O PODER DOS PODERES É RACIONAL

 

(Mensagem Do RACIONAL SUPERIOR)

 

De onde provém o Poder dos Poderes?

Na origem está a força do poder que constitui a Vida.

E assim sendo, a Força do equilíbrio da Vida está na sua verdadeira origem de Racional.

Então, Racional tudo é, porque Racional é a origem existente.

Existindo a origem, emana-se o Poder da origem para a solução daquilo que pertence à origem.

O que pertence à origem é Racional. Então, para que a pessoa encontre o equilíbrio e a razão de SER, é conhecer a sua Verdadeira Origem de Racional.

Assim, vai encontrar ou se ligar à Força que os fez, que é de sua verdadeira origem Racional.

Então, procure conhecer o porquê és um animal Racional para saber o que é Racional e saberes o que é animal.

Então, a força mais poderosa do Universo é a Força de sua verdadeira origem, a Força Racional.

Se teve força para lhe fazer assim, de lhe gerar assim, também tem força para resolver o seu equilíbrio na vida da matéria, desde que se ligue à sua Origem, o MUNDO RACIONAL.

 

(A continuação dessa mensagem se encontra nos Livros Universo em Desencanto)

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42 – TERCEIRO MILÊNIO – O RACIOCÍNIO É UM HABITANTE MATERIALIZADO

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41 – TERCEIRO MILÊNIO – DESASTRES NATURAIS SÃO CORRETIVOS DA NATUREZA

 

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40 – TERCEIRO MILÊNIO – O CLIMA DA TERRA E A AMAZÔNIA

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AUTENTICIDADE: MODELO

Lendo um artigo de Amigo do Google+ em seu blog, comprovei, mais uma vez como a Natureza está evoluindo as cabecinhas no mundo inteiro. É a nova fase da Natureza se impondo, a Fase Racional!

O Paulo Jorge Pedra, em seu texto, chama-nos à atenção sobre a autenticidade.

Diz o Paulo: “Você pode tomar como modelo algum artista, alguma pessoa conhecida, mas, NUNCA esqueça que você é você e não o seu modelo. Terá que fazer ajustes em você, terá que se aproximar mais de si mesmo.”

Aí está uma grandeVERDADE, que subentende-se o SE CONHECER. Mas, não é conhecer a sua parte animal, a parte das imperfeições e, sim, a parte que lhe deu o sobrenome, o nome de sua raça, de sua família real, a família DIVINA, a família RACIONAL.

Animal é a parte da deformação, da inconsciência, dos defeitos que nos tornam diferentes uns dos outros. Racional é a parte da estirpe pura, limpa e perfeita, de onde saímos como filhos pródigos e, hoje, sofrendo as conseqüências de termos abandonado a família real, a Casa Paterna, que, aqui na Terra chamam de CÉU.

Sim, minha gente, não somos daqui. Constituímos este mundo material por uso da vontade, extrapolando os limites que nos mantinham eternamente puros, limpos e perfeitos.

Mas, não perdemos a eternidade. Ela está dentro de nós. E cada qual está apartado dela pela parte animal, que difere de uma pessoa para outra.

E, assim, para sermos novamente o que fomos um dia, é preciso conhecer essa parte ÚNICA, IDÊNTICA dentro de cada um de nós, conhecer os moldes e a conduta desse SER RACIONAL, para podermos, de posse desse conhecimento, cada qual fazer os ajustes precisos e necessários para alcançar o SEU VERDADEIRO SER.

Portanto, fica evidente que os ajustes serão diferentes de uma pessoa para outra, sendo impossível estabelecer uma conduta única nessa empreitada de recuperação, porque todos são diferentes na parte animal.

E para lapidar essa parte animal, todos foram encaminhados para formas diferentes de lapidação, através das filosofias, das ciências, das religiões, enfim, através de todos os segmentos existentes nestes artifícios de lapidação criados pela Natureza, através do pensamento e da imaginação.

Agora, o que a gente vê? Uns querendo convencer aos demais que o artifício em que se encontra é o melhor. Ora, querem saber mais do que a Natureza? Vamos respeitar e deixar cada qual no segmento artificial que a Mãe natureza julgou preciso e necessário para cada qual e, por isso, encaminhou a pessoa para aquela opção. Respeitemos nossa Mãe, respeitando as “opções” filosóficas, científicas, religiosas etc. de cada qual.

Porém, quem já se sente bem lapidado e preparado, que procure ir avante para SE CONHECER. E para se conhecer é fundamental conhecer o seu SER REAL, que nada tem a ver com filosofias, crenças, políticas, ciências, religiões etc.

Por que?                                                                                                                           

Porque o SER REAL não necessita de nada disso, por ter em si todo o conhecimento UNIVERSAL  da ORIGEM, de onde nunca deveria ter saído.

Muitos estão prontos, preparados, outros precisam ainda se preparar nas filosofias, ciências, religiões etc.  Sejamos compreensivos, fraternos, maduros para não prejudicar  o caminho que cada qual precisa e necessita percorrer.

Cada qual tem sua hora certa de acordar. Ninguém acorda enquanto ainda  está sonhando com o que não existe. Somente as provas em si mesmo, através das lapidações, vai acordando de pouco em pouco os dorminhocos.

A autenticidade está na ORIGEM. A ORIGEM está materializada dentro de cada qual, em forma de máquina do raciocínio, que é o que restou do Habitante do CÉU, do MUNDO RACIONAL, que se deformou por transbordamento da vontade, pois, tudo tem limite. A pureza fora do limite, transforma-se em impureza, deformação, mas, mantém a semente pura, eterna.

É chegada a hora do retorno. É chegada a hora de sermos autênticos RACIONAIS, tendo para isso como modelo, o Habitante do MUNDO RACIONAL que está materializado em forma de máquina do raciocínio em nossas cabeças, na glândula pineal.

Aí está o que é verdadeiramente um ser autêntico. Aí está o modelo que devemos seguir. Mas, esse modelo DIVINO somente nos abrirá a porta da eternidade que têm em si, quando estivermos culturalmente ao nível dele, incorporando seus moldes e sua conduta.

E onde adquirir essa cultura?

Nos Livros Universo em Desencanto.

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PERDENDO TEMPO

https://drive.google.com/open?id=1ZK8Y0bMtALfgryFUypM35LBu6tb5Hb-M

(Clique no link para ouvir o áudio)

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O tempo somente existe no mundo deformado, no mundo das imperfeições.

Onde cada qual é diferente um do outro, não existe estabilidade, equilíbrio, por isso, há a lacuna entre um e outro: O TEMPO.

É preciso vencer o tempo e, não, deixá-lo à PERDIÇÃO.

Perdição é não se ocupar de diminuí-lo (O TEMPO), diminuindo as divergências, decorrentes da deformação, que são as imperfeições.

Imperfeição é tudo aquilo que difere do natural.

Natural é tudo que compreende a consistência da ORIGEM, onde nada prejudica a ninguém nem a coisa alguma, daí, a eternidade, a UNIDADE.

Origem é a RAIZ MESTRA FECUNDADORA de tudo e de todos. É a BASE que nos dá a LÓGICA – o comportamento correspondente à BASE.

E quem não conhece a ORIGEM, não conhece a BASE. E não conhecendo a BASE, não conhece a LÓGICA. Portanto, vive sem base e sem lógica, aumentando suas imperfeições, sua deformação do natural, sem perceber, aumentando a lacuna entre seus semelhantes, estendendo o TEMPO, ao invés de reduzí-lo e transformá-lo em eternidade – tempo perdido!

E o tempo para transformar o TEMPO em eternidade está chegando ao fim. E quem deixa essa providência DIVINA para a última hora, vai perder o último trem que nos conduz à eternidade: a Fase Racional. E vai chorar lágrimas de sangue, porque esta linha de trem é única e faz uma única viagem, porque a próxima é para as classes inferiores de bicho irracional de quatro pés e de dois pés.

Mas, antes, terá obrigatoriamente de pegar o trem dos que optarem por estender o tempo nessa maldição de matéria. Essa é uma viagem tenebrosa. Leva ao campo invisível do espaço, onde os habitantes (Astral Térreo) tomam novas formas: de chifre, de rabo e de garfão na mão, para espetar os materialistas e compreender, enfim, que a matéria NADA é! Depois de correr toda a hierarquia dessa horrorosa fauna, retornam à Terra, materializados como animais irracionais de quatro pés e de dois pés.

E quantos vão ler esta matéria e vão caçoar, debochar duvidar! Mas, não tem importância, está próximo o dia em que vão ter provas do que aqui está sendo advertido com tanto amor e fraternidade! O dia em que terão a vidência dessas transformações na hora da morte de teimosos e abusados. Portanto, procurem não dar opiniões naquilo que ainda, nem de longe, têm o conhecimento.

Pesquisem, enquanto é tempo, os Livros de Cultura Racional, Universo em Desencanto, parem de perder tempo com o que já passou e só nos deixou de legado um mundo completamente em chamas.

ACORDA, MINHA GENTE, não percamos o primeiro trem!

 

 

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QUEM SOU? – PARTE II

 

Então, sendo uma máquina, um aparelho receptor e distribuidor de irradiações do mundo paralelo invisível (o mundo espiritual) e sendo essas irradiações positivas e negativas, necessito de um censor que filtre, ou passe na peneira essas entradas, a fim de que só adentrem aquelas que correspondam à razão do universo, para poder estar em equilíbrio com esse mesmo universo. A razão do universo, obviamente, encontra-se na origem desse universo
Eis a razão do desequilíbrio milenar da humanidade, por falta de conhecimento de sua origem, onde se encontram as bases da formação de tudo e de todos, o mapa, a planta e a bússola do mundo em que vivemos.
Então, onde se encontra aquele CENSOR? Ele é algo emanado da origem e pertencente à origem. Encontra-se dentro de cada um de nós, na parte central da cabeça, chamada istmo do mesencéfalo, sendo uma pequenina glândula, a Epífese (também chamada Glândula Pineal).
Por milenares séculos esteve aguardando nosso amadurecimento, feito pelo desenvolvimento do pensamento e da imaginação (feito pelas irradiações do campo espiritual – elétrico e magnético), para que depois de lapidados por essas duas energias elétrica e magnética (pensamento e imaginação), tivéssemos condições de conhecer, aprender, assimilar e desenvolver um conhecimento superior cultural da origem, conhecimento esse que sensibiliza e faz vibrar essa glândula, canal com o mundo supremo, para então, passarmos a ser orientados diretamente pela origem, tendo condições de filtrar as irradiações elétricas e magnéticas, fazendo o uso perfeito do nosso livre arbítrio só para o BEM VERDADEIRO, ou seja, tudo aquilo que não prejudique a nada nem a ninguém.
Desta forma, passamos a desenvolver o raciocínio, ou seja, passamos a permitir em nós mesmos somente ações que correspondam à vida universal equilibrada racionalmente, ou seja, a vida de acordo com as normas emanadas do MUNDO SUPERIOR, o MUNDO RACIONAL, o mundo da razão de tudo e de todos.
Somente, portanto, através desse conhecimento superior, que congrega a cultura do nosso mundo de origem, uma CULTURA RACIONAL (significando: de acordo com a razão do mundo e de todos os seus pertences), é que passamos a ter as condições culturais para entrar em contato com o nosso mundo de origem e dele poder receber as orientações precisas e necessárias para efetuar essa filtragem, tendo, assim, condições de fazer o uso do livre arbítrio de acordo com as leis naturais da natureza SUPERIOR, passando a viver com equilíbrio perfeito, apesar de viver num mundo de imperfeições.
Um vivente assim, é um vivente que se conhece, porque SABE VIVER EM SINTONIA COM A NATUREZA. Daí poder dizer:
“Sei quem eu sou, porque sei de onde vim e para onde vou. Vivo em sintonia com a natureza, razão porque não sofro nem faço nada e ninguém sofrer. Sou um habitante do mundo superior, o MUNDO RACIONAL, materializado em forma de máquina do raciocínio e que depois de desmaterializado (porque nada se cria, nada se perde, tudo se transforma), tomarei a forma corpórea do meu verdadeiro estado natural, que é de energia pura, limpa e perfeita (RACIONAL) e voltarei para o meu verdadeiro estado natural, no meu verdadeiro mundo de origem, o MUNDO RACIONAL.
Concluindo, quem somos?
Somos um corpo de energia materializado, desligados da nossa origem há 21 eternidades, e cujo retorno à origem necessita da ligação novamente à origem, através do conhecimento e RECONHECIMENTO da origem, razão da vida, o MUNDO RACIONAL. Conhecimento esse que já se encontra na Terra, desde 1935, iniciando sua distribuição ao mundo na década de 70, sintetizado nos livros UNIVERSO EM DESENCANTO.

 

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QUEM SOU? – PARTE I

 

Quem sou?

Uma máquina com cabeça , tronco e membros? Não, essa é apenas uma forma de existência comum a vários viventes deste mundo material. Não pode ser identidade de ninguém!

Sou, sim, uma série de sentimentos, variantes, que se manifestam nessa forma bruta, nessa máquina de cabeça, tronco e membros.

Então, na verdade, meu ser verdadeiro não é palpável, é energia que se manifesta neste mundo bruto de matéria.

Assim sendo, é imprescindível, para que tenha domínio sobre minha pessoa , que conheça completamente esse ser invisível, energético, que sou eu.

Claro está, que voltada minha atenção para o ser bruto aparente, o invisível se torna desgovernado, agindo variantemente, sem limite, a ponto de prejudicar a parte bruta, que passa a agir de forma inconsciente e prejudicial a si mesma, às demais e ao meio-ambiente em geral.

Portanto, o normal, o natural é o mundo invisível comandando o visível.

A maioria esmagadora desconhece isso, valorizando a matéria, que nada é.

Vivem apegados às aparências, deixando completamente desorganizado o seu mundo invisível individual.

Não sabem que o pensamento e a imaginação são partes brutas do nosso cérebro, máquinas receptoras de forças positivas e negativas da nossa própria natureza invisível. Recebem elas tudo do mundo invisível, de bom e de ruim: sentimentos, desejos, inspirações, idéias, intuições, projetos, invenções etc.

E como filtrar tudo isso, deletando o que é prejudicial a mim, a tudo e a todos que me cercam? Como saber impor o limite certo para estar em harmonia comigo, com tudo e com todos (a harmonia com a natureza)?

Isso só é possível conhecendo a razão do mundo em que vivemos, que naturalmente não se encontra na matéria bruta, no mundo aparente e, sim, na sua causa, que, analogamente ao ser humano, tem seu mundo invisível paralelo.

Daí, a importância VITAL de conhecermos A VERDADEIRA ORIGEM DO UNIVERSO, A VERDADEIRA ORIGEM DA HUMANIDADE, A VERDADEIRA ORIGEM DE TODOS OS SERES EXISTENTES NESSE MUNDO MATERIAL.

Isso conhecido, encontramos uma dualidade implacável: o BEM e o MAL, que cientificamente são, respectivamente, a ENERGIA ELÉTRICA e a ENERGIA MAGNÉTICA.

Aí adentramos no campo energético, mundo paralelo ao nosso, o ELÉTRICO e MAGNÉTICO, onde reinam as experiências para o bem ou para o mal, que regem e dominam os seres humanos através das irradiações, positivas ou negativas e que fazem dos seres humanos verdadeiros robôs, para o bem ou para o mal. Mas, relativamente a esse “bem”, não é ainda o bem verdadeiro. Por quê? Porque se verdadeiro fosse já teria, há muito dominado e extinguido o “mal”. No entanto, o mundo é velho e continua com as mesmas lutas, guerras, discórdias, enfim, o mesmo desequilíbrio de outras eras, porém, com outras roupagens.

Visto está que esse mundo paralelo ELÉTRICO e MAGNÉTICO, com naturezas tão opostas, é um mundo em desequilíbrio, um mundo experimental, ou seja, espiritual, que também, vive de experiências, por não conhecer sua ORIGEM VERDADEIRA, sua razão de ser.

Esse mundo experimental (ou espiritual) é que comanda o mundo visível, através das duas entradas em nosso cérebro: a máquina do pensamento e a máquina da imaginação.

Voltemos então à questão?!

E como robôs dessas irradiações espirituais, elétricas e magnéticas, como filtrá-las conseguindo limitar a ação delas de forma a vivermos equilibradamente em harmonia com tudo e com todos?

Sobre isso, falaremos na próxima postagem deste blog.

 

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SOMOS SEMPRE OS MESMOS A NASCER E A MORRER NESTE MUNDO PARTE 2

 

(Porfirio Jesus das Neves)

Esta afirmativa de sermos sempre os mesmos se reflete sobre o verdadeiro ser e não sobre o ser aparente de vida material, pois a matéria é uma vida provisória e única, não se repete. Por isso afirmamos que, em inteligência, as novas gerações são velhos transformados em novos. Novos corpos de vida, mas já trazem informações impressas em seu ser, o Raciocínio, derivadas de vidas anteriores. E por isso vejam as novas gerações, que, de forma crescente, já nascem sabendo mais coisas antes mesmo de serem ensinadas.

A palavra morte foi criada pelos bichos atrasados que não entendiam que os corpos de matéria precisavam ser reformados e transformados, mas o verdadeiro ser não morre – o verdadeiro ser é eterno. A matéria degenerou e enfraqueceu pelas transformações, mas o ser verdadeiro não, porque Racional não desvirtua de seu ser.

A segunda “morte” dos Racionais Puros, representada pela sua extinção, é que deu motivos para a criação do Raciocínio, porque seus corpos se transformaram conjuntamente com o corpo da Planície. Seus corpos de massa de Energia Cósmica se “desmancharam” em formação de “vírus de massa de energia” dentro da massa cósmica em degeneração e deformação da Planície Racional, Goma e Resina.

Então, A CAUSA do Raciocínio está naqueles tantos habitantes que se transformaram pela transformação da Planície em dois Princípios: o feminino e o masculino. Energia Elétrica e Energia Magnética. Que assim nos revela o Racional Superior no livro Universo em Desencanto:

(*H-169 p-140) “E quem é o dono do segundo mundo? Um Raciocínio Supremo (grifo meu) que se transformou, pela transformação da Planície, nessa infinidade de Raciocínios.

Um Raciocínio Supremo que se transformou pela transformação da Planície nesta infinidade de Raciocínios, porque era uma infinidade de habitantes progredindo por conta própria.

Mas, tem mais uma referência, neste sentido, para aprimorar nossa compreensão:

(*H-169 p-140) E quem é o Deus verdadeiro dos Racionais? O Racional Superior (da Terra). Um Raciocínio supremo (grifo meu), por estar acima de todos e de tudo – o Raciocínio Supremo é que originou. É a origem verdadeira de todos os Raciocínios. E hoje, todos que passaram a se conhecer, sabem que todos os raciocínios são de origem do Mundo Racional. O Mundo Racional é o causador de todas as máquinas do raciocínio. E, por isso: Raciocínio – Racional; Racional – Raciocínio”.

Na primeira referência, acima, podemos ver a causa do Raciocínio e na segunda referência, a origem do Raciocínio, porque tudo tem uma causa e uma origem. E o Raciocínio teve o seu princípio e tinha que ter o seu fim. Porque o Raciocínio é uma divina providência para manter a vida eterna de uns tantos que entraram em estado de extinção.

A ORIGEM do raciocínio, e aí sim compreendemos a ação de um Redentor, é um Raciocínio Supremo que ORIGINA – a Divina Providência. O único Habitante do Mundo Racional que teve a coragem de “vestir esta roupa de Bicho” em que se transformou o Mundo. O primeiro e único, e só precisava de “UM”, para dar a instrução Racional (origem) e promover a ligação de todos no sentido de retornarem ao Mundo de Origem, após aquelas “duas mortes”.

O mundo virou bicho por causa dos vírus dos corpos dos Racionais “apodrecerem” em decomposições e mutações conjuntamente com os vitus do “corpo da Planície”, após múltiplas transformações degenerativas, porque tudo que se transforma, degenera e se extingue em formas de vida inferiores. Mas, nada termina de vez.

Um Raciocínio Supremo que ORIGINA é quem deu origem ao Raciocínio – aí vemos o Racional Superior da Terra. Primeiro e Único, provando que a base é o Mundo Racional e que ELE é o “AMOR DE UM POR TODOS” – Racional, Raciocínio.

E um Raciocínio Supremo que se transforma é quem deu CAUSA ao Raciocínio – “uns tantos” progredindo por conta própria. Por isso, O Raciocínio é o FILHO do MUNDO RACIONAL, a filial do Mundo Racional – tanto pela causa, quanto pela origem. Isto prova que a Lógica é a Planície e nela está o “AMOR DE TODOS POR UM” – Raciocínio, Racional.

Bem entendida a CAUSA e a ORIGEM do Raciocínio, começamos a entender por que “o Raciocínio é um Habitante do Mundo Racional materializado em forma de máquina do Raciocínio”.

Vemos o Raciocínio sendo criado por “duas máquinas” ou duas fôrmas: a “Máquina do Raciocínio Masculino” (na Planície Gomosa) e a “Máquina do Raciocínio Feminino” (na Resina). “Máquinas de Energia Racional” (no primeiro mundo) que vão gerar as máquinas na matéria (no segundo mundo).

É como dizermos numa figuração pessoal: “Deus, com as próprias mãos, fez a fôrma do Animal Racional no Chão”. Uma afirmativa deste nível está em concordância com a criação divina que se apresentou no Curso Primário em que Deus fez o homem do barro.

Quanto à questão de ter feito a mulher da costela do homem, esta referência, certamente ficou por conta da má tradução e desconhecimento das duas vidas anteriores. A história da costela, para ser vista com fundamento, deve anteceder à extinção ou “segunda morte” dos Racionais.

Na verdade, a “costela” que se pode relacionar na Cultura Racional, é justamente a parte que não estava pronta para entrar em progresso e que foi deslocada do seu estado natural. Foi uma formação sólida que foi deslocada da Planície Racional. A Planície Racional representa o Homem Primordial, pois é dela que são tirados os vírus para a formação do sexo masculino.

Com este sentido, fica o entendimento de que foi extraída uma “costela do homem”, ou formação sólida da composição da Planície, para a construção de todo o Universo. Por isso se diz que este universo é feminino, porque todo ele foi feito de uma “costela da Planície” – a parte que não estava pronta para entrar em progresso. Mas era uma pequena parte em relação à Planície.

Esses são alguns detalhes revelados exclusivamente pela Cultura Racional, que ainda não estavam no alcance da formação primitiva dos pensadores, por isso é que precisava chegar à fase de desenvolvimento do Raciocínio para a devida compreensão de tudo.

(*H-338 pág 20) “Antes de ser pensamento, desenvolvido e evoluído, era Energia Elétrica. Antes de ser imaginação, desenvolvida e evoluída, era Energia Magnética. E antes de ser máquina do Raciocínio, era Energia Racional, a causa da máquina do Raciocínio… E a mecânica Racional, a causa da mecânica material e da mecânica celeste. Porque foi o habitante do Mundo Racional que se extinguiu em cima da Resina e da Planície, que deu causa a essas duas máquinas. A máquina do raciocínio feminino, e a máquina do raciocínio masculino. Porque a Energia Racional se transformou nessas duas energias: Magnética e Elétrica”.

E muitas outras citações reveladoras são encontradas no livro Universo em Desencanto que podem servir para aprimorar esta narrativa da verdadeira Origem da humanidade, antes de existir este segundo mundo, de matéria.

Isto tudo é para justificar em que contexto se afirma sermos sempre os mesmos, com a devida causa e a devida origem.

Na vida de matéria do “Racional Animal”, que era chamado de animal racional, o Raciocínio é um só para cada ser que se forma e corresponde cada Raciocínio a cada um dos tantos Habitantes do Mundo Racional que estão em extinção pela “segunda morte”. Os corpos de matéria vão sendo renovados e multiplicados pelas transformações, mas o Raciocínio é sempre o mesmo, não há multiplicação de Raciocínios.

O Raciocínio é um direito concedido por Deus para manter e dar a origem de Racional ÀQUELES que se extinguiram no Chão da Planície, ou que ficaram em estado de extinção no “Barro”, pela segunda morte. O Raciocínio é a Divina Providência para que todos pudessem voltar.

Cada Raciocínio, que muitos ainda podem confundi-lo com um espírito, é único e indivisível e não se multiplica (por isso é o filho do Pai Eterno: Uno e Indivisível) e tem sua “estrutura de Energia” DISSEMINADA em sete partículas de energia, que estão nas sete partes do por que assim somos. E é este “Corpo de Energia”, em sete partículas, o gerador das sementes que dão origem aos pingos d’água, ou sementes geradoras do animal – a vida que faz a nossa vida.

Cada ser com seu pingo d’água! Cada ser na classe de vida que faz por onde merecer. E, por isso vinha aí a “terceira morte” que é a descida para as classes inferiores dos irracionais. Aí o Raciocínio não vincula com o corpo de vida, apenas dá causa, por ser uma classe muito inferior, porém, a origem é mantida nele e por isso todos regressarão, e muitos já regressaram da “segunda morte”. Regressar da terceira morte é muito mais demorado, porque persiste na deformação do tempo.

E aí vem a pergunta final: por que então cresce o número de habitantes na Terra?

E a resposta está no fato de que foi uma infinidade de Habitantes do Mundo Racional que veio à extinção, na “segunda morte”. Existem mais “corpos de Energia” no ESPAÇO do que habitantes na Terra, mas nem todos entram na deformação temporal ao mesmo tempo.

Na vida espacial não existe tempo! Essa é uma forma de compreendermos a nossa verdadeira vida. O tempo, em três poderes, foi criado como uma segunda deformação, ou segundo mundo, para que houvesse o devido aprimoramento da infinidade de vidas que precisavam voltar ao Mundo de Origem pela evolução e pelo desenvolvimento Racional, o desencanto.

(*H-55 pág 38) E assim, hoje todos bem entendidos, bem compreendidos, bem evoluídos e amadurecidos e preparados para receber todos os esclarecimentos precisos e necessários sobre todo o passado, presente e futuro. Os três poderes: o passado, o presente e o futuro.

Isto resume que o segundo mundo é uma deformação espaço-temporal e equivale a dizer que na matéria tudo que tem princípio tem fim.

E cada Corpo de Energia é uma vida dentro de um Aparelho Racional que acompanha e mantém a vida de cada Habitante em estado de extinção e que habita no espaço, na “vida espacial”, no primeiro mundo.

A manifestação de cada um desses habitantes na matéria se dá por conta da ligação de seu corpo de energia no tempo da deformação; sai da vida espacial para entrar na deformação do tempo: passado, presente e futuro. E assim tem mais uma chance de evoluir pelo seu próprio desenvolvimento.

É dizer que para cada habitante do Mundo Racional, em extinção, foi preparado um “aparelho” para conter sua vida, como se estivesse numa UTI cósmica, por isso se diz que os habitantes ficaram em estado de extinção e as suas vidas mantidas por “aparelhos”, no primeiro mundo cósmico. O aparelho Racional é do primeiro mundo, não é da matéria que é do segundo mundo. O primeiro mundo é apenas uma deformação espacial, enquanto que o segundo mundo é uma deformação espaço-temporal.

O livro Universo em Desencanto consagra assim toda a evolução de natureza espiritual, que foi precisa e necessária neste imenso Curso Primário, para chegarmos a esta compreensão Racional de que somos Habitantes do Mundo Racional, materializados em forma de máquina do Raciocínio, e sempre os mesmos a nascer e a morrer neste mundo, enquanto aqui permanecermos encantados.

E somente a leitura do livro Universo em Desencanto e a áurea da Fase Racional podem esclarecer e desenvolver o Raciocínio de cada um no objetivo maior de retorno ao Mundo de Origem, o Mundo Racional.

 

(*) Livros dos Históricos de Universo em Desencanto

 

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SOMOS SEMPRE OS MESMOS A NASCER E A MORRER NESTE MUNDO PARTE 1

 

 

 

(Porfirio Jesus das Neves)

Esta afirmação pode ser fundamentada no princípio de que nada se perde, nada se cria, tudo se transforma, conjugado com a lei de causa e efeito, para comprovar como e por que tudo se transforma. E ainda temos a considerar o principal dos fundamentos: a Justiça Suprema a Tudo e a Todos. Sim! Porque a nossa existência neste mundo é um caso de Justiça.

Portanto, trataremos este assunto com base e com lógica, à luz das informações mais preciosas que temos no universo. A base é a origem e a lógica é a causa. A base é o Mundo Racional e a lógica é a Planície que se transformou para dar causa a este segundo mundo. Tudo, para existir, tem que ter uma causa e uma origem. Tudo! Inclusive o Raciocínio.

Algumas questões preliminares precisam ser respondidas para nos revelar o sentido ao qual queremos nos ater, que é justamente o fundamento, ou os fundamentos, desta vida.

Muitos vivem a vida de matéria sem saber o porquê dela. Pensam e não sabem por que pensam; imaginam e criam ficções na busca de soluções experimentais, constituindo assim uma vida de experiências ou espiritismos.

-“Somos o que somos!” Dizem alguns. E todos continuam sem saber o que somos e vão vivendo sem ter uma real definição que esclareça o porquê de tudo.

Nesta forma de ignorar a si mesmo, é que surgem as fantasias, os engambelos, os sonhos e tudo que é necessário para mantê-los. Constitui-se, assim, a vida do encanto, vida da matéria. Todos encantados!

E assim também se justifica a vida do sofrimento. Quem não sabe por que vive, sofre! Porque quem sabe não sofre – esta é a lógica que nos assegura que precisamos conhecer e saber cada vez mais sobre nós mesmos.

Quem sabe não sofre! Pois, é este não saber que contribui para a incompreensão da vida onde a morte é uma aparente meta final de tudo. Quem não se conhece morre! Quem se conhece sabe que a VIDA é sempre a mesma, muda o corpo, mas a VIDA continua.

Então, o maior patrimônio da vida é a pessoa se conhecer. Quem sou de onde vim e para onde vou. Por que vim parar neste mundo e como vim e como vou voltar para de onde vim. Eis as questões fundamentais que todos deveriam estar prestando muito mais atenção.

O pensamento e a imaginação humana não encontraram uma resposta que satisfizesse todos os aspectos, como assim, até hoje, todos continuam a se perguntar: quem somos de onde viemos e para onde vamos. Ciências, Religiões e Filosofias. Cada qual com seus aspectos de investigar e deduzir e todas elas com a mesma conclusão: o “não saber” de nada sobre tudo. Ou será o “não saber” de nada sobre o nada mesmo? Somos tudo ou somos nada? Perguntas de quem não se conhece.

Pelo que vamos percebendo, este assunto de sermos os mesmos a nascer e a morrer, necessita de uma base e de uma lógica que residem fora do potentado da matéria. O potentado da matéria tem por base um saber aparente – parece que sabe – mas, na realidade, não sabe nada, porque não se conhece. Se fossemos nos basear apenas no que o pensamento humano pôde alcançar até agora, este assunto ficaria vazio como sempre ficou nas filosofias e nas ciências originadas pelo pensamento.

Como assim, na história da humanidade, tivemos várias formas de buscar entender este assunto com os potentados do conhecimento da matéria: a reencarnação, do ponto de vista espírita e a lei da conservação das massas, do ponto de vista científico. E ainda há derivações destes aspectos em muitas denominações filosóficas, religiosas ou científicas, que aqui não cabe explicar. Cada qual, com seu nível de compreensão (ou incompreensão) do assunto, mas ninguém alcançou, porque tinha que se conhecer primeiro.

Então, a referência deste assunto está no livro Universo em Desencanto. É a Cultura Racional do Terceiro Milênio – a Cultura que desenvolve o Raciocínio, sendo o Raciocínio a Raiz Mestra da Fecundação do Universo. O Livro Universo em Desencanto afirma, prova e comprova, com base e com lógica, que somos sempre os mesmos a nascer e a morrer.

Os potentados da matéria, o pensamento e a imaginação, não têm alcance para esclarecer porque somos sempre os mesmos a nascer e a morrer, porque somente foram feitos para preparar o ser humano no sentido de alcançar a si mesmo. Preparar todos pela lapidação, pelo sofrimento e pela morte, para alcançar a si mesmo. E isso já é muita coisa – a parte mais dolorosa da vida, diga-se de passagem. É como dizem os adolescentes: “crescer dói!”

O Raciocínio foi feito para todos alcançarem a VIDA que fez esta vida, pois não há efeito sem causa, depois que o ser humano alcançasse a si mesmo com os potentados da matéria. Por isso se diz que a Cultura do Terceiro Milênio é que desenvolve o Raciocínio para se ligar com a Origem. E a lógica de causa e efeito é: se existe esta vida é porque existe a VIDA que fez esta vida.

O Raciocínio é o verdadeiro ser que habita nesta classe de vida chamada de Animal Racional. Esta classe de vida tem este nome sugerindo justamente a lógica perfeita da causa e da origem – Animal de origem Racional. A causa do animal é o conjunto da matéria, mas a origem é Racional. E era a Origem, que o pensamento não podia alcançar.

Desta forma, Raciocínio é um ser de outro mundo, mundo extra matéria, mundo extraterreno.

Por ser o Mundo do Raciocínio, chamamos Mundo Racional. Ou, de forma inequívoca, consagrando a Base e a Lógica, por o Raciocínio ser o filho do Mundo Racional, é que temos as duas ligações: Racional-Raciocínio e Raciocínio-Racional.

Racional quer dizer pureza, limpeza, perfeição. Animal quer dizer deformação em transformações degenerativas. A base é o Mundo Racional – o Pai Eterno; a Lógica é a parte que se transforma – a causa dos filhos – daí surge o “Racional-Animal”, na matéria.

Bem entendido, o Raciocínio é o “SER” que anima o Racional extinto na matéria; é o dono da vida da matéria; O Raciocínio é uma identidade permanente ao longo das novas gerações do animal racional e justifica com muita propriedade a afirmação de sermos os mesmos a nascer e a morrer.

Então, está no Raciocínio a identidade decorrente de uma individualidade que se perdeu na matéria, ou da individualidade que ficou em estado de extinção e que perdura na matéria em transformações, enquanto não se desenvolve o Raciocínio.

Cada Raciocínio existente corresponde a um Racional Puro Limpo e Perfeito, como partícula do Pai Eterno, o Mundo Racional.

E cada habitante do Mundo Racional que se extinguiu no chão da Planície Racional e deu causa às transformações da matéria, necessitou de uma “máquina de energias” para manter a sua vida eterna. Mal comparando, esta “máquina de energias” é como um conjunto de equipamentos que se utilizam em UTI’s (unidades de tratamento intensivo) para manter a vida em estado de animação num hospital.

No caso dos habitantes do Mundo Racional, diz-se que ficaram em “estado de extinção”. E o nome deste “equipamento” ou “conjunto de máquinas de energias reanimadoras” chama-se de Aparelho Racional, que suporta e ampara a vida eterna na matéria.

O Racional Puro a que me refiro é o primitivo Habitante do Mundo Racional que “uns tantos” entraram progredindo por conta própria numa parte da Planície Racional e que provocaram, assim, o princípio das transformações desta parte e de seus próprios “corpos”. A conclusão deste progresso foi a extinção daqueles corpos na parte Gomosa (princípio masculino) e na parte da Resina (princípio feminino), que assim a Planície ficou dividida em duas partes: degenerada e deformada.

E em função desta transformação da Planície em duas partes é que surgiu a procriação de seres materiais gerados por duas energias que se denominam como elétrico e magnético. Mas, o animal racional tem ainda a ser considerada a origem, a identidade, o Raciocínio.

Para compreender esta conclusão a que chegaram uns tantos habitantes do Mundo Racional, devemos entender que ocorreram “duas mortes” desses tantos habitantes. Morte tem o significado de mudança da qualidade da Energia ou qualidade de VIDA dos puros limpos e perfeitos. Mudaram a qualidade de vida, morreram.

A “primeira morte” ocorreu no saírem do Mundo Racional – desligaram-se do Pai Eterno e passaram a progredir por conta própria e por isso vieram perdendo Virtudes e foram à extinção. Esta extinção é justamente a “segunda morte”, que corresponde à transformação de seus corpos nas duas partes em que se dividiu a Planície Racional – Goma e Resina.

A extinção, na verdade, não é uma morte, porque morte não existe, já que tudo se transforma. É que nem um corpo em estado de animação suspensa numa UTI. E daí podermos afirmar que a vida da matéria é uma vida provisória. Vivemos na matéria em razão de estarmos em estado de extinção da nossa segunda fórmula original, como sombra das vidas anteriores. Portanto a vida da matéria é uma terceira fórmula derivada de vidas anteriores.

Resumindo esta primeira parte de sermos os mesmos a nascer e a morrer, o Raciocínio é o mesmo a que se refere esta afirmativa, a identidade do verdadeiro ser. O Raciocínio é que vem “reencarnando” em sucessivas gerações de aprimoramento, que assim as doutrinas espíritas nos prepararam para esta compreensão num curso primário, como se fosse um espírito reencarnando. Espírito é outra classe de vida de habitantes do Mundo Racional que foram à extinção em outro campo de vida e por isso eles também não sabiam informar a verdadeira origem de todos.

Em parte, há concordância no tocante à “criação” de espíritos por um Criador para serem aprimorados nesta vida através de provações. É que o Raciocínio é uma Divina Providência para manter a vida eterna dos habitantes do Mundo Racional em estado de animação suspensa, depois de duas “mortes em energia”, até que todos chegassem a se conhecer através de sucessivas transformações e evoluções de lapidação na matéria.

E chegou, agora no Terceiro Milênio, o Universo em Desencanto complementando de forma espetacular todas essas informações e dando a devida instrução de como o verdadeiro ser poderá se desvencilhar deste estado de extinção, que nele chegou, por vontade própria de progredir “longe” da regência do Pai Eterno, o Mundo Racional.

 

 

 

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