de matéria, é oriundo da transformação de uma pequena Planície, parte do MUNDO RACIONAL, que não estava pronta, para o progresso dos Racionais. E uns tantos Racionais, por serem eternos livres e por não conhecerem a maldade, entraram a progredir naquela Planície; e ela por não estar pronta, ao em vez de progredir, regrediu: se transformando neste Universo de fogo e matéria. E só terminarão as transformações, quando chegar ao seu estado natural, no MUNDO RACIONAL, outra vez. E os Racionais que provocaram essas transformações, perderam a Luz Racional de seus corpos e se materializaram como máquinas do Raciocínio, no cérebro dos animais Racionais.

E nessas condições, já se passaram 21 eternidades, aguardando a parte da Planície, que pertence ao animal, que é o pensamento e a imaginação, se desenvolver com as suas energias: elétrica e magnética, para então, o Raciocínio, que é o Racional, que fez este Universo, essa deformação Racional, se desenvolver também, com a sua energia, a Energia Racional.

É por isso que está aí a CULTURA RACIONAL, que traz em seu bojo a Energia Racional, dando a chance da volta a esses Racionais, que saíram do seu mundo eterno e se perderam, não souberam voltar, porque perderam também a consciência.

Por isso inventaram tantas histórias, parecidas com o real, que serviram, até chegar o tempo da CULTURA RACIONAL, que ensina a história verdadeira e ativa o Raciocínio, ele refaz a memória e lembra-se do seu mundo; recompõe a sua energia e volta para a eternidade, o seu verdadeiro habitat, o MUNDO RACIONAL.

Portanto, a criação do Universo e da vida não é obra do acaso e nem a criação de Deus! Mas, criado por nós mesmos, que aqui estamos materializados, como máquina do Raciocínio; porque esse mundo de sofrimento e morte é conseqüência de seus próprios habitantes.

E Deus é o RACIONAL SUPERIOR! Que nos acompanhou todo esse tempo, toda a nossa trajetória, nos ensinando o caminho de volta à nossa casa. Mas não existe outra forma de voltar, senão pelo desenvolvimento do Raciocínio! O resto são histórias criadas no tempo dos trogloditas.

E se você quer realmente voltar à eternidade, procure se informar: lendo os livros de UNIVERSO EM DESENCANTO, para atualizar-se com a evolução da Natureza, que já mudou, da Cultura da Civilização, para a CULTURA RACIONAL.

Pois, é um dever das pessoas inteligentes, de fé e amor a Deus, EXAMINAR tudo que se diz que vem de Deus, para ter a chance de realmente escolher o melhor para si mesmo e, não, ficar no campo retrógrado, como ficaram aqueles que não quiseram acompanhar a evolução da Cultura: da Pré-história, para a Cultura da Civilização. É um conselho, do maior amigo da humanidade! O que aprendemos a chamar de Deus: O “RACIONAL SUPERIOR”.   

 

(*) Texto em inglês:

https://nalub7.wordpress.com/2015/03/02/one-of-the-contradictions-surrounding-the-history-of-mans-evolution/

http://www.universoemdesencanto.com.br     

 

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