APARÊNCIAS NÃO SÃO VERDADES – 1

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A internet trouxe para dentro de nossas casas o retrato do mundo. Um retrato onde nem todas as nuances são agradáveis.

De repente a gente começa a constatar que a humanidade é mais teimosa do que desinformada. Mais vaidosa que sofredora. Mais prepotente do que fraterna. Mais arrogante que amorosa.

Sim, mais teimosa do que desinformada, pois, a quantidade de pessoas que utiliza a internet para recomendar comportamentos nobilíssimos é muito grande! Em contrapartida a quantidade de pessoas no mundo que age de forma atrasada, selvagem é muito maior. Será que o que andam recomendando não serve para os próprios que recomendam?

E porque mais vaidosa que sofredora?

Porque todos sofrem muito, os desequilíbrios são assustadores, mas, nem assim, com tanto sofrimento, a maioria não se rende à paz, ao amor e à fraternidade. E isso é vaidade, por julgarem-se certos, donos da verdade, como diz: “o outro é que está errado”.

E dessa teimosia e vaidade, vem a prepotência (ignorando a fraternidade) e a arrogância, que desconhece o amor.

Sendo tudo isso fruto de um grande atraso, onde julgam que sabem e que não precisam aprender mais nada de novo, virando as costas para as coisas inéditas, ainda desconhecidas da humanidade, acostumados que ficaram com o viver de aparências.

Mas, aí vem o sofrimento e prova ao atrasado que ele não sabe nada, pois, quem sabe não sofre.

Onde está a sabedoria de um sofredor, que não o livra do sofrimento e da dor? E aí é que reina a ignorância, de se acomodar com o que aprendeu, mesmo debaixo de muito sofrimento, prejudicando a si mesmo e aos demais, por nada de real saber da vida, do mundo e de si mesmo.

Aparências não são verdades! Verdade que traz sacrifícios, lágrimas, dores, padecimentos: ela mesmo já está dizendo que não é verdade, parece que é, mas, aparências não são verdades!

E, por isso, por a humanidade admitir aparências como verdades é que o sofrimento é o maior brilhante do dia e da noite.

Enquanto a humanidade viver de aparências, admitindo a mentira como verdade, continuará sofrendo terrivelmente e cada vez mais e pior.

A mentira tornou todos escravos da matéria, fanatizados com a matéria, embriagados com a matéria, obsedados pela matéria, por todos viverem DESCONHECIDOS de si mesmo e da Natureza.

E quem NÃO SE CONHECE, PADECE! Padece, por viver de aparências, admitindo aparências como verdades, passando a ser um traidor de si mesmo, por viver SEM SE CONHECER e, portanto, vivendo completamente contra a Natureza. E quem vive contra a Natureza, não tem com quem contar nem onde se agarrar, porque é da Natureza que dependemos em tudo para viver.

Procuremos, então, conhecer a nós mesmos e à Natureza, deixando os pré-conceitos de lado e tratando de conhecer a cultura mais elevada que existe, a cultura natural da Mãe Natureza, para poder nos entender, nos conhecer e entender e conhecer a nossa geradora, criadora e mantenedora, que é a Natureza.

Só assim conseguiremos sair deste grande atraso milenar, que nos manteve escravos da ferocidade, da vaidade, da ambição, da ganância, dos sonhos, das fantasias e das ilusões, que fizeram do mundo um mar de lama ao invés de um doce abrigo.

Procuremos conhecer e estudar a cultura natural da Natureza, a Cultura Racional.

 

 (*) Texto em inglês:

https://nalub7.wordpress.com/2015/12/21/appearances-are-not-truths-1/

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UM DISTRAÍDO É UM PERDIDO

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Quem não aprecia a Natureza? Quem não se sente bem em contato com Ela?

Todos apreciam, todos se sentem bem.

Por que?

Porque ela é desprendida, acolhe, gera, cria e mantém todos de graça. E mais ainda, porque nela não há nada artificial. E aí está a razão de nos sentirmos tão bem em contato com Ela: Ela é o que é, sem qualquer artifício e é a nossa Mãe Verdadeira.

E quem não se sente bem no aconchego materno?

Todos se sentem bem, porque toda mãe quer o melhor para seus filhos, mesmo que não seja correspondida no seu amor, mesmo que não seja respeitada.

Mas, os seres “humanos”, distraídos com seus inventos artificiais (a maioria desnecessária para a manutenção da vida), os seres humanos encantaram-se com suas criações e se esqueceram de sua Mãe benfeitora, afastando-se dela.

E pior, essa humanidade passou a valorizar muito mais os seus feitos artificiais, do que os feitos da Mãe benfeitora, a Natureza.

E, assim, perdeu a humanidade o respeito pelos animais, pelos vegetais, pelos minerais, pelos rios, mares e cachoeiras e até por seus semelhantes, os animais Racionais.

Julgando-se, assim, a humanidade, mais que a Mãe benfeitora.

E isso veio repercutir na rotina da vida de todos, distraídos com os artifícios, que hoje dão mais valor à sua profissão, à cultura artificial que abraçam, esquecendo-se até de que seus semelhantes precisam é de carinho, amor, atenção.

Se formos exemplificar o que acontece dentro das famílias, nos ambientes de trabalho, ou onde quer que exista uma reunião de pessoas, ficaremos muito tristes e decepcionados com o nosso proceder modernista, materialista, que está sempre a sobrepor o artifício, as aparências ao cultivo do amor ao próximo (que às vezes está tão próximo da gente e é ignorado).

E um distraído é um perdido. Perde a oportunidade de desenvolver sua potencialidade mais nobre e elevada que é o raciocínio, o bom senso superior, que não admite nada que desvalorize os feitos da Mãe benfeitora.

Está em tempo ainda de reverter esse quadro tão vergonhoso, que demonstra um atraso muito grande do ser humano materialista.

Vamos voltar a ser humanos?

Mas, para ser verdadeiramente humanos, precisamos dar à nossa Mãe Natureza toda a atenção que Ela merece.

Abracemos nossa Mãe Querida, abraçando a cultura dEla, a cultura natural, que nos tira da distração com a matéria, da perdição material, aproximando-nos uns dos outros e de nós mesmos.

E onde está essa cultura?

Nos Livros Universo em Desencanto, de Cultura Racional.

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AS SETE PARTES DO PORQUE NÓS ASSIM SOMOS

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(João Evangelista Saraiva)

 

S O L

Eu sou o sol. O primeiro feito de transformação do UNIVERSO.  Devido ser minha formação proveniente das virtudes (VIDAS) que os Racionais que entraram e permaneceram na planície, devido o livre arbítrio, com o tempo, foram perdendo. Essas virtudes eram vidas de um brilho fulgurante, por isso a razão de minha luz. Sou o princípio e a causa de toda essa deformação. Através da intensidade do meu calor é que houve a transformação da planície em resina e goma. A resina ao receber meu calor, transformou-se em terra e a goma em água. Sou o responsável por todas as vidas terrenas, pois sem meu calor nada existiria. Sem a minha interferência não haveria micróbios, vírus ou micro vírus. Assim sendo, me orgulho de ser o rei dos astros, o gerador, criador e destruidor.

Em resumo, sou o manipulador.

Às vezes me escondo por um bom tempo, isso devido ao mau tempo (modo de dizer), mas sou a favor de tudo, pois sou o coordenador da Natureza.

 

Á G U A

Eu sou a ÁGUA. O único líquido precioso existente no Universo. Todos dependem de mim.  

Sem mim nada sobrevive. Isso é extensivo à toda espécie animal e vegetal. Através das minhas virtudes perdidas, resultaram-se a Lua e as Estrelas. Por isso essas vaidosas, brilham como eu. Dependo do Engenheiro Chefe… o sol. Mas sou a fonte da energia elétrica. Em resumo eu sou a única fonte geradora de uma energia poderosa, mas infelizmente degenerada, pois somente reproduzo quando choco, mas sem mim não há vidas.

Um dos fatos mais importantes que realizei foi a invasão das terras, quando as partes mais sólidas e mais altas ficaram, formando assim os Continentes .

O meu surgimento foi devido o calor do sol em uma parte da planície que começou a se derreter, ficando mole, gomosa, formando um líquido grosso; e com o tempo, mais fino, tornando-me o que sou.

Muitas vezes, sou obrigada a chamar atenção dos seres humanos em razão dos seus abusos, para que eles aprendam que, o abuso é o fracasso dos abusados. Aí paga o justo pelos infratores.

 

L U A

Eu sou a lua. Sou derivada das virtudes perdidas da resina (TERRA) e da goma (ÁGUA). Minha influência na terra é enorme. Devido essa grande influência é que mexo com tudo e com todos. Sou um corpo magnético, como o sexo feminino, que também já é próprio para receber cargas e descargas. Assim sou eu; depois de carregada, me vêem grande, bonita e formosa, depois de descarregada, daquela energia quase desapareço. Nessas modificações é que surge o que se chama de lua cheia, quando estou carregada de energia magnética; quarto crescente, quando estou carregando; quarto minguante, quando estou descarregando e nova quando estou descarregada. Esses movimentos são proporcionados, em virtude da própria natureza universal ser um conjunto fluídico elétrico e magnético. Trabalho como uma bateria de carga e descarga. Pelos eflúvios das ondas e das correntes, da própria natureza. Já fui até há bem pouco tempo, cantada e decantada pelos poetas e compositores. Mas ainda sou o encanto dos namorados.

Na cheia sou mais vaidosa

A crescente sou mais forte

Na minguante mais humilde

Na nova transmito sorte.

 

V E G E T A I S

Eu sou o vegetal. Sou derivado de uma composição de água e terra. Também dependo do sol, da lua, da água e da terra. Devido à planície virar água e essa água misturada na terra; com o tempo mofou, infeccionou, apodreceu, formando os micróbios, vírus etc., assim eu fui gerado. Mas minha importância é vital ao ser humano, pois sem mim o que seria de vocês. Sou útil de todas as formas, como remédios, alimentos, como tecidos, ou madeira e principalmente como o oxigênio que lhes forneço. Sou o autor de um importante processo, para a produção da energia necessária para a sobrevivência humana; denominada Fotossíntese.

 

ANIMAIS (IRRACIONAIS E RACIONAIS)

IRRACIONAIS

Somos animais irracionais de categorias inferiores por não termos raciocínio, pois somos provenientes de uma partícula minúscula, quase extinta. Razão pela qual somos comandados pela energia magnética pura. Assim como os vegetais, somos frutos da mistura de água e terra, onde se gerou os micróbios, vírus e micro vírus. Daí surgimos. Dependemos do sol, da lua, das estrelas, da terra, da água e dos vegetais e nenhuma destas partes dependem de nós. Também somos frutos de transformações sempre em classes inferiores. Servimos aos animais superiores (Racionais) em vários setores, cada qual com sua serventia, inclusive como alimento. Devemos frisar bem que não raciocinamos, mas temos um pensamento curto e intuitivo. Nossa família é enorme. Nela se incluem os quadrúpedes, os insetos, as aves, os peixes, crustáceos, etc. etc.

 

RACIONAIS

Diferenciamos dos componentes das seis partes citadas, por sermos portadores da potência máxima divina que é o Raciocínio, ou seja, o único elo identificador da nossa saudosa origem. O Raciocínio é a justa, força e razão, que quer dizer justiça e poder Racional, ou seja, equilíbrio. Coincidência ou não, uma vez que não há efeito sem causa, estas iniciais das sete partes do por que assim somos formam a palavra – S AL V A-TE.

Sol

Água

Lua

Vegetais

Animais

Terra

Estrelas

Temos que retornar ao nosso mundo de origem através do desenvolvimento e desmaterialização do Raciocínio. Esse retorno significa nossa salvação. Através deste desenvolvimento, vamos recuperar as partículas que no princípio deixamos nas sete partes. Mas queremos deixar bem claro que tudo isso será em vida, nesta vida da matéria, não será depois de morrermos. A verdadeira salvação se dará através do equilíbrio absoluto, compreensão e confraternização Universal. Na medida em que vamos nos imunizando, vamos retirando as partículas do sol, da água, da lua etc. Assim essas partes irão diminuindo, diminuindo  e repetindo o mesmo processo pelas quais foram formadas, voltando ao que eram. E o que eram?

Racionais puros, limpos, perfeitos e sem defeitos. Nós somos a causa e elas os feitos. Vivemos com toda prepotência dizendo sermos os donos do mundo. No entanto através do que foi dito, somos dependentes de todas as seis partes, com a atenuante de que elas não dependem de nós em ponto algum. Muito pelo contrário, se não fossem as leis universais e a intervenção divina, já há muito teríamos destruído o mundo. Hoje conhecendo as mudanças e transformações do passado, sabemos que como monstrinho era um, como monstrodonte, outro, como monstrões, outro. Daí conseguimos a transformação evolutiva para primitivos selvagens, que não deixou de ser um grande progresso. Melhoramos nosso entendimento e modo de compreender. Com muito sofrimento e com a evolução das transformações, alcançamos a fase da civilização. Surgindo assim o principio da noção das coisas com o desenvolvimento do pensamento e da imaginação. Começou assim a surgir o principio do progresso artificial e nesse ponto elevado surgiu a civilização numa grande evolução cultural. Nessa evolução alcançamos o amadurecimento e conseqüentemente a Fase Racional. A Energia que passou a nos governar, pois, através dela conseguiremos desenvolver o nosso raciocínio. Como já dizia o grande cientista, Albert Einstein: “Se chegássemos ao ponto de usarmos todo o nosso cérebro, seríamos energia pura e não precisaríamos de um corpo.

 

 T E R R A

Eu sou a Terra. Fui há épocas remotíssimas a produtora dos animais, quando todos nasciam do chão. Assim como, até hoje, gero vegetais, sem necessidade de plantar, de mim nasciam seres do sexo masculino e feminino. Ainda hoje sou a incubadeira e a água a fertilizadora. As minhas virtudes perdidas ajudaram na formação da lua e das estrelas. Também dependo do Engenheiro chefe o sol, da lua, da água, pois sem eles nada produzo. Em resumo, eu sou a única força criadora do Universo.

 

E S T R E L A S

Nós somos as estrelas. Somos formadas pelas virtudes perdidas da água e da terra. No princípio, nosso nome era Oruatares, querendo dizer: ”O altar dos Encantados”. Éramos objetos de muitas lendas, contos e histórias. Por sermos o magnetismo do alto, dominamos as imaginações dos poetas, escritores e namorados. Somos a fonte do magnetismo.

 

UM PEQUENO COMENTÁRIO

O conjunto destas sete partes é a Natureza. Quem não compreendê-la por bem, irá compreendê-la por mal. Aos rudes, aos endurecidos, o sofrimento tira essas manhas, o orgulho, a vaidade, a presunção. Vivendo contra a Natureza, estamos remando contra a maré. Sempre desfavorecidos em tudo, uma hora nos compreendendo e na mesma hora descompreendidos, amigos hoje, inimigos amanhã. Mas não devemos esquecer que o que se planta no presente se colhe no futuro.

                                                             

 

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LER

 

(Porfirio Jesus das Neves)

Este é um verbo de grande significado na existência humana, pois é através da leitura que os olhos do ser humano se enchem de conhecimentos diversos e culturais.

Tempestivamente, a palavra “LER” também pode representar uma sigla de três letras, que está em acordo com o grande significado da leitura do livro Universo em Desencanto: Liberdade de Expressão Racional.

Se alguém está lendo é porque houve a liberdade de outrem para escrever e expressar seu entendimento através da escrita.

Não houvesse a liberdade de expressão, nada de novo teríamos para ler, pois estaríamos sempre lendo as mesmas coisas que alguém, ou grupos de alguém, assim o desejasse.

A liberdade é um imperativo da Natureza! Portanto, a liberdade de expressão é uma forma cultural de todos poderem avançar e se desenvolver. Caso contrário, seria negar a própria evolução.

Sem liberdade não há evolução. Sem liberdade de expressão não há avanços na compreensão de um Conhecimento, nem da vida. Enfim, sem Liberdade de Expressão Racional não se desenvolve o Raciocínio.

Portanto, se não houvesse a Liberdade de Expressão Racional, jamais o livro Universo em Desencanto poderia apresentar o NOVO. E acabaria ficando embaixo das prateleiras dos intelectuais.

Como apresentar o NOVO se não houvesse liberdade de expressão? Entendam isto, senhores e senhoras intelectuais, ou senhores e senhoras “ditadores” – que ditam regras – usando a gentileza de suas próprias razões.

O NOVO significa uma nova maneira de avançar nos sentidos e na compreensão de uma nova existência.

É desta forma que o livro Universo em Desencanto, obra e graça de um Mundo muito Superior ao nosso, se apresenta para a nossa leitura, usando uma necessária liberdade de expressão, que ultrapassa e, ao mesmo tempo, parece agredir normas gramaticais. Não são agressões gramaticais, é uma nova forma de apresentar um NOVO ENTENDIMENTO.

Como poderiam surgir novos entendimentos entre nós se estivéssemos sempre entendendo as coisas da mesma forma, dentro das mesmas regras? Há que haver alguma liberdade! E aí está a Liberdade de Expressão Racional (LER).

É com esta argumentação que devemos encarar as coisas novas para podermos justificar o avanço dos entendimentos.

Assim, o Livro Universo em Desencanto, no uso desta liberdade de expressão, justamente nos apresentando o NOVO, está escrito num idioma diferenciado do Português gramatical rígido, ou doutrinado pelas regras gramaticais; o Livro Universo em Desencanto está escrito num “Português Racional”, onde a palavra “Racional” tem sua semântica ligada à ORIGEM.

O uso da palavra RACIONAL também busca traduzir o NOVO e, por isso, é usada neste livro com um sentido diferenciado, para nos fazer compreender o que seria incompreensível se estivéssemos presos ao sentido das regras gramaticais.

RACIONAL é a origem de tudo, porque tudo tem uma RAZÃO de ser! A razão de ser de algo ou de alguém, é que nos faz compreender o sentimento de “origem causal”, pois não há efeito sem causa. Não existe acaso; nada existe por acaso. O que se diz casual é quando não se conhecem as razões de tal fato; por isso é dito casual ou eventual. Mas sempre há uma causa.

Desta forma a palavra RACIONAL não serve apenas de adjetivo para a palavra CULTURA na expressão “Cultura Racional”, serve muito mais para apontar para um NOVO CONHECIMENTO em relação à nossa fraca compreensão da vida, que se baseia apenas no pensamento intelectual ou no “pensamento gramaticalizado”.

Surgem assim, através desta leitura RACIONAL, neologismos e novas expressões que se tornam necessárias para conduzir nosso entendimento ao real conteúdo de um Livro que, definitivamente e definidamente, não está preso às regras gramaticais.

Por isso o título do livro é Universo em Desencanto: solução e definição e libertação em todos os sentidos e não apenas no aspecto gramatical do pensamento humano. A comunicação é muito mais importante que as regras gramaticais.

Muito cuidado ao ler este Livro, lembre-se de LER e reler. E…, cuidado para não ter alguma “Lesão por Esforço Repetitivo”, a leitura deve ser sem esforço, simples e natural, garantindo assim a permanente liberdade de expressão Racional.

Aliás, esta Liberdade de Expressão Racional deve ser contínua, inclusive nas maneiras e formas de se divulgar esta Obra.

Por isso o próprio livro recomenda a divulgação de todas as formas, jeitos e maneiras, não estabelecendo qualquer tipo de restrição. Vejam, assim, nesta orientação, um ato de coerência com o que propõe o Dono do Livro – o livro da libertação.

As restrições que acontecem, infelizmente, são feitas por pessoas desatentas, que ainda não aprenderam a LER, que ainda não aprenderam o real sentido da Liberdade da Expressão Racional.

Nesses casos, é muito bem apropriada a expressão: -“você ainda não aprendeu a LER”! Você ainda não aprendeu a Liberdade de Expressão Racional.

E ainda podemos constatar com o verbo RELER, uma Recomendação Especial da Liberdade de Expressão Racional. Portanto, ler e reler o livro Universo em Desencanto é ser coerente com a nossa própria natureza de liberdade.

Enfim, o Desencanto. Desencanto quer dizer: liberdade. Libertou-se, desencantou. Passou a acertar em tudo.

 

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O SER VERDADEIRO REAL É O SER RACIONAL

 

 

(Valdir Santos Alexandrino – http://rccvsarcn.wordpress.com)

 

O Fluido elétrico e magnético é o fluxo efluente desta base do ser irracional. E, é afluente da Personalidade Fluídica que é o “Eu” de cada pessoa, onde se faz dominante. Ligada a esse afluente animal, é por ele comandada através do pensamento e da imaginação; e então, a pessoa pensa como animal.

Os Seres Humanos, por serem feitos por este Encanto Fluídico,  com a formação de Aparelhos elétricos e magnéticos vivem sob orientação efluvial elétrica e magnética. Daí, nunca que iam poder encontrar, por si mesmos, o equilíbrio de razão Suprema ao qual só se pode chegar, por meio do desenvolvimento do raciocínio.

O raciocínio – enquanto Ente de razão – ele é a razão da vida eterna. Já, enquanto Ente da realidade, Ele é o Habitante do Mundo Racional, o causador (por conta própria) deste Mundo de mentiras; no qual, todos que aqui estão; as conseqüências que estão sofrendo, elas são os frutos daquilo que, para si mesmo, cada qual conseguiu.

E o pior do que conseguiu, foi ficar vivendo sem conhecer a si mesmo; dentro desta caverna (ou caveira) que é a cabeça de sucessivos Seres Pensantes; cada qual, pensando ser o que não podia ser e, nem era o que protagonizava ser, em seu imaginário de iludido sonhador. Morrendo e nascendo, morrendo e nascendo; sonhando que tinha vida e no acordar do sonho fantástico; então, desiludido da ilusão de ótica, deparava-se com a morte que, sempre fez, faz e fará parte de cada vida vivente provisória inconsciente. 

De tão inconsciente, propiciou a criação de mitos imaginários, Seres fictícios, produto do imaginário, das ficções imaginárias;  como a de ter esta perfeição aparente; essa perfeição às avessas;  que é uma imperfeição cheia de defeitos, sendo tida como se, a perfeição verdadeira, ela fosse.  Achavam até que raciocinavam

O raciocínio, o que é? É um corpo de Energia Racional que se materializou na forma de animal Racional. Quando se extinguiu em cima de um campo de energia transformado em matéria – por se extinguir em cima da formação inicial que tinha esse campo – então, perdeu a vida de Racional e se transformou de Racional para Racional que, materializado ficou, nesta classe de animal Racional. Onde tomou essa forma de máquina do raciocínio. 

E para que o raciocínio – hoje, depois de milhões de milênios  – seja, de fato, compreendido; tem que ser desenvolvido pela Energia Imunizante Racional grafada, sob forma discursiva e também dialógica, em linguagem simples das mais simples, ao alcance dos mais humildes em leitura, nos numerosos volumes e fascículos do Livro desembargador do desencanto: o Livro “Universo em Desencanto”, de Cultura Racional.  

Já nos primeiros vinte e um volumes, lendo e relendo e apurando-se, a pessoa até então Encantada por viver repleta de um acervo de convicções erradas; ela lendo, passa a ser beneficiária dos efeitos antígenos do Conhecimento Racional verdadeiro que lhe vai embargando o seu Encanto de vida fluídica.

Neste início de conversa, o que se pode recomendar é que ninguém tarde ainda mais a sua ligação ao Mundo Racional, para não sofrer as conseqüências de seu descuido, por ficarem mais ligados ao fluido animal. E ligados ao fluido animal, pensam como animal; num desequilíbrio infernal.

Nesta Fase Racional da Natureza e, por conseguinte, da natureza humana; o maior tesouro da humanidade é a Cultura Racional que, lhe dá a definição exata de o porquê do seu Ser; para a restauração do equilíbrio universal. Não se precipite em achar que seja uma coisa das mesmas raízes do Encanto.

Não, não se trata da mesma Cultura de inconscientes, do imaginário de Encantados pela Deformação Racional; uma cultura da Fase do animal Racional em lapidação; extraída de mentes variantes, de livres pensadores; definitivamente não é uma Cultura Artificial; muito boa somente para lapidação do animal Racional. O Ser Verdadeiro, o Ser Racional é que é o nosso Ser certo.

Dirija-se aos livros de Cultura Racional e verá a clara diferença  entre uma coisa e outra coisa; e então, você verá que não é tudo a mesma coisa. Na origem lá onde fomos Racionais; de lá saímos e para cá viemos. E hoje, aqui e  já dentro da Fase Racional, somos Aparelhos Humanos Racionais; depois de ter terminado a Fase de animal Racional.

Saúde e Paz para todos, pelo desenvolvimento do raciocínio!

 

 

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AMAR A SI MESMO

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As coisas mais simples é que nos levam à compreensão do que é verdade.

Nunca, anteriormente ao nosso tempo, se falou tanto em amar a si mesmo para ser capaz de amar aos semelhantes e à Natureza, que nos gera, cria, mantém e governa.

Então, raciocinemos: se ganho um presente, bem embalado, embalagem linda, suntuosa, bem enfeitada e me encanto com ela, a ponto de esquecer o presente que ela conduz, ignorando o presente, como posso dizer que gostei do presente, se nem cheguei a desembalá-lo para saber de que se trata?

Assim somos nós.

Nosso corpo é uma mera embalagem (com cabeça, tronco e membros), conduzindo o grande presente que DEUS nos deu: ELE mesmo! A semelhança DELE em forma de máquina do raciocínio.

Ficamos eternidades encantados com a embalagem: a máquina do pensamento e da imaginação no cérebro e o restante do corpo, certos de que tudo isso era o nosso SER VERDADEIRO e, por isso,  imaginávamos DEUS como um homem – também com cabeça, tronco e membros.

E DEUS é ENERGIA, SUPERIOR A TODAS AS ENERGIAS!

E quanto tempo já perdemos e sofremos por causa dessa “embalagem”, que é o nosso corpo, uns  até mesmo se sujeitando a cirurgias plásticas, na ilusão de estar assim levantando o seu astral, o seu EU, que nada tem a ver com a matéria.

Esquecemos da presença de uma glândula em nosso cérebro, que a Medicina chegou até a alegar (não nos dias de hoje), que ela não tinha função.

Ignorávamos, em maioria, que nessa glândula (a Pineal) estava nosso EU verdadeiro, nossa essência. E, assim, fomos nos encantando com a embalagem dela: nosso corpo de matéria.

A Natureza, tal como nós, conduz a sua essência, mas, acostumados a enxergar e valorizar somente nossa embalagem, passamos, paralelamente a enxergar como Natureza somente a parte de embalagem dela: o sol com sua luz visível, mas, não sua essência e da mesma forma encarando os demais seres e componentes do mundo em que vivemos.

Daí, termos desenvolvido uma cultura aparente, onde somente se valoriza o que conduz e, não, a essência conduzida, que é o SER real de todo e qualquer ser.

Desenvolvemos, assim, uma vidência apenas material – visível e invisível (a matéria fina), sem conseguirmos transcender às “embalagens”, as formas aparentes.

Essa vidência material é a parte do nada, onde tudo é diferente, por se tratar de uma deformação de parte da essência, ficando a essência pura, que é superior, relegada a inferior.

Criamos, assim, uma sabedoria invertida, colocando o inferior acima do SUPERIOR.

Isso nos colocou contra a verdadeira Natureza, muito diferente da Natureza deformada! Um disparate e uma grande loucura de desrespeito a quem tudo devemos!

E a conseqüência? Dando uma olhadinha na situação lastimável do mundo, encontramos a resposta: SOFRIMENTO PURO!

Mas, a Natureza (a não deformada), Mãe bondosa, resolve acordar seus filhos.

Para isso, deixou de alimentar nossas máquinas pensantes e imaginantes (parte animal, a parte das aparências), através das quais nos relacionamos com a parte deformada da Natureza, induzindo-nos a procurar em nós mesmos outra máquina interior para comunicação com o exterior.

E para nos facilitar esse achado, ELA nos presenteia com todos os conhecimentos pertinentes ao nosso SER Verdadeiro, o SER RACIONAL.

E ao tomarmos conhecimento dessa sabedoria ímpar vamos, passo a passo, desembrulhando o grande presente, colocando fim na embalagem e dela nos DESENCANTANDO, até encontrarmos o grande tesouro que, há milhões de milênios vínhamos inconscientemente conduzindo, vida, após vida, através de diferentes embalagens (femininas, masculinas e de todas as raças), sem nunca nos ter dado conta de que se tratava este presente, de DEUS VERDADEIRO dentro de nós.

Vamos desembrulhar o presente?

Vamos conhecer nosso EU Verdadeiro?

Quando todos responderem SIM a essas perguntas e assim procederem, desencantar-se-ão das embalagens (tudo de material) e passarão a se amar intensa e eternamente, pelo encontro esplendoroso com o nosso EU Verdadeiro (que é UM só em todas as cabeças, não há diferenças), que é o representante legítimo de DEUS, o RACIONAL SUPERIOR.

E onde estão os esclarecimentos para nos DESENCANTAR da matéria, podendo desembrulhar este precioso tesouro?

Nos Livros de Cultura Racional, Universo em Desencanto.

É nas páginas brilhantes desses grandiosos Livros que cada um de nós, em nossa casa, aprende a amar a si próprio, transformando-se de mero animal Racional, para Verdadeiro Racional.

E, assim, encerram-se as transformações de uma vida para outra neste mundo material, por retornar e se ligar em vida, à Origem, o MUNDO RACIONAL, através da ligação da nossa essência, o RACIOCÍNIO, à essência RACIONAL de todos os seres da Natureza – É O FIM DA MORTE, É O FIM DAS APARÊNCIAS, por termos aprendido a “AMAR A SI MESMO”, pelo desenvolvimento do raciocínio.

 

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ACENDENDO A LUZ ETERNA

 

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Uma vela é mantida acessa enquanto há parafina.

Assim, o animal Racional: com sua luz artificial mantida pela combustão das energias elétrica e magnética, enquanto houver reserva dessas energias na máquina do pensamento e da imaginação, respectivamente.

Antes de 1935 a Natureza alimentava essa carga elétrica e magnética nessas duas máquinas, sempre que essa carga baixava seu nível de equilíbrio. Nesse tempo, fase da civilização (2º milênio), quem governava a natureza era a energia elétrica e magnética.

E, assim, a Natureza mantinha nosso relativo equilíbrio. Mantendo acesa a luz artificial da vida artificial. Artificial, por não ser o estado verídico, natural, original.

A partir de 1935, a Natureza mudou de fase. Concluiu estar na hora de nos dar vida e luz verdadeiras, entrando em vigor sua parte essencial, RACIONAL. Entra em vigor, então, a ENERGIA RACIONAL, que passa a alimentar sua máquina correspondente: do raciocínio (glândula pineal), adormecido há milhões de milênios, sendo conduzido vida após vida, até que se alcançasse a fase do seu funcionamento.

E por ter terminado a fase do pensamento, a Natureza deixou de alimentar o nosso pensamento/imaginação.

Estamos vivendo com a carga eletromagnética remanescente que, dia a dia enfraquece, enfraquecendo nossa luz artificial , até que a carga termine, quando ficamos sem luz, nas trevas, completamente desequilibrados.

Aí, irão perguntar: “Mas, a Natureza não está alimentando o raciocínio?”

Sim, está, mas, num processo muito lento, tão lento, que antes que se acenda nossa luz verdadeira, a artificial, da maioria, há de se apagar.

Por isso, precisamos colaborar com a Natureza e buscar, numa usina de Energia Verdadeira Original, o fornecimento mais rápido dessa Luz Eterna. Que depois de acesa, por ser dada pelo SUPREMO CRIADOR, o RACIONAL SUPERIOR, ela não se apaga, por pertencer à eternidade.

E que usina é essa?

São os Livros Universo em Desencanto, de Cultura Racional, a cultura natural da Natureza.

Acendamos todos a Luz Divina Racional, desenvolvendo o nosso raciocínio, com a leitura diária dos Livros Universo em Desencanto, antes que nossa luz artificial, eletromagnética se apague, secando nosso pensamento, o que torna também seco o sentimento.

O pavio de todos está se aproximando do seu fim.

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SIMPLICIDADE

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Ser SIMPLES, eis a chave que abre as portas da sabedoria.

Por quê?

Porque simples é a ORIGEM, onde tudo vibra amor, paz, fraternidade e concórdia, por não haver divisões. É um SER só: puro, limpo e perfeito: RACIONAL.

Isso é que resume a palavra RACIONAL.

Então, ser SIMPLES é ser RACIONAL, é se identificar com a UNIDADE e, não, com as fragmentações.

Muito diferente de ser animal, onde tudo e todos são diferentes, identificados com as fragmentações, que mistificam o SER, tornando-o degenerado em relação à ORIGEM, mantendo-o fora da forma original, portanto, deformado e poluído (o conjunto de fragmentações que vai admitindo, fragmentações essas que constituem negação do verdadeiro SER, o SER RACIONAL.

A simplicidade, por não admitir fragmentações, dá ao ser força e poder absolutos – identifica-se com a ORIGEM, raiz mestra da fecundação de tudo e de todos.

Sendo, assim, a simplicidade é de um poderio incalculável sobre tudo e sobre todos, por nela residir a UNIÃO – e na UNIÃO está a Concórdia UNIVERSAL.

E, assim, o verdadeiro sábio procura não questionar nada nem ninguém, procurando enxergar tudo e todos pela ótica da simplicidade, ou seja, procurando se entender com o SER RACIONAL, o ser simples, que existe em todos e tudo que compõem o UNIVERSO e, não, com o ser deformado, degenerado, poluído e enfraquecido animal, que é o ser material.

Somente assim consegue resolver tudo através da pacificação, por se unir ao ser real de todos os seres, onde reside a paz de tudo e de todos.

Daí, deixa de ser um ser destruidor para ser um ser construtor. Deixa de ser contra tudo e contra todos, para ser EM favor de tudo e de todos.

EM favor é muito diferente de A favor. EM favor significa: EM BENEFÍCIO. Não devo ser a favor, por exemplo, da corrupção, mas tenho o dever de ser em favor dos corruptos, ou seja, em benefício da recuperação dos corruptos. RACIONAL não é contra nada nem ninguém.

E para viver EM BENEFÍCIO de tudo e de todos, precisamos ser indiferentes ao ser animal, o ser fragmentado material, o ser deformado cheio de defeitos e imperfeições e dar primazia ao SER RACIONAL, o ser simples dos simples.

E esse é o caminho do BEM, unindo-se ao SER REAL de tudo e de todos, concretizando a GRANDE SOMA, unindo todas as peças do colossal quebra-cabeças Universal, por dar valor somente ao que tem valor e importância ao que realmente é importante: o SER RACIONAL.

Sejamos simples, adotemos a simplicidade, tomando conhecimento da conduta e dos moldes deste SER SUPERIOR, o SER RACIONAL, nos Livros Universo em Desencanto.

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A GRANDE COMUNIDADE DE CONFÚNCIO (E OUTRAS PROFECIAS), CONCLUI-SE COM A CULTURA RACIONAL.

 

(Severino dos Reis)

 

Amigos leitores do nosso blog, mais uma vez, queremos reafirmar a importância, a necessidade de todos os seres humanos conhecerem, certificarem- se e, depois, ler os livros UNIVERSO EM DESENCANTO: estudar mesmo, a CULTURA RACIONAL.

 

Pois, na contagem regressiva das eras, já presenciamos o século vinte desaparecer no horizonte; já ouvimos os últimos sussurros do segundo milênio, na voz desesperada da humanidade, através do aquecimento global, da escassez de água no planeta, da insuficiência de alimentos para a população mundial, da crise econômica mundial quebrando todos os países do mundo, do degelo das calotas polares, dos incêndios no mundo inteiro no verão e nas enchentes, raios e tempestades no inverno.

 

Através da poluição, que já é quase insuportável em todo planeta, através das drogas, cujo tráfico cada dia mais ousado, que saiu dos recantos sombrios das favelas, das esquinas no silêncio das madrugadas e foi para dentro das salas de aulas, para dentro dos lares, em plena luz do dia e a qualquer hora: espalhando o vício, a morte, terror e o desespero das famílias.

 

Através da AIDS que avança sem nenhum obstáculo, rumo à contaminação da humanidade; através das invasões, dos protestos, rebeliões, arrastões, seqüestros, explosão de caixas eletrônicos e a matança de todas as formas.

 

Mata-se nas guerras, nos atentados de grupos extremistas, no trânsito, nos lares, nas baladas e nas ruas, o sangue dos nossos jovens corre a jorro.

 

A pedofilia virou moda: nos lares, nas Escolas, nas Igrejas e espalhou pela Internet! E tantos outros milhões de acontecimentos gigantescos que assolam a raça humana.

 

Mas felizmente também, já pudemos ver o cintilar da aurora do terceiro milênio, numa luminosidade jamais vista em nosso baixo mundo de matéria. Já podemos ver o clarão da luz RACIONAL; já é possível sentir as vibrações do nosso mundo de origem, o MUNDO RACIONAL.

 

Portanto, agora, se estudarmos a CULTURA RACIONAL, já pode se concretizar, o que Confúcio chamou de a grande comunidade. Onde a terra será propriedade de todos; onde as crianças e adultos serão bem alimentados, onde todos os velhos terão os seus últimos dias tranqüilos e os fortes terão o seu trabalho útil.

 

Onde as viúvas e os órfãos, os fracos e os enfermos encontrarão amparo; e todos os homens terão os seus empregos e as mulheres os seus lares; onde todos trabalharão em prol de toda comunidade. Por isso não farão falta as fechaduras, poderão deixar as portas abertas, porque não haverá bandidos e nem ladrões.

 

Também já e possível concretizar o que foi escrito por IZAIAS: onde as nações não mais levantarão contra nações; onde as lanças serão transformadas em arados e as armas de guerra em instrumentos de agricultura. Onde o lobo habitará com o cordeiro e o leopardo com o cabrito se deitará; o bezerro e o filho do leão dormirão juntos e um menino pequeno os conduzirá; a vaca e a ursa pastarão juntas, o leão comerá palha com o boi e uma criança de peito brincará sobre a toca da serpente e uma outra já desmamada, meterá a sua mão na cova do basilisco; e nenhum mal se fará em meu santo monte, porque a terra se encherá de conhecimento do senhor, como as águas cobrem mar.

 

Que coisa linda! Mas porque nenhuma dessas maravilhas e tantas outras, ainda não aconteceram?

 

E, ao contrário, estamos cada dia mais distantes de tais afirmações, se atualmente se roubam de todos os jeitos: roubam cargas de caminhões, carros, saqueiam bancos supermercados, Escolas; e a humanidade está ficando cada dia mais enclausurada nas suas residências, ao em vez de deixar as portas abertas.

 

E olha que Confúcio idealizou a grande comunidade, 600 anos antes de CRISTO; a mensagem de IZAIAS remonta aos tempos Bíblicos e outras predições que remontam à pré-história. E por que ainda nada disso aconteceu?

 

É exatamente porque é impossível fazer a grandeza de tais modificações, sem mudar a mentalidade humana; sem romper com as tradições, sem remover os resíduos de energias antigas e conectar-se a uma energia nova. Pois, não é o que descreve as escrituras também? Eis que tudo se fez novo!

 

Mas, não poderia desligar as energias antigas que alimentavam o pensamento, antes de chegar à energia nova, a energia Racional, para iniciar o desenvolvimento do Raciocínio, que vai substituir o pensamento e renovar a mentalidade do homem.

 

Para isso, Deus, o RACIONAL SUPERIOR, que é um Raciocínio Superior a todos os Raciocínios, em 1.935 mudou a fase da Natureza: de animal Racional para a fase Racional. Para abrir a vertente e liberar a nascente da energia Racional, que desenvolve o Raciocínio, que cancela e substitui o pensamento, porque já chegou o tempo.

 

Agora está aí a CULTURA RACIONAL, para cumprir todas as predições, daqueles grandes visionários do passado; para mudar a personalidade sórdida do homem, causada pela imperfeição da matéria, que torna-se o ser humano antagônico e cada dia mais longe do amor recíproco, mais distante da solidariedade coletiva, porque o pensamento sempre dividiu as opiniões. Pois, ele foi feito para isso, para dividir a humanidade: em grupos religiosos, em classes sociais, para lapidar; preparar os seres humanos, para um dia voltar à eternidade.

 

Portanto, não é salvação! É o retorno à sua origem, ao seu estado natural que é o MUNDO RACIONAL de onde nós saímos.

 

Mas quem quiser voltar, tem que desenvolver o Raciocínio; e só desenvolve o Raciocínio, com a energia Racional; e a única fonte da energia Racional é a CULTURA RACIONAL. Por isso, que é importantíssimo e extremamente necessário, todos os seres humanos indistintamente, ler os livro UNIVERSO EM DESENCANTO; estudar mesmo a CULTURA RACIONAL, cuja didática é oriunda de mensagens ditadas por Deus, para encher a terra de energia Racional, o verdadeiro conhecimento do Senhor, que é o RACIONAL SUPERIOR.

 

Agora fica uma pergunta: por que ficamos enclausurados só aos métodos, as formas de interpretar a salvação como outros homens nos ensinam? E muitos até cobram para ensinar, se é tão fácil. É só obedecer a Jesus: examinai todas as Escrituras, que nelas encontrarás a verdade; e a verdade os libertará.

 

Ele já disse isso, porque sabia que no tempo certo, viria uma outra escrituração, também com todo cunho de verdade. Por isso, não podemos ficar presos às interpretações ou conveniências de outros.

 

Então, vamos examinar a CULTURA RACIONAL, que é uma escrituração e tirar as nossas próprias conclusões, se é verdade ou não. E, é o que, os homens que até agora nos ensinaram, também devem fazer, para não incorrer no erro de falar sem examinar, e depois ser medido com a mesma medida, porque mediu, sem ter conhecimento.

 

 

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43 – TERCEIRO MILÊNIO – PENSAR É RENEGAR O DIREITO QUE DEUS DEU A TODOS DE RACIOCINAR

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